terça-feira, 7 de junho de 2016

MISSÕES: VOCÊ TEM UM COMPROMISSO!


"Em seu nome as nações colocarão sua esperança". (Mateus 12.21, NVI)

Nós temos como igreja um compromisso para com as nações! Eu tenho em mente depoimentos de missionários que estão conscientes de que esta é a geração que avançará em conquistas de novos campos ao Senhor! Temos como brasileiros, boa aceitação em vários lugares, por conta de nossa cultura e o modo como lidamos com o diferente, a despeito de todas as complicações que temos em nosso país, somos a maior nação missionária do mundo!

Um “celeiro missionário”! Mas, ainda temos de fazer mais, sobretudo no que diz respeito às missões transculturais. Quem tem dedicado a sua vida na preparação de obreiros para campos fora de nosso país é o pr. David Botelho. Ele tem um ministério arrojado em Minas Gerais na formação e envio de jovens ao campo. Algumas de suas falas são contundentes e reforçam o fato de que, como igreja, precisamos agir.

Em uma entrevista concedida a um site de noticias evangélicas, em 2012, David Botelho foi perguntado do motivo pelo qual ele comparava a igreja evangélica brasileira com a “igreja de Laodiceia” de Apocalipse. Repare o que ele respondeu:

“As águas de Laodiceia não eram nem frias e nem quentes e só davam ânsia de vômito. Ao mesmo tempo as águas de cidades vizinhas como Hierápolis eram termais e as de Colossos eram frias e boas para beber. Jesus sentiu vontade de vomitar de sua boca a Igreja de Laodiceia, pois era autossuficiente e tinha a falsa confiança. Creio que a Igreja brasileira está vivendo a mesma condição hoje, pois é antropocêntrica [centrada no homem], parece que tudo é voltado para o bel prazer de seus líderes e o conforto dos membros.”

Nada mais atual! E olha que se passaram 05 anos dessa entrevista! Precisamos voltar a ocupar os “templos” e as “casas”, temos de retornar ao modelo de igreja proposto por Jesus e vivido pelos apóstolos no livro de “Atos”. Temos de ser mais práticos e menos teóricos! Chega de discussões polemicas, enquanto o mundo está caminhando a passos largos para uma hecatombe!

Vamos ganhar as nações para Jesus! No que depender de você, vamos recuar ou vamos avançar?

terça-feira, 19 de abril de 2016

"CAOS NA FAMILIA": LEIA ESSE LIVRO!

“Não importa como você foi criado, a partir da leitura desta obra, aprenda que você pode fazer diferente sendo obediente a Deus. Assim, sua família estará segura!”. (Pr. Leonardo Alves de Almeida)

Realizamos dos dias 06/03 até 10/04 nossa campanha pelas famílias de nossa igreja. Nosso tema abordado foi “famílias que vencem”. Foram mensagens diversas, programas especiais, e o cerne da campanha: os devocionais familiares. Deus nos falou poderosamente! Se você não se inteirou ainda do valor da família, procure se sintonizar o mais rapidamente possível, lembre-se que: “nenhum sucesso na vida compensa o fracasso dentro de casa”.

Para coroar esse tempo de reflexões em família no domingo passado tivemos o lançamento de meu livro com o título de “caos na família: toda desobediência será castigada”. Foram vendidos cerca de 150 exemplares, e o saldo, mais do que o financeiro foi de que vidas foram alcançadas com exposições bíblicas que impactarão a nossa vida familiar.

Já está em curso a segunda edição do livro, e ele será lançado em várias cidades do nosso Estado, e através do formato e-book ele chegará a várias cidades do Brasil e, quem sabe, do mundo! Mas o meu ponto nesse artigo, não é sobre o alcance do livro, mas sim no reforço para uma busca dos valores divinos para a família.

Tenho estado desgostoso com o nível de seriedade de muitos em relação à vida familiar. Divórcios são declarados tão facilmente, que esse fato me faze concordar com uma fala do renomado pr. Jaime Kemp que trabalha há cerca de 40 anos com ministério voltado às famílias, em que certa feita afirmou que é mais fácil pedir o divórcio, hoje no Brasil, do que pedir o desligamento da energia elétrica em nossos lares.

Divórcio é a declaração de afronta ao senhorio de Jesus Cristo! Lembro a você que a palavra “divórcio” na frase “termo de divórcio” (Mateus 19.7) relaciona-se com a palavra usada para “derrubar árvores” e até mesmo “decapitar”. Isso mesmo, o divórcio é sempre uma violência!

Meu segundo livro, em 2017 terá como tema: “o evangelho que se perdeu”, e ele será a integra de três exposições minhas em Marcos 10. E neste livro eu afirmarei que o verdadeiro evangelho implica em reconhecimento do senhorio de Jesus no casamento, na simplicidade de alma de uma criança e na completa independência que temos manter em relação aos bens materiais.

Vou continuar proclamando isso, pois eu creio: solidez na família faz parte da essência evangélica da nossa mensagem. Simples assim.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

“CAOS NA FAMILIA”! ESSE LIVRO É PRÁ VOCÊ!

“Sem dúvida este livro, numa leitura curta, profunda e eletrizante, mexerá com a sua mente, fazendo você refletir sobre o relacionamento familiar.” (Pr. Macário)

Entendo que há tempo para todos os projetos que nossa mente humana programa! O sábio Salomão estava com razão quando escreveu:

Eclesiastes 3:1

1 - TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Finalmente chegou o tempo de colocar em um livro o conteúdo de algumas das mensagens que o Senhor tem colocado no meu coração para compartilhar com esse rebanho tão precioso. Por isso, surgiu o projeto para a confecção do livro “caos na família”.

São mensagens que preguei em 2013, extraídas de Genesis 26 e 27, com porções expostas com esmero e contando sempre com a unção do Senhor! O editor do livro foi o pr. Jonas Celestino Ribeiro que registrou o seguinte comentário sobre essa obra e seu autor: “O teu estilo é bem vigoroso, direto, lembra bastante alguns dos profetas bíblicos. Quem tem coragem para mudar, tem coragem de ler mensagens como essas. Livros de autoajuda gospel já estão causando nojo. O povo de Deus precisa de mensagem profética com forte embasamento bíblico.”

Fico com o coração repleto de alegria em apresentar ao meu rebanho esse precioso livro. Estamos juntos há 22 anos e Deus tem sido tão generoso para conosco! Vi muitos de vocês crescerem fisicamente e em sua maioria vi todos vocês crescendo espiritualmente! Sinto-me desafiado a permanecer fiel ao chamado que um dia recebi do Senhor!

Já estou trabalhando no segundo livro (previsão de lançamento em 2017) e sei que também por meio da escrita o Senhor continuará falando ao seu povo! É tempo de enfatizarmos a família, ela tem sido atacada por todos os lados, todos querem o mal dele, e precisamos como crentes, defendermos essa bandeira: a família é ideia de Deus!

E terminando com um trecho da canção que temos entoado nessa campanha: “Aquele que constituiu a família, por ela sempre vai zelar”.

Compre o livro. Leia o livro. Presenteie o livro.


terça-feira, 5 de abril de 2016

QUEM É QUE LHE SUSTENTA?

“Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” Isaías 40:31

O que mais vemos em nossos dias são homens e mulheres correndo! Todos estão atrasados! Todos estão agitados, e por conta disso somos uma geração de cansados! Dentre as preocupações que agitam a alma humana, uma delas está ligada justamente ao nosso sustento. Creio que por mais que se diga para si mesmo a respeito da confiança em Deus, ainda há pessoas em nosso meio que vivem como se tudo dependesse deles e não de Deus!

Somos como o coelho, no filme “Alice no país das maravilhas” que dizia repetidas vezes: “Estou atrasado”.  Falta descanso! Gosto de pensar que Deus descansou ao fim da criação, justamente porque ele se satisfez naquilo que tinha feito. Se não descansamos, é porque nunca estamos satisfeitos!

Cotton Mather (um puritano, sec. XVIII) nos ajuda nesse entendimento:

“Que nos portemos como não tendo a ninguém senão a Deus em nossas aflições: E deixamos que nossas aflições nos façam mais conforme Deus é. E quando tal conformidade estiver sendo efetivada, possamos então dizer: 'Foi-me bom ter sido afligido’”.

Salmos 119:71

71 - Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos.

Encontramos sentido em todo o nosso sofrimento quando partimos do pressuposto de que através dele conhecemos mais de Deus! Somos burilados como um diamante no fogo! Deus já começou um precioso processo em nossas vidas, e uma oração que precisamos fazer é: “Senhor, não desista de mim!”.

Gosto de pensar em um Deus que usa as circunstâncias para nos tornar mais dependentes dEle. Por conta desse entendimento que amo a doutrina da providência divina, e descanso no fato de que Deus é soberano, e sabe de tudo o que eu preciso. Posso terminar com o que disse o reformador João Calvino, que lançou luzes sobre essa doutrina em seu sistema teológico: “Nossa fé não tem que estar fundamentada no que nós tenhamos pensado por nós mesmos, senão no que nos foi prometido por Deus”.

terça-feira, 29 de março de 2016

VENDENDO AS LUTAS


“O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho”.  Abraham Lincoln

Temos de entender que há um propósito especial em Deus na superação das dificuldades. Um psicólogo que passou anos em um campo de concentração na Alemanha nazista, Viktor Frankl dizia que quando aprendemos o sentido do nosso sofrimento, ele passa a ser aprendizado.

Quando olhamos para trás e fazemos um exame retrospectivo de nossas vidas é claro que percebemos que, se não somos o que deveríamos ser ao menos não somos o que éramos. Isso porque crescemos! De um jeito ou de outro o sofrimento nos forjou a sermos melhores!

Gosto demais da posição de John Piper que gosta de dizer que “Deus usa o sofrimento para nos desmamar da autoconfiança e nos fazer dependentes exclusivamente dele”. E ele atesta com o que Paulo disse neste precioso texto:

II Coríntios 1:8-9

8 - Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.

9 - Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;

Logo compreendemos que tudo o que passamos na vida em nossa história como família contribuiu para o nosso crescimento, e para que vivamos o que John Piper tem vivido para ensinar: “Deus é mais glorificado em nós, quando nos satisfazemos completamente nele”.

Muitas vezes limitamos o nosso foco, ao deixarmos de perceber que as aflições podem nos levar para mais perto de Deus, e que o alvo de nossa vida nunca pode ser por uma carreira bem sucedida, mas sim por uma fé robustecida.

Tenho tido que como Jesus, estamos crucificados também entre dois ladrões: os desgostos do ontem e os temores do amanhã! Está na hora de superarmos essa trágica dicotomia! Vamos encarar a vida como uma sucessão de acontecimentos onde não podemos mudar o passado e o futuro ainda não existe, logo temos de pensar no hoje, no modo como agimos em nosso presente.

Viva para a glória de Deus! Que Deus seja glorificado em você na medida em que você se satisfaça totalmente nele!

quinta-feira, 24 de março de 2016

NÃO SE ASSUSTE COM AS TEMPESTADES!

“Quando sua perspectiva está em Deus, seu foco está naquele que vence qualquer tempestade que a vida pode trazer”.  Max Lucado

Essa frase acima me faz lembrar uma passagem bem conhecida na Bíblia, Mateus 8.23-27: o episódio em que Jesus acalma a tempestade em uma travessia do Mar da Galiléia junto com seus discípulos. Jesus estava dormindo no barco, e o vento começou a fazer estragos na embarcação. Os discípulos se desesperam e incomodam a Jesus, até que ele se levanta e profere sua palavra de autoridade sobre toda a ordem criada:

Mateus 8:26

26 - E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança.

Pensando em nossa Campanha, fico imaginando que muitas das nossas famílias têm estado em severas tempestades já há algum tempo! E mesmo Jesus estando dentro do “nosso barco”, ainda tememos por nossa sobrevivência. À semelhança dos discípulos insistimos em clamar quando deveríamos adorar!

É isso o que você acabou de ler! Adorar ao invés de clamar! Há momentos de clamar, mas há outros em que devemos apenas adorar, pois como dizia um cântico do passado: “com Cristo no barco, tudo vai muito bem, e passa o temporal”. A presença de Jesus em nossa família deve nos trazer a esperança de que, a despeito das tempestades nosso lar permanecerá de pé!

Tenho dito e repetido: no fundo o que temos é o problema no nível de nossa confiança. Não confiamos o suficiente, por isso que temos tantos atropelos na nossa vida familiar. Tudo porque sofremos da seguinte dicotomia: falamos que confiamos em Deus e agimos confiados em nós mesmos!

Experimente seguir esse conselho: mesmo com o barco sofrendo naufrágio, confie que quem está nele tem autoridade sobre a tempestade, e pode com uma palavra apenas mandar a nuvem de aflições sobre a sua casa ser precipitada longe! Ele é o Senhor da Família. E o nome dele é: JESUS.

sexta-feira, 18 de março de 2016

AME SEM MEDO DE AMAR!


“Bravo não é quem não sente medo, é quem o vence.” Nelson Mandela

Essa frase acima me faz lembrar um verso bíblico:

I João 4:18

18 - No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.

Tenho pensado sobre o mandamento de amar, e refletido em um princípio que ensinei recentemente em uma mensagem: “O resumo de toda lei é que não há opção para não amar a quem quer que seja”. O amor nunca foi e nunca será uma questão opcional para o cristão. Somos escravos do amor. O testemunho dos cristãos do primeiro século era justamente esse: “vejam, como eles se amam”. Em uma Roma, com uma estrutura social marcantemente escravagista, os cristãos se notabilizavam pela assistência aos menos favorecidos, e preste atenção: independente deles serem ou não cristãos!

O amor não pode ser uma moeda de troca, e nem muito menos uma “estratégia evangelística”. Não podemos amar as pessoas a fim de ganharmos a sua atenção, e fazermos delas nossos “alvos evangelísticos”. Isso é desprezível. Temos de amar as pessoas pelo simples fato delas serem pessoas!

Devemos amar aos não amáveis! E isso me faz lembrar, de um filme que assisti recentemente, sobre a vida do ativista pelos direitos humanos, Gandhi. Numa cena do filme ele aparece lendo a Bíblia, e é injustamente expulso da composição do trem que estava por não aceitar sair da “primeira classe”! E eram cristãos os que o expulsaram a “ponta pés”!

O jornalista Phillip Yansey diz em um dos seus livros que ele estranhava em sua infância o fato de sua igreja (Batista) enviar ofertas aos missionários que atuavam na África, mas os negros não podiam participar dos cultos de sua igreja nos Estados Unidos! Isso é amor? Claro que não.

Amor não é o que o amor diz, é o que o amor faz! Vencer o medo de amar a quem quer que seja é o nosso principal desafio na vida. E na família temos um laboratório incrível de tons e sobretons dos mais diversos, tudo convergindo para a necessidade de amarmos aqueles que nos fazem o mal constantemente. Não abra mão dessa verdade em sua vida: o amor liberta, e segundo a Bíblia: “cobre uma multidão de pecados”, I Pedro 4.8.

segunda-feira, 14 de março de 2016

IGREJA BATISTA DESVIADA

Posicionamento da Coalizão Batista Conservadora sobre a Igreja Batista em Pinheiro/AL. Conheça a Coalizão Conservadora através do site: www.coalizaoconservadora.com.br /email: coalizaoconservadora@gmail.com
“Ao ilustríssimo Sr. Presidente da Convenção Batista Brasileira,

Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins

A Coalizão Batista Conservadora, grupo de comunhão formado de batistas que zelam pelas nossas doutrinas e que não tem caráter ou intenções sectárias ou separatistas, vem perante a Diretoria da CBB, representada pelo irmão, apoiar uma manifestação oficial de nossa denominação acerca do fato ocorrido na Igreja Batista do Pinheiro, em Alagoas, fato largamente divulgado nas mídias sociais, a fim de reafirmarmos nossas convicções bíblicas sobre família, casamento e ideologia de gêneros.
Caso a referida igreja mantenha sua decisão, somos favoráveis ao seu desligamento do rol das igrejas filiadas à CBB, obedecendo todo o rito processualístico regido por seus documentos, uma vez que fere os princípios da Declaração Doutrinária vigente, adotada pela Convenção Batista Brasileira.
Ressaltamos que a principal base legal que deve respaldar tal decisão seja as Escrituras Sagradas, em detrimento a qualquer outro documento ou ideologia.
Solicitamos uma resposta desta diretoria sobre as medidas tomadas quanto ao assunto.
“Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente: Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a
paciência e doutrina”. 2 Timóteo 4:1,2

Cordialmente,

Pela Coalizão Batista Conservadora, subscreve-o:
1. Pr. João Marcos Mury Aquino – Igreja Batista Riviera - Macaé
2. Marcos Henrique Victorino Gandra – Igreja Batista Cachoeiro em Cardoso Moreira
3. Pr. Zacarias Chaves da Silva – Igreja Batista Parque Gurus – Campos dos Goytacazes
4. Ronan Pinheiro Stellet – Terceira Igreja Batista em São Fidélis
5. Pr. Joaquim José da Costa Dias – Igreja Batista em Santa Cruz – Nova Friburgo
6. Pr. Everson Chaves Silva- Primeira Igreja Batista em Nova Angra- Angra dos Reis
7. Pr. Jorge Henrique Sypriano - Igreja Batista Riviera - Macaé
8. Pr. Dinelcir de Souza Lima - Pastor - Igreja Batista Memorial de Bangu – Rio de Janeiro
9. Pr. Francisco de Assis Pereira de Lima - Igreja Batista Vila Pastor Salvador Borges – São Fidélis
10. Pr. Sebastião Roberto Vaz Moreira – Igreja Batista Central de Cardoso Moreira
11. Pr. Marcelo Dias Amaral. Primeira Igreja Batista em Raposo – Itaperuna
12. Pr. Geliel Neto Silva- Terceira Igreja Batista de Aperibé
13. Pr. Saury Alvarenga dos Santos - Primeira Igreja Batista em Itaocara
14. Pr. Marcelo da Silva Bologna - Segunda Igreja Batista em São Fidélis
15. Pr. Alex Cordeiro Machado Moreira - Quinta Igreja Batista de Nova Friburgo
16. Pr. Rumenique Oliveira da Silva. Pastor da Primeira Igreja Batista em Trajano de Moraes
17. Douglas Santos Tomé – Igreja Batista Cachoeiro em Cardoso Moreira
18. Pr. Ronem Rodrigues do Amaral - Igreja Batista Central de Italva
19. Pr. Ezequias Amancio Marins, Igreja Batista Central em Japuiba - Angra dos Reis
20. Pr. Jonazelton Nogueira da Silva. Quarta Igreja Batista em Cardoso Moreira
21. Pr. Cremilson Rezende Meirelles - Primeira Igreja Batista em Manoel Corrêa, Cabo Frio
22. Pr. Alceir Faria Pereira – Igreja Batista Parque Guarus – Campos dos Goytacazes
23. Pr. Adriano Faria - PIB em Sampaio Corrêa – Saquarema
24. Pr. Anderson dos Santos - Congregação Batista na Terra Prometida (Igreja Batista em Parque Guarus) - Campos dos Goytacazes
25. Sebastião Max dos Santos Macedo – Igreja Batista Jardim do Senhor – São Fidélis
26. Werveton Mury Campos – Igreja Batista Jardim do Senhor – São Fidélis
27. Pr. Heber Gonçalves Cunha – Segunda Igreja Batista em Cambuci
28. Gilberto de Araujo Prado – Segunda Igreja Batista em Cambuci
29. Pr. Jerri Adriani Soares Gandra – Igreja Batista Cachoeiro em Cardoso Moreira
30. Pr. Isaías Alves Machado – Igreja Batista Parque Rio Branco – Campos dos Goytacazes
31. Rodrigo Mendes Faria – Igreja Batista em Parque Guarus – Campos dos Goytacazes
32. Pr. Jonas Braga Azeredo – Igreja Batista Venda Nova – Campos dos Goytacazes
33. Josué de Andrade Leite – Igreja Batista Central em Barra Mansa

sexta-feira, 11 de março de 2016

FAMILIAS QUE VENCEM!


“Quem supera, vence!”Johann Goethe

Essa frase acima me lembra do esforço que encontramos em Josué 24.15: “mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei hoje a quem haveis de servir (...). Porém, eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

Tudo na vida é uma questão de escolha! E só pode vencer na vida aquele que supera seus próprios limites. Na família é assim o tempo todo! Somos desafiados a sermos melhores e mais excelentes em tudo, mas a conclusão que eu chego é que as pessoas se preparam para a excelência em tudo na vida, menos naquilo que é mais essencial: sua família.

Quem não investe tempo para fazer um discipulado na igreja para aperfeiçoar valores que serão aplicados na vida familiar não pode, no futuro, reclamar de que as coisas em casa não estão nada bem! É preciso romper a zona de conforto e partir para a solução dos problemas e não apenas lamuriar, cruzando os braços e esperando, como dizia Raul Seixas “a morte chegar”.

Quer vencer? Supere-se! Gosto de pensar que Josué disse: “eu e a minha casa”, e essa é a atitude de quem vence na vida, ele chama para si a responsabilidade. Pare de culpar os outros pelos seus fracassos! Encare a vida de frente! Seja como um atleta bem disciplinado que sabe que toda a sua preparação sacrificial contribuirá para sua vitória nas provas que haverão de vir! 

Vencer na vida familiar exige escolha, decisão pessoal e também coragem, eu até diria “muita coragem”. Ai eu aprendo com Charles Swindoll sobre esse ponto quando ele cita Alexander I. Soljenitsin que disse: “É preciso que alguém saliente que, desde tempos remotos, o declínio da coragem tem sido considerado o primeiro sintoma do fim”.

Que não falte em você essa coragem para mudar o que for preciso, a fim de que a sua casa seja de fato, como gostamos de cantar, “um pedaço do céu”.

A propósito, não desista de sua família!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

NOTA PÚBLICA SOBRE DEBATES ENTRE CALVINISTAS E ARMINIANOS

Diante da recorrência de discussões e ataques pessoais realizados no âmbito eclesiástico, na internet e nas redes sociais, especialmente entre calvinistas e arminianos para a defesa de posições teológicas, NÓS, abaixo subscritos, vimos a público emitir a presente nota:
Reconhecemos a importância e a historicidade do debate teológico dentro da tradição cristã como meio de defesa e salvaguarda da verdade e, consequentemente, da ortodoxia bíblica.
Apoiamos a produção e a reflexão teológica realizada no ambiente da internet, em virtude de seu caráter democrático e do livre curso de ideias, como corolário da Reforma Protestante.
Repudiamos, todavia, que para a defesa de posições teológicas haja discussões e ataques pessoais realizados em nome da fé, que promovem dissensões, inimizades e escândalo ao nome de Cristo. Rejeitamos, assim, todo e qualquer conteúdo difamatório, ofensivo e jocoso, ainda que a pretexto do humor, produzido contra irmão de vertente religiosa diversa, que atente contra sua honra e imagem.
Entendemos incompatíveis com os preceitos que devem reger a conduta dos discípulos do Mestre posturas antiéticas que estimulam a zombaria, o desrespeito e o escárnio, baseado em dolo, distorções e mentiras.
Discordamos das publicações anônimas, especialmente quando realizadas com o objetivo de provocar animosidade e discórdia entre os cristãos. Além de ser proibido constitucionalmente (Art. 5o, IV), o anonimato atenta contra os princípios bíblicos da transparência (2Co 3.18), sinceridade (Tt 2.7) e honestidade (1Tm 2.2).
Relembramos que a calúnia, a injúria e a difamação são crimes contra a honra, de acordo com o Código Penal Brasileiro, os quais não se coadunam com o caráter do verdadeiro cristão, que deve expressar o fruto do Espírito (amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança), conforme Gálatas 5.22.
Aconselhamos os cristãos piedosos a não dar audiência a páginas e grupos que promovam tais ofensas.
Defendemos e incentivamos a exposição de convicções cristãs, bem como o debate teológico na internet e nas redes sociais, de modo irênico, ou seja, de espírito pacífico (Rm 12.18), com cordialidade e respeito. A discordância e a confrontação das ideias alheias, quando for o caso, devem ser conduzidas com ética, honestidade intelectual e de maneira objetiva, sem denegrir e atacar o oponente.
Asseveramos que a produção teológica é, sobretudo, um ato de glorificação a Deus. Discussões, pois, que se desenvolvem com o único propósito de vencer desavenças intelectuais, baseadas em disputas do ego, estão longe de honrar o nome de Cristo. A determinação bíblica de “falar o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1) exige coragem, mas também responsabilidade, para os cristãos em geral e os pastores em particular, os quais devem ser, dentre outras coisas, “irrepreensíveis, honestos, moderados, aptos a ensinar, não contenciosos…” (1 Tm 3.2,3).
Citamos, a propósito, as palavras de J.I. Packer: “Se a nossa teologia não nos reaviva a consciência nem amolece o coração, na verdade endurece a ambos; se não encoraja o compromisso da fé, reforça o desinteresse que é próprio da incredulidade; se deixa de promover a humildade, inevitavelmente nutre o orgulho. Assim, aquele que expõe teologia em público, seja formalmente, no púlpito ou pela imprensa, ou informalmente, em sua poltrona, deve pensar muito sobre o efeito que seus pensamentos terão sobre o povo de Deus e outras pessoas”.
Recomendamos, assim, a importância da constante elevação bíblica e espiritual do nível dos debates teológicos. E caso nos deparemos com um irmão em Cristo com postura inadequada e não condizente com a ética e pratica cristãs, que ele seja repreendido, mas que em tal ato não falte educação e principalmente amor.
Reconhecemos as diferenças marcantes historicamente existentes entre as tradições calvinistas e arminianas, notadamente em referência à doutrina da salvação. Todavia, tais divergências teológicas não suplantam a comunhão cristã que deve haver entre os irmãos dessas duas vertentes da cristandade. Em uníssono, à luz das Escrituras Sagradas, enfatizamos que a salvação somente se alcança em Cristo somente, mediante a graça somente, pela fé somente (Rm 3.24; Ef 2.8; Tt 2.11).
Finalizamos com a menção ao episódio em que o calvinista George Whitefield foi perguntado se esperava ver o arminiano John Wesley nos céus. Sua resposta foi: “Não. John Wesley estará tão perto do Trono da Glória, e eu tão longe, que dificilmente conseguirei dar uma olhadela nele”. Assim se tratam verdadeiros cristãos que discordam em questões de soteriologia, mas que não fazem nada por contenda ou vanglória, e consideram os outros superiores a si mesmos (Fp 2.3). E, sobretudo, estes sabem o preço custoso com que foram comprados por Cristo Jesus.
18 de janeiro de 2015.
  • Augustus Nicodemus Lopes, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO.
  • Altair Germano, pastor da Assembleia de Deus – Itália, escritor.
  • Carlos Kleber Maia, pastor da Assembleia de Deus – RN, escritor de obra arminiana.
  • César Moisés de Carvalho, pastor da Assembleia de Deus, teólogo, escritor.
  • Ciro Sanches Zibordi, pastor da Assembleia de Deus na Ilha da Conceição em Niterói – RJ, escritor e articulista.
  • Clóvis José Gonçalves, membro da igreja O Brasil para Cristo e editor do blog Cinco Solas.
  • Davi Charles Gomes, Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP.
  • Euder Faber Guedes Ferreira, pastor, presidente da VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã).
  • Solano Portela Neto, presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, conferencista e autor reformado.
  • Franklin Ferreira, pastor batista, diretor geral do Seminário Martin Bucer-SP.
  • Geremias do Couto, pastor da Assembleia de Deus, escritor.
  • Glauco Barreira Magalhães Filho, pastor batista – CE, professor universitário, escritor.
  • Gutierres Fernandes Siqueira, membro da Assembleia de Deus – SP, editor do blog Teologia Pentecostal.
  • Helder Cardin, pastor batista, reitor do Seminário Palavra da Vida-SP.
  • Jamierson Oliveira, pastor batista, teólogo, escritor.
  • Jonas Madureira, pastor batista, editor de Edições Vida Nova e professor do Seminário Martin Bucer.
  • José Gonçalves, pastor da Assembleia de Deus – PI, teólogo, escritor.
  • Magno Paganelli, pastor da Assembleia de Deus – SP, teólogo, escritor.
  • Marcos Antônio Moreira Guimarães, professor de teologia, obreiro da Assembleia de Deus – MT.
  • Mauro Fernando Meister, diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper-SP.
  • Norma Cristina Braga Venâncio, escritora, membro da Igreja Presbiteriana do Pirangi, Natal-RN.
  • Paulo Romeiro, pastor, teólogo, escritor.
  • Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança de Niterói-RJ.
  • Solon Diniz Cavalcanti, pastor, teólogo, presidente do CEAB Transcultural.
  • Thiago Titillo, pastor batista, professor, escritor.
  • Tiago José dos Santos Filho, pastor batista, editor-chefe da Editora Fiel, diretor pastoral do Seminário Martin Bucer-SP.
  • Uziel Santana, presidente da Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos).
  • Valdeci do Carmo, obreiro da Assembleia de Deus, teólogo, coordenador do curso de Teologia das Faculdades Feics, Cuiabá/MT.
  • Valmir Nascimento Milomem Santos, teólogo da Assembleia de Deus, professor universitário, editor da revista Enfoque Teológico.
  • Wallace Sousa, evangelista da Assembleia de Deus, DF, escritor, pós-graduado em teologia, coordenador da União de Blogueiros Evangélicos.
  • Wellington Mariano, pastor da Assembleia de Deus, escritor e tradutor de obras arminianas.
  • Wilson Porte Junior, pastor batista e professor do Seminário Martin Bucer.
  • Zwinglio Rodrigues, pastor batista, escritor de obra arminiana.
  • Ezequias Marins, pastor batista, diretor de seminário teológico, professor de teologia sistemática.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

INTIMIDADE COM DEUS! NOSSA BUSCA!

Salmos 42:1-2
1 - ASSIM como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!
2 - A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?

Blaise Pascal tem uma frase bem conhecida: "o homem tem dentro de si um vazio que só pode ser preenchido por Deus". Na realidade, o que esse pensador tinha em mente era justamente o fato de que o homem só encontra seu significado e significância em seu relacionamento estreito com o Senhor.

Incrível é saber que o homem tem buscado em vários lugares a satisfação de seu interior, e muitos são os que se perdem tentando encontrar aquilo que um cantor popular chamou de "essa tal de felicidade", mas é sabido que há uma busca sobrenatural do homem que o homem tem de um sentido, pois essa busca não se encerra em categorias humanas. Sempre me lembro daquilo que C. S. Lewis escreveu: “Se encontro em mim mesmo um desejo que nenhuma experiência deste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é a de que fui criado para um outro mundo”.

Por isso o homem suspira por Deus... e esse suspiro é resultado justamente de uma busca frenética por uma direção que, justamente coloca o homem diante de suas próprias limitações e anseios. Quando olhamos em nossa volta, facilmente identificamos esse tempo que vivemos, que alguns chamam de "modernidade líquida", de um momento em que as pessoas estão ansiosas por algo que as complete, e isso tem sido estampado em filmes e novelas onde o "amor romântico" tem sido o ídolo que tem paralisado jovens que inocentemente são engulidos pelo deus desse século, a "satisfação pessoal".

Por isso que C. S. Lewis vai colaborar dizendo que: “Agimos como uma criança sem noção, que prefere continuar fazendo bolinhos de lama num cortiço porque não consegue imaginar o que significa a dádiva de um fim de semana na praia. Muito facilmente, nós nos contentamos com pouco”.

Fico pensando nessa frase final, "nós nos contentamos com pouco", e chego à conclusão que de fato estamos orientando nossas vidas na direção errada se não enfatizamos em nosso viver o compromisso de olharmos mais para cima e menos para baixo. Na realidade, temos hoje uma espíritualidade de baixo para cima, quando pretendemos imaginar (e alguns até mesmo se relacionam com) um Deus elaborado pela mente humana. Tenho de denunciar isso chamando esse movimento de tentativa de manipular a Deus. Deus não é sugestionável, não é influenciado pelos humores humanos. Acredito que o pesadelo dos que não creem na soberania de Deus na salvação humana seja justamente esse: deixar de crer em um deus que respeita o livre arbítrio do homem!

Por isso que "nos contentamos com pouco", porque insistimos no direito que apregoamos ter de decidir alguma coisa. Quem é você para decidir algo? Lembra do que o profeta Isaías disse:

 Isaías 45:9
9 - Ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?

Por isso, meu apelo final: deixe Deus ser Deus! E você? Busque ser intimo dEle, em todo o tempo, que essa seja a sua busca!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

NATAL SEM EXTRAVAGÂNCIA!

"e ela teve seu filho primogênito; envolveu-o em panos e o colocou em uma manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria". (Lucas 2.7)

Quem em sã consciência poderia inventar o nascimento de um filho de Deus em condições tão simplistas! A quem interessaria o nascimento de um Deus-menino? Por que o filho de Deus teria de vir de uma camponesa? O que tinha Belém de resplendor em sua simplicidade para recepcionar o nascimento do Salvador do mundo?

Enfim, são perguntas que nos fazem constantemente nesse tempo de Natal. Já tenho lidado há algum tempo com os inimigos do Natal, pessoas de confissões teológicas equidistantes que vão de puritanos a neo pentecostais, e todos com o mesmo argumento: o Natal transformou-se em um negócio idólatra.

Concordo. Mas, porque não nos atermos então nas singelas imagens do primeiro Natal? Repare no texto que destaquei acima: um filho envolto em pano, em uma manjedoura. Não é tocante? Quando Isaías destacou em seu texto clássico (9.6): "um filho se nos deu", o que ele pretendia comunicar?

Tenho para mim que o "se nos deu" reforça a ideia de que a vinda de Jesus ao mundo foi um presente divino para a humanidade. Minha reflexão na parte final do cântico de Zacarias que compartilharei com a igreja domingo reforça esse meu entendimento:

Lucas 1:78-79
78 - Pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, Com que o oriente do alto nos visitou;
79 - Para iluminar aos que estão assentados em trevas e na sombra da morte; A fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz.

Isso porque o verbo "visitou" que destaco no verso 78 tem a ver com: "tomar em consideração a fim de ajudar ou beneficiar". Logo a vinda de Jesus ao mundo não foi algo arbitrária, mas sim com um propósito em foco, a saber, considerar uma ajuda beneficial! Jesus veio em condições simples justamente para se identificar com a nossa rotina de vida.

Por isso que admito algo que repito todos os anos: o Natal não combina com exibicionismos, festas badaladas e comilanças nababescas! Tudo deveria ser o mais simples possível! Pode e deve se ter comida, mas na medida do tamanho da família. As sobras deverão ser aproveitadas e jamais desperdiçadas. E o melhor, a solidariedade precisa estar em alta, na alma e no coração!

Talvez uma das bençãos desse tempo de crise financeira (situação mundial que afeta o Brasil) e política (graças ao estelionato eleitoral do PT) é que muita gente anda "pisando no freio" em seus gastos e extravagâncias. Que bom.

Desejo aos meus poucos, mas fiéis leitores um Natal com simplicidade, e que Jesus o que teria todos os motivos para se orgulhar de sua origem divina e não o fez por graça e humildade esteja sobre a sua vida e família, sempre.  

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

IMPEACHMENT NÃO É GOLPE!

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que transformam trevas em luz, e luz em trevas, e o amargo em doce, e o doce em amargo!". (Isaías 5.20)

Está sendo disseminado pelas hordas petistas que o processo de impeachment da presidente Dilma é um "golpe parlamentar". Logo o PT falando isso! Veja comigo, não existe na história da república brasileira um partido que mais acionou esse recurso jurídico de "impedimento" de quem ocupa o cargo de presidente da República do que justamente, o PT! Eles tentaram estabelecer no parlamento brasileiro o impeachment de ao menos três dos cinco presidentes depois do processo de redemocratização (todos, exceto Lula e agora Dilma): a saber houve pedidos apoiados por deputados e senadores petistas de Collor, Itamar e FHC. Logo, de impeachment o PT entente!

Se isso não fosse o bastante a atual peça jurídica para o pedido de impeachment de Dilma foi formulado por Helio Bicudo (fundador histórico do PT)! Golpe é atentado contra a Constituição, mas ela mesmo prescreve o impeachment:

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
TÍTULO IV - Da Organização dos Poderes (Redação da EC 80/2014)
CAPÍTULO II - DO PODER EXECUTIVO
Seção III - Da Responsabilidade do Presidente da República
 
Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
 
I - a existência da União;
 
II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
 
III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
 
IV - a segurança interna do País;
 
V - a probidade na administração;
 
VI - a lei orçamentária;
 
VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.
 
Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

O processo contra a Dilma está ali justamente no descumprimento de uma estrita regra na "lei orçamentária" que constitui na proibição de liberação de recursos públicos sem a aprovação do Congresso. E foi feito isso em anos anteriores, e neste ano também, o que caracteriza um "crime de responsabilidade", logo passível de "impeachament". Não é golpe, é cumprimento constitucional.

O petismo está agonizando e morrerá lentamente!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O PT REVELA SUAS TÁTICAS!

"Na história recente da nossa pátria, houve um momento que a maioria de nós, brasileiros, acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a Ação Penal 470 (o mensalão) e descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a Justiça". (Carmem Lúcia, ministra do STF)

Tomo essas palavras como proféticas, no sentido mais radical da palavra. O que percebemos em nosso país é o ultraje de um grupo político que não tem um programa de governo, mas um projeto de poder. Todos os tentáculos de poder nas nossas instituições estão contaminadas pelo "petismo" ou "lulismo", como preferirem. Mas tudo isso eu já tinha dito aqui mesmo nesse espaço virtual que seria uma condenação à uma nação que se curvou às propostas mentirosas de campanha e a um processo de desconstrução de biografias, como no caso da ex senadora Marina Silva.

Eu estava no Peru liderando uma equipe missionária quando o veredicto das urnas foi anunciado: me vi em um lamento silencioso e já previa que seriam anos de ingovernabilidade pela imperícia da presidente e por saber que em seu torno ela não teria homens públicos interessados no bem da República, mas apenas em seus próprios interesses.

A Bíblia é taxativa ao dizer o que acontece quando os maus governam:

Provérbios 29:2
2 - Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme.

Temos de "apertar os cintos" para recebermos 2016, pois será um ano de gemidos! Não quero ser tão pessimista como Dante Aliguiere, que em sua obra clássica "Divina Comédia" colocou a seguinte frase na porta do inferno: "Deixai a esperança aqui fora, vós que entrais", mas creio que não dá para termos arroubos de otimismos neste tempo cinzento da politica brasileira, o que acaba influenciando diretamente os rumos de nossa já combalida economia.

O PT fez o seu projeto até aqui, enriqueceu seus dirigentes, subornou (e tentou) seus colaboradores altamente premiados, e mantém sua militância empolgada com motes vazios e ameaças sérias de enfrentamento nas ruas, ao estilo bolivariano que tanto encanta os caudilhos esquerdistas. Eles surfarão as ondas das propinas e vantagens econômicas, agora o resto do povo padecerá. E tudo isso porque como povo brasileiro demos a esse grupo político autonomia para governar nossas desgastadas vidas.

É de doer, mas a Bíblia mais uma vez fala desse absurdo que vivemos nesse momento em nosso país:

Eclesiastes 8:14
14 - Ainda há outra vaidade que se faz sobre a terra: que há justos a quem sucede segundo as obras dos ímpios, e há ímpios a quem sucede segundo as obras dos justos. Digo que também isto é vaidade.

Mas, ao menos temos uma convicção: Deus não os deixará impunes! Estamos vivendo o maior assalto da história do nosso Brasil, e todos nós estamos como que paralisados diante desse estado de coisas, mas "há um olho que tudo vê", como dizemos popularmente. E cremos que mais cedo ou mais tarde uma cena bíblica acontecerá no Palácio do Planalto, se não com esse enredo, certamente com o mesmo peso espiritual, e eu me refiro a essa passagem:

Daniel 5:1-5
1 - O REI Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil.
2 - Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
3 - Então trouxeram os vasos de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
4 - Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra.
5 - Na mesma hora apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo.

Posso terminar dizendo um suspiro: seus dias, PT, estão contados!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

MISSÕES: MINHA PAIXÃO! SUA PAIXÃO! NOSSA PAIXÃO!

Estou retomando meu espaço aqui no blog para falar de minha paixão: a causa missionária. Tenho dado suporte a pastores e líderes em vários projetos missionários desde 2010, no Haiti, Peru e agora no sertão da Paraíba: Junco do Seridó. E é daqui do sertão que me proponho a refletir em cima de um texto que escrevi há algum tempo, e foi publicado na revista de promoção missionária de minha denominação, e que disponibilizo ao público que pretendo que retorne a visitar esse modesto espaço cibernético.

Há um equivoco na base de um pensamento corrente em nosso meio de que missões é uma responsabilidade denominacional pura e simplesmente. Enviam-se recursos financeiros e pronto, termina a competência da igreja e começa a de uma junta mantida por uma estrutura que reúne condições de coordenar as atividades do campo missionário. Grande engano! A igreja é a força motriz no movimento missionário. Foi a igreja que, em Atos 13 enviou a Barnabé e Saulo para a primeira viagem missionária. O verso 2 diz claramente: “Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.” A igreja precisou ter a sensibilidade de separar aqueles que o Senhor havia chamado.

É a mesma ideia que Jesus nos apresenta em Mateus 9.38: “Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”. O texto não nos incita a apelarmos por trabalhadores e sim para rogar ao Senhor que mande trabalhadores! A igreja apenas reconhece os que são enviados pelo Senhor! Por conta disso creio que o maior problema da obra são os obreiros, conforme sugeriu D. L. Moody. Mas a essência do problema não é a ausência de obreiros, mas sim a insensibilidade da igreja em enviar esses ao campo! Nossas igrejas estão com verdadeiros exércitos adormecidos em seus bancos, que se reúnem semanalmente para bebericar verdades espirituais, participando de cultos como quem vai a um restaurante “self service”, mas que jamais desenvolveram seus dons e talentos por falta de uma visão que poderia chamar de “enviadora” da igreja!

Uma igreja com visão “enviadora” procura identificar em seu rol de membros vocacionados de ambos os sexos que podem passar um tempo de suas férias no campo missionário, servindo com seus dons de pedreiro, pintor, eletricista, carpinteiro, professor, enfim, sendo a encarnação da missão e não apenas mantenedor financeiro. Tenho dito que a forma mais pobre de se fazer missões é enviando dinheiro apenas. Digo isso porque não considero uma entrega completa o fato de se separar uma quantia financeira para que outros estejam indo, isso soa mais como uma atitude formal de quem não deseja se envolver muito com o cerne da missão que é justamente a proximidade com a realidade que o missionário vive.

Em minhas viagens missionárias, procuro me inteirar na dinâmica do trabalho missionário, seu peso emocional, suas lutas espirituais, seus dramas familiares, suas decepções por poucos resultados, enfim o lado gente da missão. A igreja que comissiona seus pastores e líderes para observar o campo missionário (no Brasil, mas sobretudo fora do país) poderá ter como retorno um líder engajado em missões não no que ele ouviu, mas do que ele viu e participou! Isso sim é entrega total!

Proponho uma participação intensa do pastor na visão missionária da igreja porque a obra do Senhor tem pressa! Estamos com o relógio escatológico seguindo seu ritmo divinamente cronometrado. Vou me ater ao que disse Ronaldo Lidório em um de seus artigos : “Jesus deseja ser conhecido e, apesar de sermos mais de 20 milhões de evangélicos neste grande país, termos riquezas, sabedoria, força e louvor, Ele continua desconhecido em diversos lugares”.


Devemos entregar nossa vida para o cumprimento dessa missão: tornar Cristo conhecido entre as nações. Viver desse modo é o que nos importa como crentes desse país, chamado "Brasil". 

Creio nisso!

terça-feira, 19 de maio de 2015

ENCARANDO GIGANTES NA FAMILIA

“Por maior que seja o gigante, Deus é sempre maior. Por mais poderoso que ele seja, Deus é Todo Poderoso” Charles Swindoll

Gostei de pensar junto com uma das nossas devocionais em família nessa semana com base em I Samuel 16.20 que, quando Davi se levantou de madrugada para cumprir a ordem de seu pai de levar alguns mantimentos aos seus irmãos e obter notícias deles nem em sonho imaginava que ele acabaria tendo um gigante para enfrentar.

Sei que ainda não foi esgotado as múltiplas lições sobre o enfrentamento de gigantes em nossa vida com base nesse episódio bíblico, até um filme teve esse tema, por sinal de modo bem retratado, o “desafiando gigantes”, uma iniciativa da igreja Sherwood Baptist Church, em Albany (EUA) que é considerado o maior sucesso do cinema cristão dos últimos anos.

Mas na frase acima de Swindoll vemos um estimulo para os desafios que as nossas famílias vêm enfrentando nesses últimos dias. “Por maior que seja o gigante, Deus é sempre maior”. Temos visto pais e mães com olhos inchados de tanto chorar por seus filhos.

1)      Temos o gigante da negligência espiritual.  Filhos que sobretudo quando chegam na adolescência, mesmo membros da igreja demonstram uma indiferença em relação aos assuntos espirituais.

2)      Temos o gigante dos prazeres instantâneos. As drogas, o sexo fácil e as diversões noturnas são o grande desejo de muitos dos nossos filhos. Infelizmente, por não temerem a Deus como deveriam eles encontram-se aprisionados na teia da licenciosidade.

3)      Temos o gigante do consumismo desenfreado. Eles querem ter e nunca estão satisfeitos com o que tem. Sempre querem mais, são verdadeiros “sanguessugas”.

Mas Deus é maior! Quero desafiar os pais para virem em nossas “quintas 10”. Trata-se de um encontro de clamor e oração onde mencionamos os nomes de nossos filhos diante do Senhor em um tempo precioso de derramamento de nossas questões diante do Senhor.

Seja como Ana (I Samuel 1.15), ore ao Senhor, sem o receio de ser rotulada como bêbada! Ore, não desista de seu filho!


quarta-feira, 13 de maio de 2015

A HORA E A VEZ DA FAMILIA

“Davi talvez tenha sido identificado como um homem segundo o coração de Deus porque sempre esteve disposto a compartilhar o próprio coração com Deus”

É muito comum as famílias viverem em suas fortalezas intransponíveis. Fica muito difícil entrar no coração das pessoas que se encastelam, escondendo seus conflitos e impedindo até o próprio Deus de agir em prol da cura e da restauração. Mas, todo tratamento exige uma abertura! Nada muda se você não mudar!

Davi era um homem aberto para as coisas de Deus! Com a mesma intensidade que ele pecava ele se arrependia e se rendia diante do Senhor! Seu coração estava disposto para Deus. E o seu?

Algumas vezes lidamos com dramas familiares em nosso gabinete que poderiam ser tratados de maneira mais suave se eles tivessem sido compartilhados desde o início. Na realidade as pessoas se trancam, preferem o isolamento, deixam de comungar com os santos nos cultos e programas da igreja, se refugiam no “mundo virtual” e deixam de ser confrontadas biblicamente.

A palavra de Deus nos fala do poder da confissão em Tiago 5.16: “Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação”.

O próprio Davi disse em um dos seus salmos: “Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo um bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniquidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado”. (32.3-5)

Enquanto não houver confissão não haverá cura! Esse é principio. Por isso que, de prático quero sugerir que você não falte a nenhum dos cultos dessa campanha da família (domingos e quintas) e faça todos os dias a leitura do nosso devocional. E, participe de nossos encontros de oração nas quintas (a partir das 22 horas). Bem como, em havendo necessidade de compartilhar algo, marque com a secretaria um encontro comigo ou com os outros pastores (Leo e Macário).


Estamos aqui para lhe ajudar.

terça-feira, 7 de abril de 2015

PARA QUE VOCÊ É CHAMADO?

“Por causa da graça que Deus me deu, de ser um ministro de Cristo Jesus para os gentios, com o dever sacerdotal de proclamar o evangelho de Deus, para que os gentios se tornem uma oferta aceitável a Deus, santificados pelo Espírito Santo”. (Romanos 15.15b,16).

O texto acima é claro: “proclamar o evangelho de Deus”, e isso com o “dever sacerdotal”. Os sacerdotes no tempo bíblico representavam os homens diante de Deus. Em Israel, eles eram da linhagem de Levi, e não possuíam terra, pois “a terra deles era o Senhor”. Eram homens sustentados pelo povo justamente para se dedicarem exclusivamente às orações e pregações no tabernáculo e mais tarde, no templo em Jerusalém.

Por conta do sacerdotalismo na Igreja Católica, durante milhares de anos foi nos passado a tradição de que apenas os que são ordenados como parte do clero tinham responsabilidades na transmissão do evangelho. A igreja viveu durante anos em um cativeiro onde havia um domínio tirânico do clero sobre o laicato (isto é, dos “homens da igreja” em relação aos “homens do povo”).

A reforma protestante (sec. XVI) condenou essa relação perversa, propondo aquilo que tem sido chamado de “sacerdócio universal de todos os crentes”. Em artigo de Antonio José do Nascimento Filho, ele assevera que "no ensino dos reformadores, uma importante verdade da doutrina do sacerdócio de todos os crentes foi a afirmação do dever que todos os cristãos têm, pelo fato de pertencerem ao sacerdócio da fé, de servirem uns aos outros."  

Logo, Paulo propôs no texto que ele tinha o “dever sacerdotal” de proclamar o evangelho, logo isso não seria feito por uma “opção preferencial”, mas sim por um “chamado irresistível”. O crente não pode escolher entre compartilhar do evangelho ou não, ele tem essa obrigação. Isso mesmo! Por isso que o próprio Paulo vai ter de dizer aos crentes de Corinto: “Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho”, I Coríntios 9.16.


Você não tem outra escolha! Você tem um chamado! Cumpre bem o seu dever sacerdotal!

O CHAMADO DE DEUS É ESPIRITUAL!

“Por causa da graça que Deus me deu, de ser um ministro de Cristo Jesus para os gentios, com o dever sacerdotal de proclamar o evangelho de Deus, para que os gentios se tornem uma oferta aceitável a Deus, santificados pelo Espírito Santo”. (Romanos 15.15b,16).

Relendo esse verso que tem sido repetido em nossos cultos dominicais, fico me perguntando: “o que vem a ser esse ministro de Cristo Jesus”?

No original grego, a palavra para “ministro” aqui é “leitourgos”, que tem a ver com alguém que ocupa um serviço considerado santo, da raiz dessa palavra que vem outra já mais aportuguesada, a “liturgia”. Logo, o ministro que Paulo refere-se aqui é alguém que compreende o seu chamado como algo dedicado exclusivamente a Deus. Em outras palavras, um chamado espiritual.

Precisamos parar com o entendimento tacanho de que existe “vida espiritual” e “vida material”, pois não existem essas duas dimensões distintas. Só existe uma vida. E ela é espiritual! A vida material é um breve período de tempo que nos encontramos desfrutando dessa realidade natural com uma missão em mente e no coração: “andarmos como é digno de nosso chamado”, segundo Efésios 4.1.

Logo, somos seres espirituais habitando em dimensões naturais, mas com uma missão altamente espiritual. Somos filhos de Deus, nascidos do alto, e chamados para sermos relevantes no mundo, só que nas condições de I Pedro 2.9: “mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia.”

Não existe nada mais espiritual na vida do que o seu chamado: “proclamar o evangelho de Deus”, e você pode fazer isso apoiando o trabalho de nossa “Junta de Missões Mundiais” da “Convenção Batista Brasileira”. Nosso alvo financeiro é de R$ 13000,00 que levantaremos até o dia 19/04. E você pode e deve participar também, realizando viagens missionárias durante o ano, basta enviar um email para voluntarios@jmm.org.br.

Enfim, como o chamado é espiritual, é para os espirituais: eu e você!


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PT E O INFERNO ASTRAL BRASILEIRO

"Quero paz e democracia. Mas eles (os críticos do governo e do PT) não querem. E nós sabemos brigar também, sobretudo quando o Stédile (coordenador do MST) colocar o exército dele na rua". (Lula, ontem em ato de defesa da Petrobras).

O PT não está satisfeito em ter destroçado as bases da nossa democracia nessa "década perdida", agora eles estão insuflando a população contra a investigação ampla das denúncias dos desmandos administrativos do seu governo. Essa declaração de guerra acima é um acinte ao bom senso e aos valores republicanos. 

Mas eu pergunto: alguém contestará o tresloucado ex presidente? Ninguém, pois a máquina do governo e sua "elite não pensante" tratará de nos fazer esquecer esse disparate, bem como vez em outras oportunidades. A presidente não se comunica com o povo, mas tem seu staff lenista pessoas treinadas para ludibriar consciências empobrecidas. 

Estamos assistindo a uma derrocada de valores cidadãos nunca vistos em nossa história: são escândalos que envolvem um esquema multimillionário de cooperação entre empreiteiras e partidos políticos, além de toda uma propaganda mentirosa para fazer-nos imaginar que a crise que passamos é apenas efeito de uma "esgorregadinha". Estamos reféns de um governo paralisado e que ameaça implantar um regime bolivariano, só que à moda brasileira.

Eu disse quando da vitória da presidente Dilma, que o Brasil estava perto de receber o juízo de Deus. Ele só está começando.