"Agora me regozijo no meio dos meus sofrimentos por vós, e cumpro na minha carne o que resta das aflições de Cristo, por meio do seu corpo, que é a igreja;". (Colossenses 1.24)
A essência da obra missionária é um espírito de entrega onde o que é "nosso" confunde-se com o que é do "outro". A história das missões está cheia de poderosos exemplos de homens e mulheres que permitiram-se queimar por inteiro por causa de um ideal: tornar o evangelho de Jesus conhecido!
Tenho tido fortes experiências com desafios missionários desde a minha adolescência quando meu pai foi missionário da nossa junta missionária batista no "Vale do Jequitinhonha", o mais pobre dos vales de nosso Brasil! Lá, em meio à pobreza e miséria o Senhor nunca deixou faltar em meu coração o senso de sacrifício que o ministério cristão exigia de quem se dedicasse em fazer a vontade de Deus. Logo, desde cedo aprendi que vida cristã não é colônia de férias, mas é luta, e das mais renhidas. Foi nesse tempo que eu aprendi aquilo que Amy Carmichael disse "missões é uma nova forma de morrer".
Não se faz missões quer seja perto ou longe, sem agonia na alma e forte senso de inadequação. Quem nunca experimentou fracassos não tem o coração forjado para entender que os sucessos na base de "conta gotas" que se tem no campo devem ser creditados para o Senhor Jesus e não para o obreiro! A obra de Deus tem dono, e ele não divide a sua glória com ninguém!
Mas o que quero pontuar a respeito do texto acima, e que me perturba, por ser um fato que esconde uma profunda verdade é que o nosso sofrimento não acrescenta em nada aquilo que Jesus fez pelos seus eleitos na cruz do Calvário, mas de um modo misteriosamente glorioso expande seus benefícios a todos que fazem parte do corpo de Cristo aqui na terra. Em outras palavras, a nossa inquietação decorrente da nossa humanidade, em nos sentirmos frágeis e empobrecidos em nossas almas no exercício de nossa missão de levar o amor de Deus ao mundo é como se fosse um veiculo para que a Graça de Deus alcance corações perdidos!
Logo, não podemos esperar facilidades, benesses, reconhecimentos e medalhas quando abraçamos o desejo de fazermos a vontade de Deus na entreta de nossas vidas à causa misionário. Pelo contrário, devemos bendizer a Deus pelo fato de estarmos enfrentando conflitos por dentro e oposições por fora, pelo simples fato de que esse sofrimento conduzirá outros a Jesus!
É nessa direção que John Piper diz acerca do sofrimento do apóstolo Paulo, que era "o desígnio de Deus para completar os sofrimentos de Cristo, tornando-os mais visíveis, e pessoais, e preciosos para aqueles por quem ele morreu".
Esse princípio acalma meu coração quando faltam 12 dias para o projeto missionário que liderarei no Haiti, onde percebo que ainda faltam recursos financeiros e temos ajustes a fazer em nossas almas. Encontro-me perturbado e ansioso, e no meu sofrimento expurgo minha autosuficiência, e declaro minha total carência do favor do Senhor em tudo que colocar as minhas mãos para fazer naqueles dias!
Que Deus tenha misericórdia de mim, e como é bom saber que ele usa até o meu sofrimento para expandir o seu Reino entre as nações!
terça-feira, 3 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
O TESTEMUNHO DE UMA IGREJA "TEIMOSA"
Ainda estou sob o impacto do peso da exposição que fiz ontem na igreja do texto de Apocalipse 11.1-14. Encanta-me saber que os crentes em Cristo Jesus, selados pelo Espírito Santo estão guardados e protegidos nele.
Mas, igualmente também é verdade que essa preservação espiritual não significa um "salvo conduto" para uma voda sem perseguições e opressõrs, isso porque sabemos que a igreja tem levado ao longo de sua história muitos goles vis daqueles quea tentaram silenciar pelo uso excessivo da força. Gosto de pensar que a igreja tem sido pedra que tem esmagado vários martelos!
Entendo as "duas testemunhas" como representantes da missão da igreja que são retratadas fazendo-nos lembrar de Moisés e Elias, justamente representantes da "lei e dos profetas", que tipificam a Palavra de nosso Deus. A igreja nesse periodo histórico que vivemos (simbolicamente retratados como os 1260 dias da primeira parte da "grande tribulação") tem persistido em seu testemunho "vestidos de sacos", em um tom de lamentação, pois ela tem inco,odado uma sociedade que não quer saber de Deus. O que impera hoje é o espirito do relativismo que apregoa que não existe uma autoridade superior para servir de padrão de nossa conduta, e como resultado final dessa ausência de referenciais, temos uma humanidade que desarticuladamente tenta resolver suas questões na base da inconsistência humanista.
É bem verdade que chegará um tempo em que o Anticristo, o mais poderoso dos mensageiros do inferno terá uma frágil vitória em relaçáo ao povo de Deus. Serão expressivos "três dias e meio" que o mundo sem Deus comemorará a real liberdade de expressão e cada um fará aquilo que está em seu coração sem reservas morais. Os templos se esvaziarão e todos os ministros do Senhor estarão mortos! A única reserva de crediblidade que ainda existe na humanidade é a igreja do Senhor Jesus, logo no aniquilamento da igreja os homens estarão entregues a si mesmos, e o resultado será catastrófico: o mal triunfará! Mas, por pouco tempo!
O Senhor tem uma promessa já liberada a nós enão podemos nos esquecer disso! A igreja é dEle, e "as portas do inferni não prevalecerão contra ela", Mateus 16.18. A igreja atravessará os umbrais da morte e do inferno, mas não se deterá nas regiões sombrias do ostracismo! Pelo sopro do Espírito Santo, nos moldes do wue foi registrado em Ezequiel 37, a igreja retornará da morte com um chamado nobre do seu Senhor. Só posso dizer assim: Que bendito "Subi para cá"! ouviremos naquele dia!
Essa meditação precisa gerar algumas verdades em seu coração: aguarde oposição cerrada todas as vezes que você encher seus lábios da Palavra de Deus; compartilhe do Evangelho sempre em um tom de consternação em relação ao pecado; creia que o Senhor moverá "céus e terra" ao seu favor, se for preciso para testificae a Palavra dele através de sua boca; mesmo quando você viver realidades de morte em seu trstemunho cristão lembre-se que um dia você ouvirá o inefável "subi para cá" do Cristo bendito.
Persita! Deus é contigo!
Mas, igualmente também é verdade que essa preservação espiritual não significa um "salvo conduto" para uma voda sem perseguições e opressõrs, isso porque sabemos que a igreja tem levado ao longo de sua história muitos goles vis daqueles quea tentaram silenciar pelo uso excessivo da força. Gosto de pensar que a igreja tem sido pedra que tem esmagado vários martelos!
Entendo as "duas testemunhas" como representantes da missão da igreja que são retratadas fazendo-nos lembrar de Moisés e Elias, justamente representantes da "lei e dos profetas", que tipificam a Palavra de nosso Deus. A igreja nesse periodo histórico que vivemos (simbolicamente retratados como os 1260 dias da primeira parte da "grande tribulação") tem persistido em seu testemunho "vestidos de sacos", em um tom de lamentação, pois ela tem inco,odado uma sociedade que não quer saber de Deus. O que impera hoje é o espirito do relativismo que apregoa que não existe uma autoridade superior para servir de padrão de nossa conduta, e como resultado final dessa ausência de referenciais, temos uma humanidade que desarticuladamente tenta resolver suas questões na base da inconsistência humanista.
É bem verdade que chegará um tempo em que o Anticristo, o mais poderoso dos mensageiros do inferno terá uma frágil vitória em relaçáo ao povo de Deus. Serão expressivos "três dias e meio" que o mundo sem Deus comemorará a real liberdade de expressão e cada um fará aquilo que está em seu coração sem reservas morais. Os templos se esvaziarão e todos os ministros do Senhor estarão mortos! A única reserva de crediblidade que ainda existe na humanidade é a igreja do Senhor Jesus, logo no aniquilamento da igreja os homens estarão entregues a si mesmos, e o resultado será catastrófico: o mal triunfará! Mas, por pouco tempo!
O Senhor tem uma promessa já liberada a nós enão podemos nos esquecer disso! A igreja é dEle, e "as portas do inferni não prevalecerão contra ela", Mateus 16.18. A igreja atravessará os umbrais da morte e do inferno, mas não se deterá nas regiões sombrias do ostracismo! Pelo sopro do Espírito Santo, nos moldes do wue foi registrado em Ezequiel 37, a igreja retornará da morte com um chamado nobre do seu Senhor. Só posso dizer assim: Que bendito "Subi para cá"! ouviremos naquele dia!
Essa meditação precisa gerar algumas verdades em seu coração: aguarde oposição cerrada todas as vezes que você encher seus lábios da Palavra de Deus; compartilhe do Evangelho sempre em um tom de consternação em relação ao pecado; creia que o Senhor moverá "céus e terra" ao seu favor, se for preciso para testificae a Palavra dele através de sua boca; mesmo quando você viver realidades de morte em seu trstemunho cristão lembre-se que um dia você ouvirá o inefável "subi para cá" do Cristo bendito.
Persita! Deus é contigo!
terça-feira, 26 de junho de 2012
COMBATE AS DROGAS! ISSO TEM A VER COM VOCÊ!
Já
há um acordo em nosso país, em meio às autoridades de saúde, que já vivemos uma
epidemia de drogas! Temos não apenas um problema social, mas uma questão de
saúde pública!
O
resultado dessa ênfase alarmante por parte do governo justifica-se nas ruas,
praças e becos de nossa cidade onde encontramos mesmo em dias ensolarados a
comercialização e o uso de drogas sem quaisquer temores de repressão! Vivemos
em meio às “cracolândias”, e elas fazem parte de nossas rotinas diárias! Bem
verdade que às vezes até nos acostumamos a esse quadro cadavérico e não nos
incomodamos mais, estamos como aquele rei que, iludido por um alfaiate, saiu nu
pelas ruas da cidade pensando estar portando uma roupa que somente pessoas
inteligentes poderiam enxergar! Daí, uma criança denunciou a farsa, gritando:
“o rei está nu”.
O
Brasil está nu! As políticas públicas são insuficientes, as famílias estão
desintegradas, a polícia não consegue reprimir à altura, o clima é de caos e
descontrole geral! Não vou simplificar a solução, apenas preciso ratificar o
fato de que só Jesus pode libertar o ser humano das drogas!
O
problema das drogas não é uma questão de doença, mas sim de pecado! A nossa
missão (e por que não dizer obrigação) é conduzir o viciado ao único Deus que
perdoa, liberta, ama e capacita. Li no excelente livro, “vícios: um banquete no
túmulo”, de Edward T. Welch que a matemática bíblica é simples: “a cada olhar
para o seu pecado, olhe dez vezes para Cristo”.
Não
temos de adular o viciado como se ele fosse vítima de maus pais e de uma
péssima sociedade. Chega de bajulações psicológicas! Temos de confrontá-lo com
a palavra de Deus denunciando o seu pecado de idolatria (culto à sua própria
personalidade, egoísmo, rebeldia, exclusivismo, dentre outros) e apontar Cristo
como sendo aquele que recebeu em si mesma a nossa condenação para que fossemos
justificados!
Em Jesus encontramos o caminho de cura para esse fragelo: as drogas em nossa sociedade!
É por ai!
terça-feira, 19 de junho de 2012
A MAIOR DE TODAS AS PREOCUPAÇÕES!
Confesso que não estou bem informado sobre os rumos da Conferência que está acontecendo na cidade do Rio de Janeiro, denominada "Rio + 20", pretendo ler algo daqui a alguns instantes na revista Veja desta semana que tem uma chamada alarmante: "As reais questões ambientais que afetam as pessoas aqui e agora foram esquecidas".
Aproveitando-me apenas dessa chamada, analisando suas frases e sentido, e não o conteúdo das mesmas, uma vez que não li a reportagem, gostaria de tecer algumas considerações sobre o fato de que na realidade as questões que vão influenciar decisivamente a vida das pessoas em nosso Planeta não são as de ordem ecológica (para desespero dos ambientalistas e dos "ecochatos"), mas são as de base espiritual! Saber onde se vai passar a eternidade é bem mais urgente do que tentar preservar o que sobrou do nosso já combalido (há controvérsias!) sistema ecológico.
A Palavra de Deus nos adverte que "a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus", Paulo completa seu argumento: "Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou (Deus), na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus". (Romanos 8.19,20)
Não se pode elaborar uma teologia sobre preservação do meio ambiente sem levar a sério esse texto. Vamos as evidências:
1) Toda a natureza caminha para um desbotamento natural. Em outras palavras, nada mais natural do que o envelhecimento da natureza, isso para a ideia de que haverá um fim, um "eschaton" que não poderá ser antecipado ou adiado. As pessoas debatem sobre politicas ambientalistas numa conferencia como a "Rio + 20" com discussões, ideias, projetos, e alguns planos que jamais serão plenamente estabelecidos pelo simples fato de que é inevitável admitir que caminhamos para um fim previsível. Viver já é uma tragédia anunciada! E, por mais que isso soe como fatalismo, me diga: não é nessa direção que o Senhor Jesus disse em seu "sermão do monte": "quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?", Mateus 6.27.
2) Também, mais importante do que o questionamento de políticas públicas e novos hábitos individuais para a preservação do meio ambiente o homem deveria se preocupar com a seguinte pergunta: no dia final eu serei revelado como filho de Deus? A criação aguarda com ardente expectativa, e a ideia aqui é de uma "impaciência" (Biblia na Linguagem de Hoje) pelo aparecimento dos que realmente foram adotados na familia de Deus, pelo preço do sangue de Jesus Cristo na cruz do Calvário! Não adianta sonhar com um "mundo melhor" enquanto no coração, houver um vazio de governo. Há pessoas que pensam que podem preservar o mundo exterior, sem se preocuparem com o interior, onde definitivamente Jesus precisa ter acesso ao trono do coração! Preocupa-me quando vejo crentes levantando bandeiras ecológicas e sendo negligentes na prática da evangelização! Porque mais importante do que o mundo que nos cerca é o coração que decide ou não por Jesus!
3) Por fim, um dia a natureza criada será redimida e isso não acontecerá por conta de nossa luta, será obra soberana do Senhor da nossa História! O mundo não será salvo pelo "Homem de Ferro", "Incrível Hulk", um dos "X-Men", e qualquer um dos super-heróis ou "vingadores". A impressão que tenho é que algumas pessoas lutam tanto pelo verde que acabam se tornando místicos como Leonardo Boff que abandonou (ao menos em ênfase) a luta pelos pobres (bem como todo o pessoal do PT desde que ocupou o poder!) para agora endeusar a natureza, chamando o sol e a lua de irmãos e a terra de mãe! Tenha santa paciência!
É fato que temos de ser militantes da beleza e da mordomia (boa administração) dos recursos naturais que o Senhor Deus tem nos presenteado, agora é uma linha muito fina que separa o zelo pela criação do culto à própria natureza! O criador não pode se misturar à sua criação! Logo, Deus continua no controle soberano de todas as coisas e, por isso, não precisa de nossa ajuda para manter o mundo funcionando! Apenas, nos portemos preocupados com o que realmente interessa: a propagação do evangelho que é poder para a salvação de todo aquele que crê! Deus só tem uma causa: vidas! E, cabe a nós também termos essa causa como nossa maior ambição de vida! Façamos coro com George Whitefield: "Ó Senhor! Dá-me almas ou tira a minha alma!".
É o que penso.
Aproveitando-me apenas dessa chamada, analisando suas frases e sentido, e não o conteúdo das mesmas, uma vez que não li a reportagem, gostaria de tecer algumas considerações sobre o fato de que na realidade as questões que vão influenciar decisivamente a vida das pessoas em nosso Planeta não são as de ordem ecológica (para desespero dos ambientalistas e dos "ecochatos"), mas são as de base espiritual! Saber onde se vai passar a eternidade é bem mais urgente do que tentar preservar o que sobrou do nosso já combalido (há controvérsias!) sistema ecológico.
A Palavra de Deus nos adverte que "a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus", Paulo completa seu argumento: "Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou (Deus), na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus". (Romanos 8.19,20)
Não se pode elaborar uma teologia sobre preservação do meio ambiente sem levar a sério esse texto. Vamos as evidências:
1) Toda a natureza caminha para um desbotamento natural. Em outras palavras, nada mais natural do que o envelhecimento da natureza, isso para a ideia de que haverá um fim, um "eschaton" que não poderá ser antecipado ou adiado. As pessoas debatem sobre politicas ambientalistas numa conferencia como a "Rio + 20" com discussões, ideias, projetos, e alguns planos que jamais serão plenamente estabelecidos pelo simples fato de que é inevitável admitir que caminhamos para um fim previsível. Viver já é uma tragédia anunciada! E, por mais que isso soe como fatalismo, me diga: não é nessa direção que o Senhor Jesus disse em seu "sermão do monte": "quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?", Mateus 6.27.
2) Também, mais importante do que o questionamento de políticas públicas e novos hábitos individuais para a preservação do meio ambiente o homem deveria se preocupar com a seguinte pergunta: no dia final eu serei revelado como filho de Deus? A criação aguarda com ardente expectativa, e a ideia aqui é de uma "impaciência" (Biblia na Linguagem de Hoje) pelo aparecimento dos que realmente foram adotados na familia de Deus, pelo preço do sangue de Jesus Cristo na cruz do Calvário! Não adianta sonhar com um "mundo melhor" enquanto no coração, houver um vazio de governo. Há pessoas que pensam que podem preservar o mundo exterior, sem se preocuparem com o interior, onde definitivamente Jesus precisa ter acesso ao trono do coração! Preocupa-me quando vejo crentes levantando bandeiras ecológicas e sendo negligentes na prática da evangelização! Porque mais importante do que o mundo que nos cerca é o coração que decide ou não por Jesus!
3) Por fim, um dia a natureza criada será redimida e isso não acontecerá por conta de nossa luta, será obra soberana do Senhor da nossa História! O mundo não será salvo pelo "Homem de Ferro", "Incrível Hulk", um dos "X-Men", e qualquer um dos super-heróis ou "vingadores". A impressão que tenho é que algumas pessoas lutam tanto pelo verde que acabam se tornando místicos como Leonardo Boff que abandonou (ao menos em ênfase) a luta pelos pobres (bem como todo o pessoal do PT desde que ocupou o poder!) para agora endeusar a natureza, chamando o sol e a lua de irmãos e a terra de mãe! Tenha santa paciência!
É fato que temos de ser militantes da beleza e da mordomia (boa administração) dos recursos naturais que o Senhor Deus tem nos presenteado, agora é uma linha muito fina que separa o zelo pela criação do culto à própria natureza! O criador não pode se misturar à sua criação! Logo, Deus continua no controle soberano de todas as coisas e, por isso, não precisa de nossa ajuda para manter o mundo funcionando! Apenas, nos portemos preocupados com o que realmente interessa: a propagação do evangelho que é poder para a salvação de todo aquele que crê! Deus só tem uma causa: vidas! E, cabe a nós também termos essa causa como nossa maior ambição de vida! Façamos coro com George Whitefield: "Ó Senhor! Dá-me almas ou tira a minha alma!".
É o que penso.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
SOS FAMÍLIA!
O
pr. Denis Allan faz uma observação no texto de Neemias 4 que destaco aqui: “Quando
Neemias organizou os trabalhadores para se defenderem contra os adversários,
ele chamou todos a pelejarem pelas próprias famílias (4:14). O desejo de salvar
as próprias famílias motivou os judeus a trabalharem e vigiarem constantemente.
Deve ter o mesmo efeito em nossas vidas. Mas as ameaças maiores hoje são os
ataques espirituais que o Adversário faz constantemente, bombardeando as nossas
famílias com tentações que ameaçam nos levar à perdição.”
Recentemente estive pregando cinco mensagens nesse mesmo texto, Neemias 4, e o que ficou patente na minha mente é que precisamos reconstruir os muros que dão proteção às nossas famílias. Infelizmente em nossas igrejas encontramos crentes que não estão devidamente preocupados com suas famílias, vivem uma vida cristã como se estivesse num clube social, onde a aparência é o que conta! Insistem em comprar produtos que não precisam para impressionar pessoas que não gostam! São os "fanfarrões da fé"!
E, enquanto isso, vemos cada vez mais minados os laços que deveriam perdurar por toda a vida, os votos matrimoniais que no pensamento de Deus devem durar por toda a vida do casal e não apenas nos melhores anos, onde tudo parecem ser flores! Tenho dito que amar várias mulheres ao mesmo tempo não exige nenhuma criatividade e qualquer medíocre consegue se superar nesse quesito. Agora, se apaixonar pela mesma mulher várias vezes é só para quem tem a sabedoria de Deus como uma busca constante. Gosto de pensar em Salomão, já no fim de sua vida, escrevendo o seu livro de memórias, o Eclesiastes, e deixando passar pelas suas penas a seguinte constatação, em forma de ensino às gerações futuras: "E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem agradar a Deus escapará dela; mas o pecador virá a ser preso por ela".
A mídia toda está exaustivamente explorando a relação conjugal conturbada do casal Marcos e Elize Matsunaga, e o que fica em minha mente é o seguinte: o perfil de quem encontra uma esposa num site de "garotas de programa" não é próprio de quem tem a fidelidade conjugal como uma marca de seu caráter! E, não é apenas curioso, eu diria que foi até profético, o fato de Marcos ter sido morto com uma arma que ele mesmo deu de presente à sua esposa e algoz! Não posso deixar de pontuar o acontecido com a verdade bíblica exposta pelo salmista: "Um abismo chama outro abismo". Há uma lei muita dura na vida, e ela é dura porque é verdade, a da "semeadura e da colheita". Não adianta tentar fugir desse fato: o que o homem semeia, ele colhe!
No casamento, vivemos semeando e colhendo, e se não estamos gostando do que colhemos, temos de mudar nossas sementes! É preciso que aja uma mudança de coração e de atitude para encararmos o fato de que a vida é como um espelho, apenas retrata uma realidade que está à sua frente! Nisso, precisamos mais uma vez aprender com o sábio Salomão, quando vai dizer: "Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida", Provérbios 4.23.
Preste atenção a isso! E, caso precise de nossa ajuda para a ministração à sua família, é só mandar um SOS!
terça-feira, 5 de junho de 2012
A BIBLIA E SEUS PROBLEMAS MARAVILHOSOS!
“A minha alma apega-se ao pó; vivifica-me
segundo a tua palavra”. (Salmo 119.25).
Essa
semana recebi um email da missão “Portas Abertas”, e passo a vocês a
interessante observação: “No vídeo O Livro perigoso, ouvimos a história
de um fazendeiro da antiga Tchecoslováquia recebendo seu primeiro exemplar da
Bíblia. Ele abraça e beija o livro e, entre lágrimas, pergunta ao homem que lhe
entregou a Bíblia: "Diga-me, que problemas maravilhosos este livro lhe
trouxe?".”
A
Bíblia tem sido um livro tão ignorado em nossos dias, o seu uso tem se
restringido a ser um adereço quando vamos a igreja para os dias convencionais
de culto, e nem isso para alguns que nunca trazem o livro sagrado para a
igreja! Existem crentes que são verdadeiros “agentes secretos do evangelho”,
não gostam de nada que os identifique como cristãos! São medrosos demais para
testemunharem de Jesus!
Ai,
eu leio esse testemunho acima e não posso deixar de me indagar: “quais os
problemas maravilhosos que a Bíblia vem me trazendo?”. E fico envergonhado em
admitir que a Bíblia não me tem causado tantos embaraços políticos, e isso me
leva a interceder, sobretudo pelos meus irmãos norte coreanos que enterram suas
bíblias para serem lidas em um contexto onde serem encontrados em culto ao
Senhor poderão lhe custar suas próprias vidas!
Li
recentemente que na Coréia do Norte só existem exemplares da Bíblia por conta
do contrabando que é feito por instituições cristãs da China e Coreia do Sul. O
testemunho de um refugiado cristão, de nome Lee Joo-Chan (com o nome já
adaptado à ortografia sul coreana!) é forte: “Todas as noites eles iam até o
jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam.
Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro a outras pessoas. Eu
sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras
pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava
vivo e que nós tínhamos que lhe obedecer”.
O
fato é que a Bíblia tem trazido vários “problemas maravilhosos” a muitas
pessoas em todo o mundo onde o cristianismo tem sido perseguido. E cabe a nós
aqui no Brasil, pararmos a fim de valorizarmos mais a Bíblia e nos prepararmos
para o tempo de perseguição que chegará também por aqui, e já percebemos alguns
sinais de que se não o livro propriamente dito, ao menos o seu conteúdo já tem
gerado sérias retaliações aos verdadeiramente crentes em nosso país.
Mas, infelizmente torna-se bem comum ouvirmos de crentes dos mais diversos níveis de maturidade e vivências espirituais as desculpas mais esfarrapadas na tentativa de justificarem o fato de que suas bíblias andam abandonadas nos cantos da casa, ou em cima das estantes empoeiradas! A Bíblia na vida de muita gente é apenas um livro a mais perdido dentro de casa. Isso me faz lembrar o episódio do avivamento que o Senhor Deus provocou no tempo do rei Josias, quando o livro de Deus foi encontrado dentro da casa de Deus! E o texto de II Reis 22.8 diz claramente: "Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da lei na casa do Senhor."
Posso fazer uma aplicação bem específica ao contexto do quadro de nossas igrejas, onde muitos púlpitos estão tomados por mensagens de fundo positivas, triunfalistas, com o uso dos mais diversos truques tecnológicos, mas com pouca exposição das Escrituras verso a verso! Não posso conceber um pastor que não se prepare adequadamente para assomar ao púlpito semanalmente a fim de apresentar uma mensagem cujo cerne seja o texto bíblico e não a última chamada da revista "Veja" ou uma reportagem especial do "Fantástico"! Em linhas gerais, creio que pastor tem de entender de Bíblia e não de política ou de comportamento humano!
A pergunta que não quer calar, e é com ela que encerro esse artigo é: quais os problemas maravilhosos que você e sua igreja vão enfrentando por conta da fidelidade exclusiva às Escrituras Sagradas?
Aguardo respostas.
terça-feira, 29 de maio de 2012
LUTE POR SUA FAMÍLIA! DIVÓRCIO NÃO É DE DEUS!
"Não os temais; lembrai-vos do grande e terrível Senhor, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas mulheres e vossas casas." (Neemias 4.14, NVI)
É imperioso destacar em nossas agendas eclesiásticas um tempo adequado para a luta pelas famílias. A semelhança do quadro caótico que Neemias encontrou no ano de 445 a.C. quando veio a Jerusalém para a edificação dos muros da cidade, hoje vemos também que as estruturas familiares estão ruídas e o que vemos é de um espectro apocalíptico. Tem sido decretado por muitos intelectuais, artistas e a elite pensante de um modo geral o fim da família! Livros tem sido escritos para se falar de novos modelos onde o núcleo familiar (pai, mãe e um ou mais filhos) é dito como algo ultrapassado. Mas, mais do que nunca a igreja do Senhor Jesus precisa levar suas famílias a trilharem o caminho da santidade, e para que isso seja ainda mais contundente, vou me ater nesse artigo a uma orientação sobre um tema altamente relevante para o nosso contexto de luta pela família.
Preciso afirmar aqui ,e comentar com os meus leitores que: o divórcio nunca pode ser uma opção considerada por um cristão.
Em Mateus 19.6 lemos, "Assim já não são mais dois, mais uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem". O rompimento de uma aliança conjugal só pode ser justificada pela morte, nunca pelo simples desejo de não mais manter os votos matrimoniais. No tempo do Antigo Testamento, o divórcio foi criado pela necessidade de salvaguardar a defesa dos direitos da mulher, que ficava sem direito a qualquer renda após ser abandonada pelo marido. Somente o homem poderia dar a "carta de repúdio".
Quando Jesus foi arguido sobre a questão do divórcio "por qualquer motivo", o que os seus interrogadores estão pleiteando era que ele se posicionasse nos dois pontos de vista bem comuns naquele tempo: Os da escola de Hillel, mais liberal, advogava que qualquer motivo (até uma comida que não ficasse do agrado do marido) poderia ser motivo para o homem despachar a mulher, que viveria à míngua nas ruas, mendigando o pão e sendo alvo fácil de estupradores. Já a escola de Shammai, mais rigorosa, entendia que somente o adultério poderia servir de motivo para a separação, e nesse caso poderia até mesmo ser incluída a dura pena do apedrejamento para a mulher (somente ela!) visto em ato de "fragrante adultério".
Jesus, entendo eu e afirmo baseado nas Escrituras, não dá margem alguma ao divórcio, e disse mais, que um novo casamento consistia em "adultério continuado". Pois o texto é claro: "Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. E, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério", Marcos 10.11,12. O que o texto enuncia é que o divórcio não cancela os votos de uma aliança entre o homem e sua mulher, e que a quebra desse vínculo constitui pecado. Isso mesmo, rebeldia ao plano de Deus, que uniu homem e mulher com a sua benção (independente se a união foi civil, religiosa ou informal).
Para Deus, o casamento é uma aliança não importa se houve cerimônia religiosa de qualquer matiz religiosa, ou ainda se houve ou não registro no cartório da cidade, em outras palavras quando há vinculação sexual entre um homem e uma mulher já houve o casamento. Logo, quando há uma vida intima entre solteiros, vale do ponto de vista espiritual as mesmas orientações que há para aqueles que estão casados civilmente. O detalhe que quero destacar aqui é apenas para as consequências que deverão ser analisadas com pesos diferentes, pois o relacionamento entre solteiros, constitui pecado de fornicação, e já carrega em si mesmo o peso de maldição por ser um estado deplorável de relacionamento conjugal. Mas, a grosso modo, quem mantem vida sexual ativa com um parceiro, já é casado para Deus, e o rompimento desse relacionamento acarreta consequências danosas para a vida espiritual de ambos!
Como saída dessa situação pecaminosa, tenho de recomendar o casamento de acordo com a vontade de Deus, que pode ser compreendida como precedida de um tempo de namoro, sem a prática do sexo, onde ambos buscam a "unidade do espírito". Suas intenções são harmonizadas sob o prisma seguro da vontade eterna de Deus, e a prática do namoro para o cristão deve ser exclusivamente feito com um parceiro igualmente convertido e desejoso da mesma santidade cristã. Depois do tempo de namoro, vem o compromisso de noivado, onde ambos assumem o compromisso de buscarem a "unidade da mente". Nesse tempo os valores são afirmados em questões mais práticas sobre construção ou aluguel de uma casa ("quem casa quer casa ou apartamento!", finanças do futuro casal, permissões e restrições aos familiares de influenciarem assuntos da vida conjugal, questões ligadas aos ministérios em que ambos servirão na mesma igreja local e demais assuntos bem pragmáticos.
O casamento vem então já vacinado contra o divórcio quando após a unidade do espírito e a unidade da mente, espera-se para após a cerimônia do casamento a "unidade do corpo", quando ambos em sua privacidade, e deixe-me falar um pouco a respeito disso. Privacidade nessa era do Facebook é jamais postar fotos de quartos de hotel, banheiras e locais de intimidade para o casal. Repito: Jamais! A esposa tem de ser sexy para o marido e vice-versa! O que temos visto hoje é a vulgarização da sexualidade, e há muitos crentes que me parecem encantados demais com a grande Rede (internet)!
Em havendo questões de compatibilidade, ajustes a serem feitos na caminhada, mesmo o casal tendo trilhado o caminho da santidade (unidade de espirito, mente e depois corpo), deve-se procurar na Palavra de Deus através do culto doméstico, na integração à uma igreja local onde a Bíblia é pregada verso a verso e também na orientação pastoral de grupos de casais ou aconselhamento bíblico respostas para as mais diversas fases da vida a dois. Lembre-se de algo importante: estatísticas comprovam que a maioria dos divórcios acontecem nos primeiros 04 anos de casamento! Devemos estar atentos aos primeiros anos, onde o começo das experiências de desgaste no relacionamento podem ser fatais no esfriamento do amor, e na famigerada separação de corpo, quando o pecado do divórcio apenas encontra o seu começo, podendo terminar na cova, ou melhor na mesa do juiz!
Que Deus livre os crentes do divórcio! Ouso a dizer que crente divorciado é uma má pregação sobre o valor da família!
Tenho dito!
PS. Tenho em nossa igreja líderes divorciados, no segundo casamento, e alguns envolvidos em ministérios com alcance para a família. Saibam que todos eles são ministrados que, a situação deles é por graça divina, e que, nunca foi do plano original de Deus o divórcio deles. Infelizmente para alguns deles, o segundo casamento foi uma oportunidade do Senhor mostrar o seu amor perdoador, mesmo que ainda pagando seriamente as consequências desse pecado!
É imperioso destacar em nossas agendas eclesiásticas um tempo adequado para a luta pelas famílias. A semelhança do quadro caótico que Neemias encontrou no ano de 445 a.C. quando veio a Jerusalém para a edificação dos muros da cidade, hoje vemos também que as estruturas familiares estão ruídas e o que vemos é de um espectro apocalíptico. Tem sido decretado por muitos intelectuais, artistas e a elite pensante de um modo geral o fim da família! Livros tem sido escritos para se falar de novos modelos onde o núcleo familiar (pai, mãe e um ou mais filhos) é dito como algo ultrapassado. Mas, mais do que nunca a igreja do Senhor Jesus precisa levar suas famílias a trilharem o caminho da santidade, e para que isso seja ainda mais contundente, vou me ater nesse artigo a uma orientação sobre um tema altamente relevante para o nosso contexto de luta pela família.
Preciso afirmar aqui ,e comentar com os meus leitores que: o divórcio nunca pode ser uma opção considerada por um cristão.
Em Mateus 19.6 lemos, "Assim já não são mais dois, mais uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem". O rompimento de uma aliança conjugal só pode ser justificada pela morte, nunca pelo simples desejo de não mais manter os votos matrimoniais. No tempo do Antigo Testamento, o divórcio foi criado pela necessidade de salvaguardar a defesa dos direitos da mulher, que ficava sem direito a qualquer renda após ser abandonada pelo marido. Somente o homem poderia dar a "carta de repúdio".
Quando Jesus foi arguido sobre a questão do divórcio "por qualquer motivo", o que os seus interrogadores estão pleiteando era que ele se posicionasse nos dois pontos de vista bem comuns naquele tempo: Os da escola de Hillel, mais liberal, advogava que qualquer motivo (até uma comida que não ficasse do agrado do marido) poderia ser motivo para o homem despachar a mulher, que viveria à míngua nas ruas, mendigando o pão e sendo alvo fácil de estupradores. Já a escola de Shammai, mais rigorosa, entendia que somente o adultério poderia servir de motivo para a separação, e nesse caso poderia até mesmo ser incluída a dura pena do apedrejamento para a mulher (somente ela!) visto em ato de "fragrante adultério".
Jesus, entendo eu e afirmo baseado nas Escrituras, não dá margem alguma ao divórcio, e disse mais, que um novo casamento consistia em "adultério continuado". Pois o texto é claro: "Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. E, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério", Marcos 10.11,12. O que o texto enuncia é que o divórcio não cancela os votos de uma aliança entre o homem e sua mulher, e que a quebra desse vínculo constitui pecado. Isso mesmo, rebeldia ao plano de Deus, que uniu homem e mulher com a sua benção (independente se a união foi civil, religiosa ou informal).
Para Deus, o casamento é uma aliança não importa se houve cerimônia religiosa de qualquer matiz religiosa, ou ainda se houve ou não registro no cartório da cidade, em outras palavras quando há vinculação sexual entre um homem e uma mulher já houve o casamento. Logo, quando há uma vida intima entre solteiros, vale do ponto de vista espiritual as mesmas orientações que há para aqueles que estão casados civilmente. O detalhe que quero destacar aqui é apenas para as consequências que deverão ser analisadas com pesos diferentes, pois o relacionamento entre solteiros, constitui pecado de fornicação, e já carrega em si mesmo o peso de maldição por ser um estado deplorável de relacionamento conjugal. Mas, a grosso modo, quem mantem vida sexual ativa com um parceiro, já é casado para Deus, e o rompimento desse relacionamento acarreta consequências danosas para a vida espiritual de ambos!
Como saída dessa situação pecaminosa, tenho de recomendar o casamento de acordo com a vontade de Deus, que pode ser compreendida como precedida de um tempo de namoro, sem a prática do sexo, onde ambos buscam a "unidade do espírito". Suas intenções são harmonizadas sob o prisma seguro da vontade eterna de Deus, e a prática do namoro para o cristão deve ser exclusivamente feito com um parceiro igualmente convertido e desejoso da mesma santidade cristã. Depois do tempo de namoro, vem o compromisso de noivado, onde ambos assumem o compromisso de buscarem a "unidade da mente". Nesse tempo os valores são afirmados em questões mais práticas sobre construção ou aluguel de uma casa ("quem casa quer casa ou apartamento!", finanças do futuro casal, permissões e restrições aos familiares de influenciarem assuntos da vida conjugal, questões ligadas aos ministérios em que ambos servirão na mesma igreja local e demais assuntos bem pragmáticos.
O casamento vem então já vacinado contra o divórcio quando após a unidade do espírito e a unidade da mente, espera-se para após a cerimônia do casamento a "unidade do corpo", quando ambos em sua privacidade, e deixe-me falar um pouco a respeito disso. Privacidade nessa era do Facebook é jamais postar fotos de quartos de hotel, banheiras e locais de intimidade para o casal. Repito: Jamais! A esposa tem de ser sexy para o marido e vice-versa! O que temos visto hoje é a vulgarização da sexualidade, e há muitos crentes que me parecem encantados demais com a grande Rede (internet)!
Em havendo questões de compatibilidade, ajustes a serem feitos na caminhada, mesmo o casal tendo trilhado o caminho da santidade (unidade de espirito, mente e depois corpo), deve-se procurar na Palavra de Deus através do culto doméstico, na integração à uma igreja local onde a Bíblia é pregada verso a verso e também na orientação pastoral de grupos de casais ou aconselhamento bíblico respostas para as mais diversas fases da vida a dois. Lembre-se de algo importante: estatísticas comprovam que a maioria dos divórcios acontecem nos primeiros 04 anos de casamento! Devemos estar atentos aos primeiros anos, onde o começo das experiências de desgaste no relacionamento podem ser fatais no esfriamento do amor, e na famigerada separação de corpo, quando o pecado do divórcio apenas encontra o seu começo, podendo terminar na cova, ou melhor na mesa do juiz!
Que Deus livre os crentes do divórcio! Ouso a dizer que crente divorciado é uma má pregação sobre o valor da família!
Tenho dito!
PS. Tenho em nossa igreja líderes divorciados, no segundo casamento, e alguns envolvidos em ministérios com alcance para a família. Saibam que todos eles são ministrados que, a situação deles é por graça divina, e que, nunca foi do plano original de Deus o divórcio deles. Infelizmente para alguns deles, o segundo casamento foi uma oportunidade do Senhor mostrar o seu amor perdoador, mesmo que ainda pagando seriamente as consequências desse pecado!
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