“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo”. (Isaias 5.20)
Na primeira edição da Angra Expo Cristã, isso em 2006 eu participei com um stand pela “Missão Angrense Reformada”, conseguido à custa de muita negociação e pedido por reconhecimento de nossos méritos como instituição balizadora do pensamento evangélico reformado com propostas de oferecimento ao público de nossa cidade acesso a material de primeiríssima qualidade. Não participei dos shows, não ouvi mensagens, apenas fui barrado e empurrado por seguranças brutamontes que queriam abrir cortejo para a passagem de uma cantora gospel de calibre “pop star”.
Na segunda edição, fiquei em casa, assustado com o fato de que o evento deixara de ser liderada pelo Conselho de Pastores de nossa cidade, proposta essa que eu desbravei desde o inicio, pois eu julgo que evento evangélico dessa magnitude tem de ter a liderança do Conselho de Pastores que eu ajudei a fundar aqui em Angra dos Reis por representar a gama de lideres evangélicos de nossa cidade com o cacife de credibilidade e visibilidade que julgava à época seria e de moral ilibada.
Fui surpreendido pelo fato de que uma ONG apareceu como que “do nada” apareceu e capitaneou recursos financeiros com somas astronômicas e montou uma das estruturas mais esplendorosas da Festa sem qualquer necessidade de, a priori, prestar contas a ninguém. Falei e me cansei de falar em termos de prestação de contas e transparências nas operações estruturais do evento. Resultado: fui alijado de todo processo decisório dentro e fora do Conselho de Pastores. A verdade é que, se não fui convidado a me retirar, ao menos não fui mais considerado pessoa bem-vinda no Conselho ou em qualquer grupo de pastores que falavam em termos de “Expo”. Isso porque eu sempre cobrei uma coisa apenas: transparência na participação de todos os pastores que eram representativos de nossa classe na promoção do Evento. Mas sempre eu era ignorado pelo tal, Conselho de Planejamento da Festa.
Na terceira edição, agora que terminou ontem, também fiz o meu protesto silencioso. O pessoal aqui da IBACEN, igreja que pastoreio, não foi de modo algum coagido a não participar, apenas eu disse que não iria porque não acredito no sistema que rege a Expo. Vou salientar aqui, mas uma vez, algumas razões que me deixam entristecido com a realização desse evento de claras intenções político-partidárias. E devo adiantar que esse artigo será posto em meu blog, no da Missão Angrense Reformada, mandarei para o e-mail da “Angra Expo” e para quem quiser tornar conhecido fique à vontade para publicar, desde que, respeitando o teor de minhas palavras que, em nenhum momento citarão nomes ou situações específicas, mas que procurará de modo contundente explicar por que eu penso que “Angra Expo” é um evento autofágico:
(a) Não há de modo claro a indicação de quem está por detrás da organização da “Angra Expo” de 2008: seria o Conselho de Pastores, a ONG que organizou o ano passado, um grupo de pastores amigos, a Prefeitura Municipal de Angra dos Reis, enfim, se eu não sei quem organiza logo não vejo prudente à minha participação: eu temo de estar dando legitimidade a alguém no escuro, sem saber suas reais intenções.
(b) Não houve por parte das outras direções da Expo uma “prestação de contas” reunindo grande parte representativa dos pastores de nossa cidade. Estranho isso. Não estou afirmando que há desvios de verba, ou isso ou aquilo, apenas eu gostaria de ter sido convocado para ouvir, ver e analisar números. Como pastor nessa cidade eu gostaria de ser levado mais a sério, bem como os meus outros colegas, que vez por outra por serem de igrejas tidas pequenas são menosprezados e ignorados nas decisões que envolvem o nome da liderança evangélica dessa cidade!
(c) Sou contra a intromissão da Prefeitura em todos os detalhes da Festa. Em ano eleitoral tudo isso fica muito bem demarcado, há uma postura de se tirar proveito do ajuntamento do povo para uma sinalização política viciosa e claramente autoritária por parte das candidaturas oficiais, tanto majoritárias quanto proporcionais.
(d) Não consigo entender porque os nomes de pregadores e cantores sempre contemplam apenas o espectro pentecostal e neo-pentecostal! Não tenho absolutamente nada em relação a esses grupos que contribuem (alguns mais, outros menos) para a evangelização de nossa nação. Mas, tem de haver um critério mais amplo, temos de abrir o leque, é natural que há valores também expressivos nas fileiras tradicionais do protestantismo brasileiro.
(e) Um evento dessa magnitude, que atrai tantos crentes de nossas igrejas não poderia em hipótese alguma terminar domingo à noite. Isso fragiliza as reuniões das igrejas, divide o povo de suas dinâmicas particulares, é um tiro no bom-senso!
Essas são algumas poucas pontuadas linhas, eu espero apenas fazer-me ouvido. E aproveito para lançar o desafio de reunirmos uma base maior de representativa de pastores de nossa cidade que, desgostosos com o “andar da carruagem” querem uma proposta melhor de reunião, de compartilhamento e de amizade entre os pastores visando um respeito maior e a decretação de um “Basta” de política partidária entre os pastores de nossa cidade! Política é elemento divisório entre o povo de Deus!
Igreja é Igreja! Prefeitura é Prefeitura! Pastor é Pastor! Candidato Político é Candidato Político!
Por uma definição maior dos termos!
Ezequias Amancio Marins
(Pastor Igreja Batista Central em Japuiba, Presidente da Missão Angrense Reformada, Diretor Geral do Seminário Teológico Interdenominacional em Angra dos Reis).
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
TENDO DE TOMAR UMA DECISÃO!
"Deus não pode ser corretamente adorado ou temido a menos que nos convençamos de que ele é acessível às nossas súplicas; e mais ainda, a não ser que nos convençamos de que ele nos é propício". (João Calvino)
Quando Daniel foi submetido àquela noite na cova dos leões (Daniel 6) vemos o quanto o homem é frágil diante das perseguições e realidades da nossa vida fútil. Somos inclinados à murmuração, ao desespero e a procurarmos respostas puramente naturais para questões de fundo e alcance espirituais.
Todo homem e mulher tementes a Deus terão uma cova para passar ao menos uma noite! E essa noite não tem duração de 12 horas... ela pode durar bem mais! A cova dos leões representa um tempo que o Senhor permite que tenhamos conosco mesmos, onde nossa fé é robustecida e o nosso senso de dependência de Deus é testado. Pode ser algo tramado pelo Diabo ou pelos nossos inimigos em primeiro plano, mas no fundo todas as coisas que nos ocorrem vem das mãos de um Deus que quer nos tratar.
Em Daniel eu vejo um homem constante em seus posicionamentos, e isso fazia com que ele fosse integro estando jovem, e integro quando era velho... integro quando estava no anonimato, íntegro quando estava no estrelato...
O desafio de manter a constância em sua vivência com o Senhor estava presente no seu coração. É de se destacar que ele só foi fiel a Deus em meio aos leões porque um dia quando jovem, ele resolveu aplicar no seu coração não se deixar contaminar com a comida real, conforme Daniel 1.8.
Esse principio da constância me faz lembrar o que Paulo disse aos coríntios: "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." (I Corintios 15.58)
Existem muitos crentes instáveis em nosso meio! Gente que ora está muito bem, ora está muito mal, nunca cresce, nunca amadurece, está sempre à procura de tragédias para se posicionar sempre do lado oposto da liderança espiritual da igreja.
Por isso mesmo que diante de situações-limite, quando só temos o Senhor para olhar precisamos firmemente fazer como Daniel em sua saida da cova: "O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões" (Daniel 6.22).
Nosso relacionamento com o Senhor, sobretudo em um momento de grande decisão é de um tom pessoal. Como pensa J. Calvino: "Daniel descansou no auxílio divino, mas fechou seus olhos para o resultado final e não ficou em extremo ansioso quanto à sua vida. Entretanto, visto que sua mente estava fixada na esperança de uma vida superior, mesmo que isso significasse que teria de morrer cem mortes, ele não cessaria de confiar!".
Essa é a ousadia que Deus precisa encontrar em cada um de nós! Amados e Amadas, vivemos um tempo na IBACEN de tomada de decisões importantes: nestes últimos meses tratamos de mudanças em áreas ministeriais vitais tais como zeladoria, ministério de música e HAJA (atendimento a pessoas escravizadas por vícios), e agora ministério de jovens e adolescentes. Mas, em nenhum momento tememos o fato de termos a ausência de Deus em meio a tudo isso, em tudo Ele está no comando! Temos orado e buscado a face de Deus para não errarmos!
Hoje tive uma experiência boa com o Senhor: Ele tem falado ao meu coração desde ontem que Ele irá me colocar em fortes pressões para que eu e a sua igreja o busque mais! Isso me faz lembrar um princípio ensinado por Watchaman Nee: "Antes de Deus responder às orações, Ele frequentemente coloca grande pressão sobre nós para nos levar a orar".
Sinto-me pressionado a orar, e o farei, e levarei minha liderança a fazer, a igreja a fazer, você leitor a fazer, e assim conseguiremos visualizar quando sairmos dessa "cova de leões" a certeza de que o nosso Deus mandou anjos para fechar a boca dos leões. Deus é o maior domador de leões que existe! E ele está do nosso lado! Creia nisso!!!
Quando Daniel foi submetido àquela noite na cova dos leões (Daniel 6) vemos o quanto o homem é frágil diante das perseguições e realidades da nossa vida fútil. Somos inclinados à murmuração, ao desespero e a procurarmos respostas puramente naturais para questões de fundo e alcance espirituais.
Todo homem e mulher tementes a Deus terão uma cova para passar ao menos uma noite! E essa noite não tem duração de 12 horas... ela pode durar bem mais! A cova dos leões representa um tempo que o Senhor permite que tenhamos conosco mesmos, onde nossa fé é robustecida e o nosso senso de dependência de Deus é testado. Pode ser algo tramado pelo Diabo ou pelos nossos inimigos em primeiro plano, mas no fundo todas as coisas que nos ocorrem vem das mãos de um Deus que quer nos tratar.
Em Daniel eu vejo um homem constante em seus posicionamentos, e isso fazia com que ele fosse integro estando jovem, e integro quando era velho... integro quando estava no anonimato, íntegro quando estava no estrelato...
O desafio de manter a constância em sua vivência com o Senhor estava presente no seu coração. É de se destacar que ele só foi fiel a Deus em meio aos leões porque um dia quando jovem, ele resolveu aplicar no seu coração não se deixar contaminar com a comida real, conforme Daniel 1.8.
Esse principio da constância me faz lembrar o que Paulo disse aos coríntios: "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." (I Corintios 15.58)
Existem muitos crentes instáveis em nosso meio! Gente que ora está muito bem, ora está muito mal, nunca cresce, nunca amadurece, está sempre à procura de tragédias para se posicionar sempre do lado oposto da liderança espiritual da igreja.
Por isso mesmo que diante de situações-limite, quando só temos o Senhor para olhar precisamos firmemente fazer como Daniel em sua saida da cova: "O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões" (Daniel 6.22).
Nosso relacionamento com o Senhor, sobretudo em um momento de grande decisão é de um tom pessoal. Como pensa J. Calvino: "Daniel descansou no auxílio divino, mas fechou seus olhos para o resultado final e não ficou em extremo ansioso quanto à sua vida. Entretanto, visto que sua mente estava fixada na esperança de uma vida superior, mesmo que isso significasse que teria de morrer cem mortes, ele não cessaria de confiar!".
Essa é a ousadia que Deus precisa encontrar em cada um de nós! Amados e Amadas, vivemos um tempo na IBACEN de tomada de decisões importantes: nestes últimos meses tratamos de mudanças em áreas ministeriais vitais tais como zeladoria, ministério de música e HAJA (atendimento a pessoas escravizadas por vícios), e agora ministério de jovens e adolescentes. Mas, em nenhum momento tememos o fato de termos a ausência de Deus em meio a tudo isso, em tudo Ele está no comando! Temos orado e buscado a face de Deus para não errarmos!
Hoje tive uma experiência boa com o Senhor: Ele tem falado ao meu coração desde ontem que Ele irá me colocar em fortes pressões para que eu e a sua igreja o busque mais! Isso me faz lembrar um princípio ensinado por Watchaman Nee: "Antes de Deus responder às orações, Ele frequentemente coloca grande pressão sobre nós para nos levar a orar".
Sinto-me pressionado a orar, e o farei, e levarei minha liderança a fazer, a igreja a fazer, você leitor a fazer, e assim conseguiremos visualizar quando sairmos dessa "cova de leões" a certeza de que o nosso Deus mandou anjos para fechar a boca dos leões. Deus é o maior domador de leões que existe! E ele está do nosso lado! Creia nisso!!!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
VALEU IBACEN PELA FESTA DO MILHO!
"Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo a luz; porventura não a percebeis? eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo". (Isaias 43.18,19)
Existem situações em que eu prefiro escrever algo no calor da emoção. Estou na segunda feira, pela manhã, em meu escritório e me ponho a ponderar algo sobre a maior "Festa do Milho" que já fizemos em nossa igreja desde 1998.
Foi um deleite trabalhar nesse fim de semana! As coordenadorias funcionando muito bem, as lideranças estabelececidas "chamando para si" toda a responsabilidade e o cerca de 200 voluntários trabalhando pela excelência da produção e do atendimento das milhares de pessoas que estiveram em nossa Festa.
No sábado pela manhã tivemos um agito para colocarmos as coisas no eixo, mas como já tinhamos trabalhado já há 15 dias com a montagem da infraestrutura de produção tudo ficou mais fácil. As barracas foram montadas na sexta, uma tenda precisou ser carregada (isso sim com o apoio de fortes braços!!!), o palco e o som foram disponibilizados madrugada àfora e no sábado à tarde a população já começou a ver e ouvir o "barulho" da Festa.
O torneio de futebol transcorreu com qualidade e animação viril. Se existe uma palavra que poderia resumir a alegria de servir a Deus na IBACEN (independente de Festa) é "superação". Somos um povo que vive superando os seus próprios limites! Podemos não ser os maiores, e nem pretendemos ser, mais o que somos dependemos totalmente do agir do Senhor em nosso meio! E Deus nos agracia infinita e surpreendentemente!!!
Tivemos problemas, sim! Percalços, sim! Pontos a melhorar, sim! Mas, terminamos sábado na forte expectativa de domingo seria melhor! Muita chuva, mais o povo vinha chegando às centenas e milhares!!! Participações no palco com o pessoal do Asaph, Banda Nexus, Ministério Igreja Batista Monte Calvário, o nosso pessoal da Música e Dança, Kids Dança e às 11:20 tivemos a participação do Ministério da Igreja Batista Monte Gerizim com uma apresentação simples, vibrante, envolvente, enfim às 00:00 fechamos toda a programação debaixo de chuva, encharcados, mas alegres, infinitamente alegres!!!
Pela madrugada de sábado e domingo, sustos: chuva, ventania, falta de energia, enfim... mas, o Senhor foi fiel e a nossa equipe de vigilância esteve à postos e evitaram o pior! Lembrei-me dos "valentes de Davi" aqueles que ousaram atravessar o território inimigo por um copo de água para o rei. Esses valentes durante o pré-Festa, a Festa propriamente dita e o pós-Festa envidaram todos os esforços possíveis e impossíveis porque sabiam que tudo valia a pena! Como é bom servir a Deus na IBACEN!
No domingo Deus já havia comentado em nosso coração que tudo seria diferente! A temperatura estava agradável, a motivação para o trabalho aumentou com os sustos da madrugada, as 150 sacas de milho acabaram logo pela manhã! O almoço especial pelo "Dias dos Pais" foi um sucesso! Restaurante lotado sempre, barracas sendo acessadas, uma livraria oferecendo titulos essenciais para o crescimento do crente, e as grandes finais do Torneio de Futebol, e tudo incrementado pela "passagem do som" em seus ajustes e investimentos maiores para que tudo ficasse impecável para a grande noite de encerramento.
Às 20:30 começamos a programação de palco, e no domingo tivemos a participação do "ouro da casa", o nossos ministérios de música e dança, e o nosso Quarteto "Unção e Louvor". Tudo foi singelo, alegre, impactante. Trouve uma reflexão bíblica em Isaias 49.14-16 e disse em alto e bom som (pela graça!) que Deus naquela noite estava gravando em suas palmas de mãos nomes para salvação!!!
Agora, o que aconteceu às 23:00 foi fantástico, uma fantástica queima de fogos em um painel escrito: "10 anos de Festa do Milho!" ao som da música "Tu és fiel" (Fernandinho) pelo nosso ministério teve uma atmosfera inesquecível. Fez-me parar e orar: "Obrigado, Senhor!".
Não citarei nomes nesse "release" da Festa, e não precisamos fazer destaques à pessoas específicas, para que toda honra e toda a glória seja dada ao nome do Senhor Jesus!!!
Valeu IBaCEN, e pelo que temos ouvido e visto, até a 11a edição da "Festa do Milho"!
Existem situações em que eu prefiro escrever algo no calor da emoção. Estou na segunda feira, pela manhã, em meu escritório e me ponho a ponderar algo sobre a maior "Festa do Milho" que já fizemos em nossa igreja desde 1998.
Foi um deleite trabalhar nesse fim de semana! As coordenadorias funcionando muito bem, as lideranças estabelececidas "chamando para si" toda a responsabilidade e o cerca de 200 voluntários trabalhando pela excelência da produção e do atendimento das milhares de pessoas que estiveram em nossa Festa.
No sábado pela manhã tivemos um agito para colocarmos as coisas no eixo, mas como já tinhamos trabalhado já há 15 dias com a montagem da infraestrutura de produção tudo ficou mais fácil. As barracas foram montadas na sexta, uma tenda precisou ser carregada (isso sim com o apoio de fortes braços!!!), o palco e o som foram disponibilizados madrugada àfora e no sábado à tarde a população já começou a ver e ouvir o "barulho" da Festa.
O torneio de futebol transcorreu com qualidade e animação viril. Se existe uma palavra que poderia resumir a alegria de servir a Deus na IBACEN (independente de Festa) é "superação". Somos um povo que vive superando os seus próprios limites! Podemos não ser os maiores, e nem pretendemos ser, mais o que somos dependemos totalmente do agir do Senhor em nosso meio! E Deus nos agracia infinita e surpreendentemente!!!
Tivemos problemas, sim! Percalços, sim! Pontos a melhorar, sim! Mas, terminamos sábado na forte expectativa de domingo seria melhor! Muita chuva, mais o povo vinha chegando às centenas e milhares!!! Participações no palco com o pessoal do Asaph, Banda Nexus, Ministério Igreja Batista Monte Calvário, o nosso pessoal da Música e Dança, Kids Dança e às 11:20 tivemos a participação do Ministério da Igreja Batista Monte Gerizim com uma apresentação simples, vibrante, envolvente, enfim às 00:00 fechamos toda a programação debaixo de chuva, encharcados, mas alegres, infinitamente alegres!!!
Pela madrugada de sábado e domingo, sustos: chuva, ventania, falta de energia, enfim... mas, o Senhor foi fiel e a nossa equipe de vigilância esteve à postos e evitaram o pior! Lembrei-me dos "valentes de Davi" aqueles que ousaram atravessar o território inimigo por um copo de água para o rei. Esses valentes durante o pré-Festa, a Festa propriamente dita e o pós-Festa envidaram todos os esforços possíveis e impossíveis porque sabiam que tudo valia a pena! Como é bom servir a Deus na IBACEN!
No domingo Deus já havia comentado em nosso coração que tudo seria diferente! A temperatura estava agradável, a motivação para o trabalho aumentou com os sustos da madrugada, as 150 sacas de milho acabaram logo pela manhã! O almoço especial pelo "Dias dos Pais" foi um sucesso! Restaurante lotado sempre, barracas sendo acessadas, uma livraria oferecendo titulos essenciais para o crescimento do crente, e as grandes finais do Torneio de Futebol, e tudo incrementado pela "passagem do som" em seus ajustes e investimentos maiores para que tudo ficasse impecável para a grande noite de encerramento.
Às 20:30 começamos a programação de palco, e no domingo tivemos a participação do "ouro da casa", o nossos ministérios de música e dança, e o nosso Quarteto "Unção e Louvor". Tudo foi singelo, alegre, impactante. Trouve uma reflexão bíblica em Isaias 49.14-16 e disse em alto e bom som (pela graça!) que Deus naquela noite estava gravando em suas palmas de mãos nomes para salvação!!!
Agora, o que aconteceu às 23:00 foi fantástico, uma fantástica queima de fogos em um painel escrito: "10 anos de Festa do Milho!" ao som da música "Tu és fiel" (Fernandinho) pelo nosso ministério teve uma atmosfera inesquecível. Fez-me parar e orar: "Obrigado, Senhor!".
Não citarei nomes nesse "release" da Festa, e não precisamos fazer destaques à pessoas específicas, para que toda honra e toda a glória seja dada ao nome do Senhor Jesus!!!
Valeu IBaCEN, e pelo que temos ouvido e visto, até a 11a edição da "Festa do Milho"!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
ESPIRITO DE BARNABÉ? VOCÊ ESTÁ DENTRO?
Amados e Amadas do Senhor, travei conhecimento de um sermão pregado pelo meu professor João Alves dos Santos sobre Barnabé e ele acabou me inspirando para, cativo às Escrituras, me colocar no estudo sobre o que Barnabé tem a nos ensinar enquanto igreja, povo de Deus, nesse tempo em que a igreja encontra-se carente de amor, tolerância, e de homens e mulheres que não coloquem seus interesses particulares acima do senso de seriedade para com a Obra de Deus.
Barnabé em Atos 4.34-37, é nos apresentado como alguém que estava sintonizado com o espírito de unidade e companheirismo da igreja em Jerusalém, que no seu primeiro século vivia o que eu poderia chamar de "o conceito 100% do que vem a ser igreja".
Eles eram liberais na condução de suas vivências financeiras porque criam que tudo o que eles possuiam deveriam ser usados totalmente no abastecimento das necessidades de todos. Enfim, eles tinham uma visão de que quem cresce no coletivo, cresce também no pessoal.
A lógica deles no que diz respeito ao dinheiro, contagiou a Barnabé que tendo um campo (tudo nos leva a crer que era o único que tinha) o vendeu e colocou todo o dinheiro aos pés dos apóstolos. Dois destaques dá para fazermos:
Primeiro, Barnabé que era da linhagem de Levi, acaba sustentando aqui em seu tempo, e isso voluntariamente, uma tradição pertencente à sua ascendência levítica, quando o próprio Deus havia determinado que Levi teria como herança o próprio Senhor, em conformidade com Deuteronômio 10.9: "Por esse tempo o Senhor separou a tribo de Levi, para levar a arca do pacto do Senhor para estar diante do Senhor, servindo-o, e para abençoar em seu nome até o dia de hoje".
Segundo, Barnabé em comum acordo com os outros crentes, colocava todo o valor de ofertas aos pés dos apostólos (Atos 4.34,37). Interessante que dinheiro tem que ser colocado nos pés da gente, sobretudo os líderes na igreja. Não é a toa que John Wesley costumava dizer que quando recebia algum dinheiro fazia questão de gastar o mais rápido e mais bem aplicado possível para que o mesmo não encontrasse o caminho de seu coração!
Ainda em Atos 9.26,27 vemos Barnabé acolhendo a Saulo, antes um ferrenho perseguidor da igreja e agora um novo convertido que precisava de amparo e um voto de confiança.
Era compreensível, sem dúvida, o medo por parte da igreja em acolher a Saulo, uma vez que eles não criam ainda de que a decisão por Jesus havia sido tão definida assim... mas, Saulo, como diz o verso 27, "tomou Saulo consigo..." em outras palavras, chamou-o para uma caminhada junto, mais perto, acolheu-o em seu peito, deu-lhe condições de ter destrancadas as algemas do coração e o resultado foi um investimento amigo e altruísta.
Quando Barnabé estava em Antioquia se alegrando com a graça de Deus naquela crescente igreja, foi atrás de Saulo e fez questão de investir nos seus dons e talentos (Atos 11.21-24).
Jóia é que Barnabé teve humildade em reconhecer que Paulo era muito melhor que ele! Pregava melhor, era mais aguerrido, mais aplicado, mais enérgico, vibrante e tudo o mais... por isso, fez questão de investir no ministério de seu liderado com graça e ternura. De líderes assim que estamos em falta hoje: homens e mulheres que admitam que precisam investir nos mais jovens, sobretudo quando eles são melhores do que os próprios mestres!!!
Foi Mattew Henry que fez esse comentário sobre essa situação toda: Barnabé "não parou pensar que poderia ser sobrepujado e ofuscado pela mente arguta e bem treinada do vigoroso Saulo de Tarso. O interesse em jogo não era o seu, mas o de Cristo. Foi buscar a Paulo para que o ajudasse, aquele que logo passaria para a linha de frente, deixando-o em segundo plano. Barnabé estava interessado na realização da obra, não na promoção do seu nome. Estaria contente à sombra de Paulo, desde que a obra fosse feita e bem feita."
Merece destaque também, a passagem de Atos 13.36-39 quando Paulo tem a oportunidade de ouro de fazer com João Marcos o que Barnabé havia um dia feito a ele, isto é, acolhimento e ternura mesmo com alguém errante e principiante, mas o texto aborda um Paulo radical que diz: "João Marcos não está apto para o ministério".
Barnabé e Paulo acabam discutindo severamente e Barnabé aceita dar um voto de confiança ao jovem João Marcos, ele enxergou o garoto com os "olhos de Deus". E mais tarde, vemos que ele tinha razão, pois João Marcos transforma-se em um baita colaborador do apóstolo Paulo, a ponto dele em I Timóteo 4.11 mandar chamá-lo enfatizando que era lhe era "muito útil".
Algumas aplicações para a minha vida e a de nossa liderança:
(a) Deus está nos chamando para sermos líderes que confiem nas pessoas, mesmo quando todas as possibilidades são contrárias, aliando firme na disciplina com a doçura do aconchego.
Nisso precisamos tanto do espírito aguerrido de Paulo, mas sem destoarmos da ternura estampada no perfil de Barnabé. É nesse ponto que eu faço uma critica aos modernos métodos de crescimento de igreja que acabam privilegiando sempre o mais expressivo, o melhor e o mais excelente e acabam se deixando levar pelos padrões marqueteiros de nosso tempo! Igreja não é empresa, gente, precisamos compreender que em nosso contexto bíblico e vivencial o melhor nem sempre é o mais bem preparado e sim o que encontra-se disponível ao trabalho de Deus.
b) Precisamos de líderes que saibam lidar com a crise de serem substituidos por liderados que sejam melhores, sem orgulho encastelado, sem amor excessivo ao poder e à posição. Infelizmente encontramos em nosso meio pastores e líderes que usam a velha e demoniaca mania de "puxar o tapete" de quem está começando, justamente temendo que amanhã ele tenha de ser liderado por um discípulo seu. Quando orgulho!
(c) Temos de ver na igreja, adultos mais velhos que compreendam que os mais jovens ("João Marcos") precisam de constante investimento e não apenas de críticas ferozes. Há pessoas mais idosas que só vêem pontos negativos nos jovens, nunca elogiam, nunca têm para com eles um senso de graça. Precisamos compreender que não adianta insistirmos nesse tom pessimista! Aqueles que hoje estão em nosso meio, mesmo com as suas traquinagens infantis precisam de um peso de confiaça para que amanhã, eles venham a tornar-se líderes expressivos em nosso meio!
Interessante que li em algum lugar que o nosso diretor geral (CBB), pr. Socrátes disse que muitas convenções estaduais elegeram jovens para o posto de presidente, isso é termomêtro desse tempo que vivemos em que precisamos de "Barnabés", isto é, homens e mulhres que saibam que uma palavra amiga, uma exortação e um incentivo (não é a toa que Barnabé é "filho da consolação ou da profecia") será sempre bem-vinda!
Que surjam "Barnabés" em nosso meio, gente graúda que investe nos "pequenos" com espírito tolerante e que enxerguem "Paulos" e "João Marcos" que precisam de investimento!
Barnabé em Atos 4.34-37, é nos apresentado como alguém que estava sintonizado com o espírito de unidade e companheirismo da igreja em Jerusalém, que no seu primeiro século vivia o que eu poderia chamar de "o conceito 100% do que vem a ser igreja".
Eles eram liberais na condução de suas vivências financeiras porque criam que tudo o que eles possuiam deveriam ser usados totalmente no abastecimento das necessidades de todos. Enfim, eles tinham uma visão de que quem cresce no coletivo, cresce também no pessoal.
A lógica deles no que diz respeito ao dinheiro, contagiou a Barnabé que tendo um campo (tudo nos leva a crer que era o único que tinha) o vendeu e colocou todo o dinheiro aos pés dos apóstolos. Dois destaques dá para fazermos:
Primeiro, Barnabé que era da linhagem de Levi, acaba sustentando aqui em seu tempo, e isso voluntariamente, uma tradição pertencente à sua ascendência levítica, quando o próprio Deus havia determinado que Levi teria como herança o próprio Senhor, em conformidade com Deuteronômio 10.9: "Por esse tempo o Senhor separou a tribo de Levi, para levar a arca do pacto do Senhor para estar diante do Senhor, servindo-o, e para abençoar em seu nome até o dia de hoje".
Segundo, Barnabé em comum acordo com os outros crentes, colocava todo o valor de ofertas aos pés dos apostólos (Atos 4.34,37). Interessante que dinheiro tem que ser colocado nos pés da gente, sobretudo os líderes na igreja. Não é a toa que John Wesley costumava dizer que quando recebia algum dinheiro fazia questão de gastar o mais rápido e mais bem aplicado possível para que o mesmo não encontrasse o caminho de seu coração!
Ainda em Atos 9.26,27 vemos Barnabé acolhendo a Saulo, antes um ferrenho perseguidor da igreja e agora um novo convertido que precisava de amparo e um voto de confiança.
Era compreensível, sem dúvida, o medo por parte da igreja em acolher a Saulo, uma vez que eles não criam ainda de que a decisão por Jesus havia sido tão definida assim... mas, Saulo, como diz o verso 27, "tomou Saulo consigo..." em outras palavras, chamou-o para uma caminhada junto, mais perto, acolheu-o em seu peito, deu-lhe condições de ter destrancadas as algemas do coração e o resultado foi um investimento amigo e altruísta.
Quando Barnabé estava em Antioquia se alegrando com a graça de Deus naquela crescente igreja, foi atrás de Saulo e fez questão de investir nos seus dons e talentos (Atos 11.21-24).
Jóia é que Barnabé teve humildade em reconhecer que Paulo era muito melhor que ele! Pregava melhor, era mais aguerrido, mais aplicado, mais enérgico, vibrante e tudo o mais... por isso, fez questão de investir no ministério de seu liderado com graça e ternura. De líderes assim que estamos em falta hoje: homens e mulheres que admitam que precisam investir nos mais jovens, sobretudo quando eles são melhores do que os próprios mestres!!!
Foi Mattew Henry que fez esse comentário sobre essa situação toda: Barnabé "não parou pensar que poderia ser sobrepujado e ofuscado pela mente arguta e bem treinada do vigoroso Saulo de Tarso. O interesse em jogo não era o seu, mas o de Cristo. Foi buscar a Paulo para que o ajudasse, aquele que logo passaria para a linha de frente, deixando-o em segundo plano. Barnabé estava interessado na realização da obra, não na promoção do seu nome. Estaria contente à sombra de Paulo, desde que a obra fosse feita e bem feita."
Merece destaque também, a passagem de Atos 13.36-39 quando Paulo tem a oportunidade de ouro de fazer com João Marcos o que Barnabé havia um dia feito a ele, isto é, acolhimento e ternura mesmo com alguém errante e principiante, mas o texto aborda um Paulo radical que diz: "João Marcos não está apto para o ministério".
Barnabé e Paulo acabam discutindo severamente e Barnabé aceita dar um voto de confiança ao jovem João Marcos, ele enxergou o garoto com os "olhos de Deus". E mais tarde, vemos que ele tinha razão, pois João Marcos transforma-se em um baita colaborador do apóstolo Paulo, a ponto dele em I Timóteo 4.11 mandar chamá-lo enfatizando que era lhe era "muito útil".
Algumas aplicações para a minha vida e a de nossa liderança:
(a) Deus está nos chamando para sermos líderes que confiem nas pessoas, mesmo quando todas as possibilidades são contrárias, aliando firme na disciplina com a doçura do aconchego.
Nisso precisamos tanto do espírito aguerrido de Paulo, mas sem destoarmos da ternura estampada no perfil de Barnabé. É nesse ponto que eu faço uma critica aos modernos métodos de crescimento de igreja que acabam privilegiando sempre o mais expressivo, o melhor e o mais excelente e acabam se deixando levar pelos padrões marqueteiros de nosso tempo! Igreja não é empresa, gente, precisamos compreender que em nosso contexto bíblico e vivencial o melhor nem sempre é o mais bem preparado e sim o que encontra-se disponível ao trabalho de Deus.
b) Precisamos de líderes que saibam lidar com a crise de serem substituidos por liderados que sejam melhores, sem orgulho encastelado, sem amor excessivo ao poder e à posição. Infelizmente encontramos em nosso meio pastores e líderes que usam a velha e demoniaca mania de "puxar o tapete" de quem está começando, justamente temendo que amanhã ele tenha de ser liderado por um discípulo seu. Quando orgulho!
(c) Temos de ver na igreja, adultos mais velhos que compreendam que os mais jovens ("João Marcos") precisam de constante investimento e não apenas de críticas ferozes. Há pessoas mais idosas que só vêem pontos negativos nos jovens, nunca elogiam, nunca têm para com eles um senso de graça. Precisamos compreender que não adianta insistirmos nesse tom pessimista! Aqueles que hoje estão em nosso meio, mesmo com as suas traquinagens infantis precisam de um peso de confiaça para que amanhã, eles venham a tornar-se líderes expressivos em nosso meio!
Interessante que li em algum lugar que o nosso diretor geral (CBB), pr. Socrátes disse que muitas convenções estaduais elegeram jovens para o posto de presidente, isso é termomêtro desse tempo que vivemos em que precisamos de "Barnabés", isto é, homens e mulhres que saibam que uma palavra amiga, uma exortação e um incentivo (não é a toa que Barnabé é "filho da consolação ou da profecia") será sempre bem-vinda!
Que surjam "Barnabés" em nosso meio, gente graúda que investe nos "pequenos" com espírito tolerante e que enxerguem "Paulos" e "João Marcos" que precisam de investimento!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
NINGUEM FAZ NADA SOZINHO!
“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmo 133.1).
Perguntado a cerca de uma hora no programa de TV da Fabiola (“Programa Vida & Saúde", TV MASTER) qual era o meu maior destaque nas nove edições da “Grande Festa do Milho” eu respondi sem pestanejar: “a força dos nossos voluntários”.
Esse ano nós firmamos contato com um bom “Grupo de Trabalho” com vinte cooperadores, dentre estes há destaque para 04 coordenadoras e outros 16 líderes de barracas e de áreas estratégicas da Festa. Estamos estimando para esse ano 200 voluntários dedicando-se diuturnamente nos dois dias desse fim de semana (09 e 10 de agosto).
Além disso, tudo vamos contar com cooperadores pertencentes de outras igrejas evangélicas e pessoas queridas de nossa comunidade que, mesmo não pertencendo ao nosso grupo de irmãos de fé participarão porque vêem na Festa do Milho uma oportunidade de uma integração saudável entre a comunidade e a igreja. Cremos que frutos espirituais virão dessa união!
Nossa Festa é um dos poucos eventos evangélicos em que o apoio do Poder Público é prezado pela lisura e legalidade de processos, sem qualquer conotação político-partidário. O nosso povo é doutrinado a ser livre no exercício da política sem firmar alianças espúrias e perigosas com o adesismo político de última hora. Somos livres, e como bons batistas defendemos a completa separação entre igreja e Estado!
A força do nosso povo me emociona! Lendo esse verso acima destacado algumas realidades me vêem à mente:
01) Causa delicia a alma humana ter alguém a quem compartilhar algum projeto que seja nobre.
O texto diz como que num suspiro: “oh! Quão bom e suave...”. No mundo competitivo e carnal que vivemos, estamos sempre nos esbarrando na já famosa lei de Gérson: “o negócio é levar vantagem em tudo”.
Recentemente fiquei surpreendido ao saber que, logo na porta do hospital que trata de pacientes com câncer na cidade do Rio de Janeiro há uma mulher que monta a sua barraca para vender perucas! Isso mesmo! Ela aproveita o filão de pessoas que saem adoecidas emocionalmente pela aplicação danosa (embora seja terapêutica) de quimioterapia para apresentar um produto aquelas que certamente perderão seus cabelos naturais! Pode ser algo do “jeitinho carioca de ser”, mas me parece altamente de mau gosto e despropósito!
Agora quando somos chamados a viver um compartilhamento tão visceral da dor do nosso próximo a ponto de estarmos unidos com ele, e não meramente juntos, podemos exclamar: “isso é bom e agradável!!!”. A sociedade está carente de pessoas que tenham no coração o interesse de manter relacionamentos que sejam desinteressados de outros valores que não o de, pura e simplesmente, amar e ser amado!
02) Tem que haver constância na caminhada de amor solidário envolvendo as pessoas.
Repare comigo que o texto diz: “vivam em união”. Não se trata de viver hoje e depois parar de viver em união. É viver em união, envolve uma dinâmica muito mais ativa e presente. Nada de algo fortuito e sem continuidade.
Olha, certa feita ouvi uma frase feliz: “quando se sonha sozinho é apenas um sonho, quando se compartilha esse sonho, ele se torna realidade”. Viver em união implica em fazer valer a preocupação de orbitar a nossa vida em torno do outro e não de nós mesmos! Não podemos aceitar sermos verdadeiros parasitas sociais, olhando apenas para nosso próprio umbigo. Aceitamos o desafio de fazer do outro nossa agenda de vida!
Vivermos em união é a nossa grande obsessão e sempre dependendo uns dos outros, uma vez que todos são importantes. Não podemos ser como aquela centopéia de uma crônica conhecida: o macaco lhe perguntou qual das cem perninhas ela mexia primeiro para caminhar. Ela então parou, pensou, pensou e nunca mais voltou a andar.
Não importa quem é o principal. Na ótica de Jesus o maior é aquele que serve e não aquele que é servido! Não se esqueça disso! (Lucas 22.26)
Perguntado a cerca de uma hora no programa de TV da Fabiola (“Programa Vida & Saúde", TV MASTER) qual era o meu maior destaque nas nove edições da “Grande Festa do Milho” eu respondi sem pestanejar: “a força dos nossos voluntários”.
Esse ano nós firmamos contato com um bom “Grupo de Trabalho” com vinte cooperadores, dentre estes há destaque para 04 coordenadoras e outros 16 líderes de barracas e de áreas estratégicas da Festa. Estamos estimando para esse ano 200 voluntários dedicando-se diuturnamente nos dois dias desse fim de semana (09 e 10 de agosto).
Além disso, tudo vamos contar com cooperadores pertencentes de outras igrejas evangélicas e pessoas queridas de nossa comunidade que, mesmo não pertencendo ao nosso grupo de irmãos de fé participarão porque vêem na Festa do Milho uma oportunidade de uma integração saudável entre a comunidade e a igreja. Cremos que frutos espirituais virão dessa união!
Nossa Festa é um dos poucos eventos evangélicos em que o apoio do Poder Público é prezado pela lisura e legalidade de processos, sem qualquer conotação político-partidário. O nosso povo é doutrinado a ser livre no exercício da política sem firmar alianças espúrias e perigosas com o adesismo político de última hora. Somos livres, e como bons batistas defendemos a completa separação entre igreja e Estado!
A força do nosso povo me emociona! Lendo esse verso acima destacado algumas realidades me vêem à mente:
01) Causa delicia a alma humana ter alguém a quem compartilhar algum projeto que seja nobre.
O texto diz como que num suspiro: “oh! Quão bom e suave...”. No mundo competitivo e carnal que vivemos, estamos sempre nos esbarrando na já famosa lei de Gérson: “o negócio é levar vantagem em tudo”.
Recentemente fiquei surpreendido ao saber que, logo na porta do hospital que trata de pacientes com câncer na cidade do Rio de Janeiro há uma mulher que monta a sua barraca para vender perucas! Isso mesmo! Ela aproveita o filão de pessoas que saem adoecidas emocionalmente pela aplicação danosa (embora seja terapêutica) de quimioterapia para apresentar um produto aquelas que certamente perderão seus cabelos naturais! Pode ser algo do “jeitinho carioca de ser”, mas me parece altamente de mau gosto e despropósito!
Agora quando somos chamados a viver um compartilhamento tão visceral da dor do nosso próximo a ponto de estarmos unidos com ele, e não meramente juntos, podemos exclamar: “isso é bom e agradável!!!”. A sociedade está carente de pessoas que tenham no coração o interesse de manter relacionamentos que sejam desinteressados de outros valores que não o de, pura e simplesmente, amar e ser amado!
02) Tem que haver constância na caminhada de amor solidário envolvendo as pessoas.
Repare comigo que o texto diz: “vivam em união”. Não se trata de viver hoje e depois parar de viver em união. É viver em união, envolve uma dinâmica muito mais ativa e presente. Nada de algo fortuito e sem continuidade.
Olha, certa feita ouvi uma frase feliz: “quando se sonha sozinho é apenas um sonho, quando se compartilha esse sonho, ele se torna realidade”. Viver em união implica em fazer valer a preocupação de orbitar a nossa vida em torno do outro e não de nós mesmos! Não podemos aceitar sermos verdadeiros parasitas sociais, olhando apenas para nosso próprio umbigo. Aceitamos o desafio de fazer do outro nossa agenda de vida!
Vivermos em união é a nossa grande obsessão e sempre dependendo uns dos outros, uma vez que todos são importantes. Não podemos ser como aquela centopéia de uma crônica conhecida: o macaco lhe perguntou qual das cem perninhas ela mexia primeiro para caminhar. Ela então parou, pensou, pensou e nunca mais voltou a andar.
Não importa quem é o principal. Na ótica de Jesus o maior é aquele que serve e não aquele que é servido! Não se esqueça disso! (Lucas 22.26)
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
MOTIVAÇÃO TOTAL PARA A FESTA DO MILHO!
“Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos”. (Atos 2.47)
Esse clima de preparação para a “Festa do Milho” consagra o serviço cristão em nossa igreja. É um tempo marcado por encontros, reuniões, mutirões e várias conversas no corredor da igreja visando o mesmo fim: fazer uma festa marcante para o nosso Deus!
São várias coordenadorias que formam lideranças com corações postos à obra do Senhor com afinco, dedicação e alta dose de superação. É gente que não come o pão da preguiça, que vai além, que insiste em fazer o melhor acontecer!
Desde o ano de 1998 quando começamos a fazer esse evento, sempre no segundo fim de semana de agosto, temos alguns princípios para a nossa festa, e eles estão presentes no texto acima:
(a) A base da motivação está em Deus.
O nosso louvor a Deus com a “Festa do Milho” envolve uma gratidão pelos benefícios que o Senhor tem dado à nossa igreja ao longo de nossa história. Somos uma igreja local, batista, filiada à Convenção Batista Brasileira, com 15 anos, com um percentual alto de novos crentes que vem sendo discipulados pela nossa liderança ao longo desse tempo.
Nosso pessoal tem aprendido ao toque da oração genuína transformar realidades conflitantes e crises impressionantes com a humildade dos grandes servos de Deus do passado. Agora mesmo, acabo de receber uma ligação de um irmão querido, Jacson, confirmando os efeitos da mensagem em Daniel 6.10-17 que preguei ontem. Temos aprendido como igreja a amarmos as Escrituras, e a aceitarmos o desafio de termos uma vida de oração regular, intensa, generosa, agonizante, vibrante e urgente!
Tudo o que fazemos em relação à “Festa do Milho” tem Deus como eixo central. Não trabalhamos para os homens em primeiro plano, queremos vê-los bem, consideramos à comunidade que nos cerca, mas amamos primeiramente a Deus. Fazemos coro com o que diz Paulo em Gálatas 1.10: “Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.”.
(b) O alcance da nossa motivação é a nossa comunidade.
Estar plantado como igreja no coração da Grande Japuiba é um privilégio que esconde grandes responsabilidades. Olha só! Deus permitiu que em 1997 comprássemos um terreno logo na Avenida Principal de nosso bairro. Éramos 54 membros na época. E o valor do terreno correspondia às nossas entradas em um ano inteiro! Mas, aceitamos o desafio, e já em 1998 começamos a construir o templo que estamos reunidos desde 2006.
Hoje temos uma Praça construída ao lado do nosso templo. Próximo ao mesmo existe o Aeroporto Municipal que vem recebendo fortes investimentos nos últimos anos para se equipar e servir melhor à nossa cidade. E, ainda mais, Deus tem nos dado recursos para avançarmos em nossa construção com o clímax da excelência: pisos, janelas, forro, sonotecnica, salas de crianças, almoxarifados, enfim, com tudo o que de melhor expressa nossa glória ao Deus que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pedro 2.9).
Nossa comunidade formada primeiramente pelos moradores da Japuiba, que é o maior bairro da cidade de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro faz parte de nosso proposta de alcance de pessoas que desejam servir a Deus conosco, genuinamente convertidos pela intervenção sobrenatural do Espírito Santo de Deus. São cerca de 30 mil pessoas carentes do amor e da graça do Eterno com seus olhos atentos ao nosso procedimento enquanto igreja e que, tem na “Festa do Milho” oportunidade para conhecer nossas dependências, identificar nossos membros e conhecer um pouco da Graça de Deus espelhada em nós.
Fazemos a “Festa do Milho” com essa motivação em mente: temos de alcançar os corações e não apenas, os bolsos das pessoas que nos vêm. Há dados oficiais que nos contam de algo em torno de 4000 pessoas passam pela nossa Festa nestes dois dias de evento. Trata-se da maior festa evangélica de nossa cidade! E para a glória de Deus, certamente coisas incríveis da parte de Deus estão para acontecer. Eu não tenho dúvidas de que esse ano não será diferente e vidas serão acrescentadas pelo Senhor.
Em suma, queremos ter o espírito da igreja em Jerusalém que louvava a Deus, caia na graça do povo e assistia o Senhor acrescentando os que iam sendo salvos. Eu disse ontem na igreja que eu creio que Jesus encontrará no meio de nossa Festa ovelhas dEle que ainda não são de seu aprisco e que Ele conduzirá. (João 10.16)
Nossa oração tem sido: “Senhor aumente nossa sensibilidade espiritual para fazermos dessa “Festa do Milho” em sua décima edição, com começo no dia 09/08 às 09h00min e encerramento no dia 10/08 às 23h00min um marco na nossa história a ponto de encerrarmos (e já vou imaginando como será!!!) recitando juntos o Salmo 126.3: “Sim, grandes coisas fez o Senhor pos nós, e por isso estamos alegres”.
Vamos nos motivar mutuamente e caso Satanás tente semear a semente do desânimo e da divisão em seu coração, repreende e mande-o sair no nome do Senhor Jesus. Afinal de contas, quem serve a Deus não pode se dar ao luxo de ficar como expectador, e sim deve ser participante daquilo que Ele está fazendo no meio do seu povo com ou sem a sua participação.
Esse clima de preparação para a “Festa do Milho” consagra o serviço cristão em nossa igreja. É um tempo marcado por encontros, reuniões, mutirões e várias conversas no corredor da igreja visando o mesmo fim: fazer uma festa marcante para o nosso Deus!
São várias coordenadorias que formam lideranças com corações postos à obra do Senhor com afinco, dedicação e alta dose de superação. É gente que não come o pão da preguiça, que vai além, que insiste em fazer o melhor acontecer!
Desde o ano de 1998 quando começamos a fazer esse evento, sempre no segundo fim de semana de agosto, temos alguns princípios para a nossa festa, e eles estão presentes no texto acima:
(a) A base da motivação está em Deus.
O nosso louvor a Deus com a “Festa do Milho” envolve uma gratidão pelos benefícios que o Senhor tem dado à nossa igreja ao longo de nossa história. Somos uma igreja local, batista, filiada à Convenção Batista Brasileira, com 15 anos, com um percentual alto de novos crentes que vem sendo discipulados pela nossa liderança ao longo desse tempo.
Nosso pessoal tem aprendido ao toque da oração genuína transformar realidades conflitantes e crises impressionantes com a humildade dos grandes servos de Deus do passado. Agora mesmo, acabo de receber uma ligação de um irmão querido, Jacson, confirmando os efeitos da mensagem em Daniel 6.10-17 que preguei ontem. Temos aprendido como igreja a amarmos as Escrituras, e a aceitarmos o desafio de termos uma vida de oração regular, intensa, generosa, agonizante, vibrante e urgente!
Tudo o que fazemos em relação à “Festa do Milho” tem Deus como eixo central. Não trabalhamos para os homens em primeiro plano, queremos vê-los bem, consideramos à comunidade que nos cerca, mas amamos primeiramente a Deus. Fazemos coro com o que diz Paulo em Gálatas 1.10: “Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.”.
(b) O alcance da nossa motivação é a nossa comunidade.
Estar plantado como igreja no coração da Grande Japuiba é um privilégio que esconde grandes responsabilidades. Olha só! Deus permitiu que em 1997 comprássemos um terreno logo na Avenida Principal de nosso bairro. Éramos 54 membros na época. E o valor do terreno correspondia às nossas entradas em um ano inteiro! Mas, aceitamos o desafio, e já em 1998 começamos a construir o templo que estamos reunidos desde 2006.
Hoje temos uma Praça construída ao lado do nosso templo. Próximo ao mesmo existe o Aeroporto Municipal que vem recebendo fortes investimentos nos últimos anos para se equipar e servir melhor à nossa cidade. E, ainda mais, Deus tem nos dado recursos para avançarmos em nossa construção com o clímax da excelência: pisos, janelas, forro, sonotecnica, salas de crianças, almoxarifados, enfim, com tudo o que de melhor expressa nossa glória ao Deus que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pedro 2.9).
Nossa comunidade formada primeiramente pelos moradores da Japuiba, que é o maior bairro da cidade de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro faz parte de nosso proposta de alcance de pessoas que desejam servir a Deus conosco, genuinamente convertidos pela intervenção sobrenatural do Espírito Santo de Deus. São cerca de 30 mil pessoas carentes do amor e da graça do Eterno com seus olhos atentos ao nosso procedimento enquanto igreja e que, tem na “Festa do Milho” oportunidade para conhecer nossas dependências, identificar nossos membros e conhecer um pouco da Graça de Deus espelhada em nós.
Fazemos a “Festa do Milho” com essa motivação em mente: temos de alcançar os corações e não apenas, os bolsos das pessoas que nos vêm. Há dados oficiais que nos contam de algo em torno de 4000 pessoas passam pela nossa Festa nestes dois dias de evento. Trata-se da maior festa evangélica de nossa cidade! E para a glória de Deus, certamente coisas incríveis da parte de Deus estão para acontecer. Eu não tenho dúvidas de que esse ano não será diferente e vidas serão acrescentadas pelo Senhor.
Em suma, queremos ter o espírito da igreja em Jerusalém que louvava a Deus, caia na graça do povo e assistia o Senhor acrescentando os que iam sendo salvos. Eu disse ontem na igreja que eu creio que Jesus encontrará no meio de nossa Festa ovelhas dEle que ainda não são de seu aprisco e que Ele conduzirá. (João 10.16)
Nossa oração tem sido: “Senhor aumente nossa sensibilidade espiritual para fazermos dessa “Festa do Milho” em sua décima edição, com começo no dia 09/08 às 09h00min e encerramento no dia 10/08 às 23h00min um marco na nossa história a ponto de encerrarmos (e já vou imaginando como será!!!) recitando juntos o Salmo 126.3: “Sim, grandes coisas fez o Senhor pos nós, e por isso estamos alegres”.
Vamos nos motivar mutuamente e caso Satanás tente semear a semente do desânimo e da divisão em seu coração, repreende e mande-o sair no nome do Senhor Jesus. Afinal de contas, quem serve a Deus não pode se dar ao luxo de ficar como expectador, e sim deve ser participante daquilo que Ele está fazendo no meio do seu povo com ou sem a sua participação.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
VOU CONTINUAR SEMEANDO!
“Se você não puder ver os resultados, enquanto estiver nessa terra, lembre-se que você é apenas responsável por seu labutar e não pelo sucesso. Continue semeando, continue batalhando!” (C. H. Spurgeon).
Eu fico encantado com os pormenores do Salmo 126. O contexto narra um júbilo pela saída do povo de Deus do doloroso período de cativeiro em terras babilônias. O regozijo é estampado em várias expressões de alegria ao longo de toda a porção bíblica.
Em resumo, o povo que já havia pendurado suas harpas nos “salgueiros chorões” por não conseguirem cantar louvores ao Senhor em terra estrangeira agora se unem em um som festivo e delirante de louvor e adoração pelos feitos do Senhor em favor deles.
É fato que o povo de Deus nunca se sentiu “em casa” na Babilônia, embora saibamos historicamente que muitos optaram em permanecer em exílio, uma vez que já haviam lucrado dividendos com os babilônios, a verdade taxativa é que quem é de Jerusalém não se sente bem na Babilônia.
Agora, o texto a meu ver chega ao seu clímax no verso 06: “Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com jubilo, trazendo os seus feixes”. Aqui eu aprendo algumas lições sobre a semeadura que aplico para a minha vida pessoal:
(a) Semear é um ato de responsabilidade.
O semeador não tem outra coisa a fazer se não ser fiel à sua missão (semear). Não há lugar para preguiçosos na trilha do sucesso! Alguém já disse que o único lugar em que “sucesso” vem antes de “trabalho” é no dicionário! Se não semear não se pode esperar a colheita. É uma verdade óbvia, mas desobedecida por muitos que, ficam esperando sentados a vitória cair em seus colos quando na realidade o desafio vital é justamente: sair para semear.
Sair de sua “zona de conforto”, do seu lugarzinho comum, buscar alternativas para os seus problemas, deixar a inércia, enfim, abandonar o seu pessimismo genético e insistir na conquista de novos territórios para a sua vida pessoal. Tenho aprendido que não ousar, por medo de arriscar é decretar para si mesmo a perpetuação da desgraça!
(b) Semear é um ato de fé.
Quando se lança a semente na terra, o lavrador não tem mais controle da semente, agora tudo depende dela mesma! Ai entra o mistério da fé! A germinação de nossos sonhos (e das promessas que eu venho requerendo do Senhor) virá por meio da minha atitude de confiança no Deus que é eterno e bom!
Lendo ontem um sermão de Martin Lloyd Jones me vi refletindo sobre um aspecto importantíssimo de nossa vida de oração, o ponto de que as alegações, argumentos e solicitações são legitimas em nossa oração. O grande pregador do século passado acrescenta: “Acredito que Deus, como Pai, Se deleita em ouvir tais alegações, arrazoados e argumentos. Esta flébil geração de cristãos parece que esqueceu aquilo em que nossos pais costumavam deleitar-se quando falavam em ‘reclamar as promessas’”.
A fé envolve esse elemento de “reclamar as promessas”, isto não tem nada a ver com as exigências pitorescas feitas pelos adeptos da chamada “confissão positiva”, tão comuns aos neo-pentecostais de nosso tempo. Essa atitude apregoada por Lloyd Jones e confirmada nas Escrituras é o de pedir insistentemente até o ponto de escutar o próprio Deus dando a resposta, com o apaziguamento de nosso homem interior pelo sopro fantástico do Espírito Santo.
(c) Semear é um ato de paciência.
Para germinar a semente tem de morrer (João 12.24). É um morrer temporário, pois eis que a semente surgirá na terra em um pequeno espaço de tempo. Mas o semeador precisa ter paciência, porque ele precisa saber esperar. Já reparou que você pode estar esperando o leite ferver, mas é quando você vira as costas que ele derrama?
Paciência não tem a ver com obsessão em ficar observando sofregamente as semeadas à espera de resultados imediatos. Lembre-se da frase de Spurgeon acima, você é responsável pelo labutar e não pelo sucesso. Talvez não aja uma profissão que dependa mais da ação sobrenatural do Senhor Deus do que o agricultor. Porque ele dependia sempre de coisas que não estavam ao seu controle: chuvas, proteção de pragas, sol na medida certa, enfim, há uma dependência irrestrita do Eterno.
Olha, vou participar de um grupo de pastores amigos no desejo de crescer no entendimento da prática da oração e jejum. Quero ir a um nível mais além em relação à cotidianidade. Vou viver isso na minha vida pessoal e depois vou compartilhar com as pessoas a quem tenho o dever de cuidar.
Estou decidido a viver esses princípios que acabei de compartilhar com vocês: semeando com responsabilidade, fé e paciência e tenho certeza que, em breve compartilharemos muitos “feixes de trigo” que servirão de alimento para as nossas almas tão carentes da verdade em um mundo onde o engano é tão bem aceito!
Eu fico encantado com os pormenores do Salmo 126. O contexto narra um júbilo pela saída do povo de Deus do doloroso período de cativeiro em terras babilônias. O regozijo é estampado em várias expressões de alegria ao longo de toda a porção bíblica.
Em resumo, o povo que já havia pendurado suas harpas nos “salgueiros chorões” por não conseguirem cantar louvores ao Senhor em terra estrangeira agora se unem em um som festivo e delirante de louvor e adoração pelos feitos do Senhor em favor deles.
É fato que o povo de Deus nunca se sentiu “em casa” na Babilônia, embora saibamos historicamente que muitos optaram em permanecer em exílio, uma vez que já haviam lucrado dividendos com os babilônios, a verdade taxativa é que quem é de Jerusalém não se sente bem na Babilônia.
Agora, o texto a meu ver chega ao seu clímax no verso 06: “Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com jubilo, trazendo os seus feixes”. Aqui eu aprendo algumas lições sobre a semeadura que aplico para a minha vida pessoal:
(a) Semear é um ato de responsabilidade.
O semeador não tem outra coisa a fazer se não ser fiel à sua missão (semear). Não há lugar para preguiçosos na trilha do sucesso! Alguém já disse que o único lugar em que “sucesso” vem antes de “trabalho” é no dicionário! Se não semear não se pode esperar a colheita. É uma verdade óbvia, mas desobedecida por muitos que, ficam esperando sentados a vitória cair em seus colos quando na realidade o desafio vital é justamente: sair para semear.
Sair de sua “zona de conforto”, do seu lugarzinho comum, buscar alternativas para os seus problemas, deixar a inércia, enfim, abandonar o seu pessimismo genético e insistir na conquista de novos territórios para a sua vida pessoal. Tenho aprendido que não ousar, por medo de arriscar é decretar para si mesmo a perpetuação da desgraça!
(b) Semear é um ato de fé.
Quando se lança a semente na terra, o lavrador não tem mais controle da semente, agora tudo depende dela mesma! Ai entra o mistério da fé! A germinação de nossos sonhos (e das promessas que eu venho requerendo do Senhor) virá por meio da minha atitude de confiança no Deus que é eterno e bom!
Lendo ontem um sermão de Martin Lloyd Jones me vi refletindo sobre um aspecto importantíssimo de nossa vida de oração, o ponto de que as alegações, argumentos e solicitações são legitimas em nossa oração. O grande pregador do século passado acrescenta: “Acredito que Deus, como Pai, Se deleita em ouvir tais alegações, arrazoados e argumentos. Esta flébil geração de cristãos parece que esqueceu aquilo em que nossos pais costumavam deleitar-se quando falavam em ‘reclamar as promessas’”.
A fé envolve esse elemento de “reclamar as promessas”, isto não tem nada a ver com as exigências pitorescas feitas pelos adeptos da chamada “confissão positiva”, tão comuns aos neo-pentecostais de nosso tempo. Essa atitude apregoada por Lloyd Jones e confirmada nas Escrituras é o de pedir insistentemente até o ponto de escutar o próprio Deus dando a resposta, com o apaziguamento de nosso homem interior pelo sopro fantástico do Espírito Santo.
(c) Semear é um ato de paciência.
Para germinar a semente tem de morrer (João 12.24). É um morrer temporário, pois eis que a semente surgirá na terra em um pequeno espaço de tempo. Mas o semeador precisa ter paciência, porque ele precisa saber esperar. Já reparou que você pode estar esperando o leite ferver, mas é quando você vira as costas que ele derrama?
Paciência não tem a ver com obsessão em ficar observando sofregamente as semeadas à espera de resultados imediatos. Lembre-se da frase de Spurgeon acima, você é responsável pelo labutar e não pelo sucesso. Talvez não aja uma profissão que dependa mais da ação sobrenatural do Senhor Deus do que o agricultor. Porque ele dependia sempre de coisas que não estavam ao seu controle: chuvas, proteção de pragas, sol na medida certa, enfim, há uma dependência irrestrita do Eterno.
Olha, vou participar de um grupo de pastores amigos no desejo de crescer no entendimento da prática da oração e jejum. Quero ir a um nível mais além em relação à cotidianidade. Vou viver isso na minha vida pessoal e depois vou compartilhar com as pessoas a quem tenho o dever de cuidar.
Estou decidido a viver esses princípios que acabei de compartilhar com vocês: semeando com responsabilidade, fé e paciência e tenho certeza que, em breve compartilharemos muitos “feixes de trigo” que servirão de alimento para as nossas almas tão carentes da verdade em um mundo onde o engano é tão bem aceito!
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