Temos vivido aqui em casa várias experiências de alagamento. Somente essa semana foram três noites com rôdos, vassouras, baldes, "bomba sapo" e muita disposição para tirar a água de casa e do quintal. Um quadro desanimador!
Mas, no centro da cidade e na Ilha Grande a situação nesses últimos quatro dias foi de morte e destruição. Como resultado de deslizamentos já se encontraram 31 corpos e isso até o presente momento, uma vez que ainda há outros desaparecidos, são ao total mais de 600 desabrigados e quase o mesmo número de desalojados... Foi sem dúvida alguma um caótico inicio de ano!
Estou aqui ouvindo a Comunidade Evangélica de Maringá com a sua música, "O Senhor se agrada de Ti", que tem como letra a seguinte verdade:
Cada lágrima derramada em súplica e oração.
Deus enxuga e faz nascer nova canção.
E pra cada frustração e vergonha.
Com amor Ele te dá dupla honra.
Como a terra produz seus renovos.
Deus fará a brotar a retidão e o louvor.
E jamais será chamado desamparado.
Pois o Senhor Se agrada de ti.
E te restaurará.
Pode a tristeza durar uma noite inteira.
Mas a alegria logo vem pela manhã.
Estou buscando nessa letra a motivação para continuar viabilizando ajuda a quem precisa e ao mesmo tempo cuidando também da minha casa que foi atingida por inundações seguidas fragilizando os móveis e deixando um forte cheio de umidade no ar.
Recebo o ano de 2010 com dor no peito, cansaço, mas com uma esperança estalando dentro de mim, pois eu sei que o Senhor Deus há de se agradar de nós a ponto de revelar qual a intenção dEle em meio a tudo isso que anda acontecendo em nossa cidade! Não há clima para festas de inicio de ano! É tempo de quebrantamento! Nossa cidade está morrendo e cada hora morre mais um pouco!
sábado, 2 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
ESSE ANO VAI SER DIFERENTE! 02
Continuo em minhas reflexões sobre algumas considerações que tomo para a minha vida e sugiro que você me acompanhe:
01. Eu vou deixar para trás alguns ressentimentos.
Uma amiga colocou uma frase no seu perfil de MSN que ela atribui ao pr. Hernandes Dias Lopes: "ministério pastoral é você engolir sapos e vomitar diamantes". É sério o fato de que no ministério precisamos desesperadamente, por uma questão de saúde pessoal, esquecermos algumas ingratidões que volta e meia visitam o nosso coração. O perdão nos liberta de nossas próprias dores existenciais, ele preenche o vazio de nossa carência por satisfações pessoais, em suma, quando perdoamos liberamos a alma para ser tratada pelo Senhor.
02. Eu vou ler alguns livros que estão aqui em minhas estantes.
Comprei alguns livros esse ano que precisam ser lidos: dentre eles: menciono: "Santidade", de J.C. Ryle que pretendo ler nas férias; depois pretendo ler, "O Evangelho segundo Jesus Cristo" de John MacArthur; mas não posso me esquecer de meu desafio pessoal: terminar minha dissertação de mestrado sobre o avivamento e a centralidade das Escrituras. Na realidade esse ponto pode ser resumido assim: temos de terminar o que começamos! Uma das grandes tragédias da humanidade sem dúvida alguma é o fato de a maioria das pessoas serem excelentes iniciadores e péssimos "terminadores". Com isso, muita coisa fica para trás, inacabados, alvos de chacota e críticas públicas. É vexatório deixar pendências!
03. Eu vou ter mais paciência comigo mesmo!
Por fim, e não por ser menos importante, preciso aprender a tolerar os meus próprios erros! Somos muito impetuosos, nossa natureza humana anseia por resultados imediatos, somos por demais precipitados! E, como resultado de tudo, acabamos afundados em tristezas e desapotamentos. Nossa agenda é por demais desumana, nossas auto-cobrança são sempre superiores à nossa capacidade de gestão, nossos votos diante de Deus são fora-do-normal, enfim, não dá para sermos humanos enquanto queremos ser super-humanos!
Em 2010 vou optar, e apelo a você o exercício do famoso princípio: nas coisas básicas, vamos propor unidade; nas secundárias, toleremos tudo com base na liberdade; e em todas elas exerçamos o amor! Na verdade, foi isso que I Pedro quis dizer: "tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados". (I Pedro 4.8)
01. Eu vou deixar para trás alguns ressentimentos.
Uma amiga colocou uma frase no seu perfil de MSN que ela atribui ao pr. Hernandes Dias Lopes: "ministério pastoral é você engolir sapos e vomitar diamantes". É sério o fato de que no ministério precisamos desesperadamente, por uma questão de saúde pessoal, esquecermos algumas ingratidões que volta e meia visitam o nosso coração. O perdão nos liberta de nossas próprias dores existenciais, ele preenche o vazio de nossa carência por satisfações pessoais, em suma, quando perdoamos liberamos a alma para ser tratada pelo Senhor.
02. Eu vou ler alguns livros que estão aqui em minhas estantes.
Comprei alguns livros esse ano que precisam ser lidos: dentre eles: menciono: "Santidade", de J.C. Ryle que pretendo ler nas férias; depois pretendo ler, "O Evangelho segundo Jesus Cristo" de John MacArthur; mas não posso me esquecer de meu desafio pessoal: terminar minha dissertação de mestrado sobre o avivamento e a centralidade das Escrituras. Na realidade esse ponto pode ser resumido assim: temos de terminar o que começamos! Uma das grandes tragédias da humanidade sem dúvida alguma é o fato de a maioria das pessoas serem excelentes iniciadores e péssimos "terminadores". Com isso, muita coisa fica para trás, inacabados, alvos de chacota e críticas públicas. É vexatório deixar pendências!
03. Eu vou ter mais paciência comigo mesmo!
Por fim, e não por ser menos importante, preciso aprender a tolerar os meus próprios erros! Somos muito impetuosos, nossa natureza humana anseia por resultados imediatos, somos por demais precipitados! E, como resultado de tudo, acabamos afundados em tristezas e desapotamentos. Nossa agenda é por demais desumana, nossas auto-cobrança são sempre superiores à nossa capacidade de gestão, nossos votos diante de Deus são fora-do-normal, enfim, não dá para sermos humanos enquanto queremos ser super-humanos!
Em 2010 vou optar, e apelo a você o exercício do famoso princípio: nas coisas básicas, vamos propor unidade; nas secundárias, toleremos tudo com base na liberdade; e em todas elas exerçamos o amor! Na verdade, foi isso que I Pedro quis dizer: "tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados". (I Pedro 4.8)
sábado, 26 de dezembro de 2009
ESSE ANO VAI SER DIFERENTE!
Quem gosta de sinais, acabou de acontecer um aqui: estava já na metade de meu artigo, e ele simplesmente sumiu! Ponho-me a escrever novamente. Final de ano pensamos em "resoluções", que nada mais são do que decisões que pretendemos tomar para fazer do ano vindouro um tempo de grandes potencialidades no Reino de Deus. Atrevo-me a sugerir algumas considerações para você (e eu penso primeiro em mim, obviamente):
01. Esse ano eu não vou sair da minha igreja!
Parece algo tranquilo, mas esse ponto torna-se relevante quando analisamos o fato de que vivemos em um tempo onde pastores-lobos tem plantado suas igrejas-biroscas e arrebanhando ovelhas-rebeldes aos borbotões em nosso contexto local. Na realidade, sempre tivemos esse quadro caótico, mas penso que hoje em dia, a palavra de II Pedro tem sido mais ainda verdadeira:
(II Pedro 2:1) - E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
(II Pedro 2:2) - E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
(II Pedro 2:3) - E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
02. Esse ano eu vou me envolver no ministério da igreja.
Olha! Chega de críticos de plantão! Isto é, de gente que nunca "pega no pesado", nunca se expõe ao trabalho, mas sempre está com a língua afiada para criticar o que está sendo feito. Não sei se você vai aceitar de bom tom essa palavra, mas a Bíblia diz que quem é remisso na obra do Senhor, isto é, não trabalha no serviço cristão é irmão do destruidor! Em outro verso, encontramos a seguinte máxima:
(Jeremias 48:10) - Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente; e maldito aquele que retém a sua espada do sangue.
03. Esse ano eu vou ler mais a Bíblia.
Parece-me que esse é um grande investimento para a nossa vida! Vou distribuir na igreja alguns planos de leitura da Bíblia para interessados! Penso que é tempo de termos o hábito concretizado no nosso coração de fazermos do "livro santo" algo mais do que um manual de boa conduta! A Bíblia precisa falar fundo no coração de cada crente, iluminando o seu caminho e fazendo total diferença no seu cotidiano.
(Salmos 1:1) - BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
(Salmos 1:2) - Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
(Salmos 1:3) - Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Na próxima semana eu pontuo a segunda parte desse artigo! Vamos acompanhar e mudarmos juntos nossa postura em relação a 2010! Ok?
01. Esse ano eu não vou sair da minha igreja!
Parece algo tranquilo, mas esse ponto torna-se relevante quando analisamos o fato de que vivemos em um tempo onde pastores-lobos tem plantado suas igrejas-biroscas e arrebanhando ovelhas-rebeldes aos borbotões em nosso contexto local. Na realidade, sempre tivemos esse quadro caótico, mas penso que hoje em dia, a palavra de II Pedro tem sido mais ainda verdadeira:
(II Pedro 2:1) - E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
(II Pedro 2:2) - E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
(II Pedro 2:3) - E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
02. Esse ano eu vou me envolver no ministério da igreja.
Olha! Chega de críticos de plantão! Isto é, de gente que nunca "pega no pesado", nunca se expõe ao trabalho, mas sempre está com a língua afiada para criticar o que está sendo feito. Não sei se você vai aceitar de bom tom essa palavra, mas a Bíblia diz que quem é remisso na obra do Senhor, isto é, não trabalha no serviço cristão é irmão do destruidor! Em outro verso, encontramos a seguinte máxima:
(Jeremias 48:10) - Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente; e maldito aquele que retém a sua espada do sangue.
03. Esse ano eu vou ler mais a Bíblia.
Parece-me que esse é um grande investimento para a nossa vida! Vou distribuir na igreja alguns planos de leitura da Bíblia para interessados! Penso que é tempo de termos o hábito concretizado no nosso coração de fazermos do "livro santo" algo mais do que um manual de boa conduta! A Bíblia precisa falar fundo no coração de cada crente, iluminando o seu caminho e fazendo total diferença no seu cotidiano.
(Salmos 1:1) - BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
(Salmos 1:2) - Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
(Salmos 1:3) - Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Na próxima semana eu pontuo a segunda parte desse artigo! Vamos acompanhar e mudarmos juntos nossa postura em relação a 2010! Ok?
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
FALSO NATAL!
É tristemente sabido que em algumas familias o que se presencia é uma falsa mesa de comunhã natalina. Os familiares vão chegando perto da meia noite de hoje, 24/12 e vão "beliscando" aqui, "bebericando" acolá, e a boca fica bem ocupada, sabe para que? A fim de se evitar tempo livre para se conversar. Falta a boa e saudável conversação na mesa natalina! Os familiares pouco se conhecem, pouco conversam e pouco se amam! Interessante o texto que li há muito tempo atrás de Rubem Alves em que ele dizia que os casais precisam estar dispostos a passar a vida inteira conversando!
Já não se conversa mais hoje em dia... tudo é instantêneo e virtual... as pessoas teclam superficialmente seus computadores, em seus "messangers" da vida, mas não conversam profundamente sobre as suas almas... até mesmo alguns pastores não se colocam mais para ouvir as lamúrias de suas ovelhas... apenas importam sermões de auto-ajuda e manipulação psicológica espiritualizante! É o fim da conversa. É a falência do diálogo gracioso do dar sem esperar receber, do render-se ao amor desinteressado e impactante!
Espero que este Natal seja um tempo de muita conversa... isso mesmo, nas rodas de parentes, "jogue conversa fora", fale sobre futilidades (futebol, cores, lembranças, amenidades enfim...), fale sobre temas ligados à vida cristã como solidariedade, abnegação, investimentos sociais, testemunhos de conversão, enfim.... como diria Fernando Pessoa "tudo vale a pena quando a alma não é pequena".
Só não use o espaço sagrado da conversação familiar para se dedicar às críticas desmedidas a respeito de sua igreja, pastor, líder de ministério, patrão, pais e outras autoridades constituídas por Deus à sua vida... Isso não é conversa, é fofoca, e é do Diabo! Cuidado com as más conversações que corrompem os bons costumes, como diz a Palavra de Deus! (I Corintios 15.33)
Ah! Eu estou aqui em casa de meus pais (mesmo eles não estando... ), por isso estou no desfrute de meus irmãos, irmã, cunhadas, cunhados e sobrinhos... ufa... e já estou praticando o que escrevo aqui... estou conversando e muito... e me sinto bem melhor do que antes do Natal...
Um Feliz Natal aos meus poucos leitores... Um ano de paz a todos!!!
Já não se conversa mais hoje em dia... tudo é instantêneo e virtual... as pessoas teclam superficialmente seus computadores, em seus "messangers" da vida, mas não conversam profundamente sobre as suas almas... até mesmo alguns pastores não se colocam mais para ouvir as lamúrias de suas ovelhas... apenas importam sermões de auto-ajuda e manipulação psicológica espiritualizante! É o fim da conversa. É a falência do diálogo gracioso do dar sem esperar receber, do render-se ao amor desinteressado e impactante!
Espero que este Natal seja um tempo de muita conversa... isso mesmo, nas rodas de parentes, "jogue conversa fora", fale sobre futilidades (futebol, cores, lembranças, amenidades enfim...), fale sobre temas ligados à vida cristã como solidariedade, abnegação, investimentos sociais, testemunhos de conversão, enfim.... como diria Fernando Pessoa "tudo vale a pena quando a alma não é pequena".
Só não use o espaço sagrado da conversação familiar para se dedicar às críticas desmedidas a respeito de sua igreja, pastor, líder de ministério, patrão, pais e outras autoridades constituídas por Deus à sua vida... Isso não é conversa, é fofoca, e é do Diabo! Cuidado com as más conversações que corrompem os bons costumes, como diz a Palavra de Deus! (I Corintios 15.33)
Ah! Eu estou aqui em casa de meus pais (mesmo eles não estando... ), por isso estou no desfrute de meus irmãos, irmã, cunhadas, cunhados e sobrinhos... ufa... e já estou praticando o que escrevo aqui... estou conversando e muito... e me sinto bem melhor do que antes do Natal...
Um Feliz Natal aos meus poucos leitores... Um ano de paz a todos!!!
sábado, 19 de dezembro de 2009
QUADROS NATALINOS!
Eu tenho uma predileção gratuita com o Natal. Já montamos aqui em casa a nossa "árvore", vivo ouvindo músicas natalinas pela TV, já pedi a voluntários de nossa igreja que sejam preparados os enfeites apropriados, enfim... agora, é só viver o clima natalino com toda a expressão de significado.
Quando leio o texto de Lucas 2.8-14 percebo três quadros que me encantam nesse tempo que celebramos a beleza do Natal. Antes, quero dar a minha posição sobre o levante de determinados sujeitos que, arrogando-se de posições ministeriais, estão a difamar o Natal: ora, se não se encontra nas Escrituras um mandamento para se celebrar o Natal, como há para se celebrar a morte de Jesus (celebração da Ceia), não encontro também nenhuma proibição. Além do mais, não consigo entender por que Deus permitiria em sua providência que tivéssemos acesso a tantos relatos lindíssimos sobre o nascimento do Messias se isso não configura-se um propósito pra aproveitarmos um tempo para uma sincera e profunda reflexão.
O primeiro quadro que me vem a mente no texto lucano é o da insignificância recebendo a significância. Os pastores de ovelhas que formavam uma das profissões mais detestáveis daquele tempo foram os escolhidos para assistirem a primeira festa natalina na história. Há um paradoxo formidável nesse relato histórico: as ovelhas que estavam sendo guardadas por esses pastores muito provavelmente eram as usadas em sacrificios no templo de Jerusalém. Logo, aqueles pastores que, pelos seus afazeres não tinham muito acesso ao templo, na realidade zelavam pelo cerne dos rituais sacrificiais, as ovelhas. Gosto de imaginar que aqueles pastores empobrecidos eram muito semelhantes aos nordestinos que vêm a São Paulo para trabalhar na construção civil, e trabalham com afinco na edificação de prédios que a eles nunca será permitido a entrada.
O aparecimento de "um anjo do Senhor" enobrece o perfil empobrecido dos pastores, e além de aparecer, ele diz categoricamente: "eu tenho o evangelho", isto é "eu trago novas de grande alegria...". O evangelho de Jesus é comunicado aos insignificantes de seu tempo. Isso reflete uma mensagem libertadora a todos os que sofrem pelas privações financeiras de nosso tempo perverso. O evangelho reacende no coração humano a chama da valoração. Em uma sociedade que mercadeja a auto estima, o evangelho vem para trazer a estima que só pode vir do alto. E não é a toa que é um anjo celestial que traz as boas noticias aos assustados pastores. O significante se tornou elemento de grande alegria aos insignificantes. Isso é que é "evangelho"... é a a demonstração viva de que só por causa do Natal de Jesus todos os homens podem ter acesso à graça irresistível de um Deus que zela pelos que são Seus.
O segundo quadro que me vêm à mente é o da miserabilidade acolhe a grandiosidade. Gosto da fala do pr. Hernandes Dias Lopes: "Ele é o Rei que nasceu servo, o Deus que se fez homem, o transcendente que Se esvaziou de Sua glória. O dono do mundo não nasceu num berço de ouro, mas num coxo de palha. O Criador dos céus e da terra, o Deus encarnado, diferente dos nobres deste mundo, não nasceu debaixo das luzes da ribalta, dos flashes da popularidade; ao contrário, não havia lugar para ele em Belém.'
O retrato não poderia ser mais pueril e destituido de glória humana: um estábulo mal cheiroso, uma mulher prestes a dar a luz, prestes a entrar em "trabalho de parto", um homem desavisado (era o primeiro filho...) e animais compartilhando desse espetáculo cruento e ao mesmo tempo magnifico. O Deus que se tornou menino para demonstrar que a partir daquele momento todos os nascimentos cruentos na história da humanidade não seriam mais dessassistidos de graça. Somos pois, tratados agora com honra em nosso nascimento mais humilde, porque o maior de todos experimentou um nascimento também nas piores condições.
Ora, um nenem envolvido em faixas, algo comum dentre as famílias pobres da Palestina. Agora, em uma manjedoura, algo único. Pensando nessa direção Martinho Lutero refletiu: “Para socorrer nosso nascimento pobre e miserável, Deus enviou um outro nascimento, que precisou ser puro e sem mácula, caso quisesse purificar o nosso nascimento impuro e pecador. Este é, pois, o nascimento de Cristo, o Senhor, e seu Filho unigênito."
O terceiro quadro que me vem à mente é o da transcendência visitando a imanência. Em um mundo onde sobejam os exércitos que se preparam para a guerra... o desenho de um exército do céu preparado para a paz. A adoração invadiu as campinas de Belém. O céu desceu na terra para glorificar a Deus e trazer paz aos eleitos do Senhor.
Assisti ao filme "Senhor das Armas" com Nicolas Cage. É impressionante como a bárbarie humana que financia as guerras despreza completamente o valor do ser humano em seu lugar no planeta Terra. Sempre me lembro da fala de Martin Luther King, ou a gente aprende a conviver juntos como irmãos, ou pereceremos todos como loucos. Mas, o quadro derradeiro de Natal que vejo no texto me repete a um exército, a uma mílicia celestial, que estava se preparando para declarar Paz. E isso tudo ao melhor estilo:
"Glória a Deus nas maiores alturas e Paz na terra aos homens de Boa Vontade".
Aos homens de boa vontade não se deve em hipótese nenhuma mentalizar "homens com vontade de fazer o bem", isto porque o homem é enfermamente mau e inclinado ao pecado. O sentido correto do texto reporta-se a "homens a quem o Eterno Deus derrama sua Boa Vontade". Quem tem "boa vontade" é Deus não é o homem.
Tenho que me render a esse espetáculo angelical, no primeiro Coral de Anjos que encontramos nas Escrituras em um misto de temor e tremor. Que nesse Natal ao celebrarmos o nascimento do Infante Jesus venhamos a valorizar esses quadros que para mim remete-me à constatação bem humilde de que em minha humanidade eu sou carente da graça de Deus, e preciso desesperadamente me render ao arbítrio do Deus Eterno para que haja sempre "glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens de boa vontade".
Termino com as palavras de C.H. Spurgeon: "Não tinha havido paz na terra desde a queda de Adão. Porém, agora, quando o recém nascido Rei fez sua aparição, a faixa com a qual ele foi enrolado era a bandeira branca da paz. A manjedoura foi o lugar onde o tratado foi assinado, segundo o qual a guerra cessaria entre a consciência do homem e ele mesmo, entre a consciência do homem e seu Deus."
Um Feliz Natal!!!
Quando leio o texto de Lucas 2.8-14 percebo três quadros que me encantam nesse tempo que celebramos a beleza do Natal. Antes, quero dar a minha posição sobre o levante de determinados sujeitos que, arrogando-se de posições ministeriais, estão a difamar o Natal: ora, se não se encontra nas Escrituras um mandamento para se celebrar o Natal, como há para se celebrar a morte de Jesus (celebração da Ceia), não encontro também nenhuma proibição. Além do mais, não consigo entender por que Deus permitiria em sua providência que tivéssemos acesso a tantos relatos lindíssimos sobre o nascimento do Messias se isso não configura-se um propósito pra aproveitarmos um tempo para uma sincera e profunda reflexão.
O primeiro quadro que me vem a mente no texto lucano é o da insignificância recebendo a significância. Os pastores de ovelhas que formavam uma das profissões mais detestáveis daquele tempo foram os escolhidos para assistirem a primeira festa natalina na história. Há um paradoxo formidável nesse relato histórico: as ovelhas que estavam sendo guardadas por esses pastores muito provavelmente eram as usadas em sacrificios no templo de Jerusalém. Logo, aqueles pastores que, pelos seus afazeres não tinham muito acesso ao templo, na realidade zelavam pelo cerne dos rituais sacrificiais, as ovelhas. Gosto de imaginar que aqueles pastores empobrecidos eram muito semelhantes aos nordestinos que vêm a São Paulo para trabalhar na construção civil, e trabalham com afinco na edificação de prédios que a eles nunca será permitido a entrada.
O aparecimento de "um anjo do Senhor" enobrece o perfil empobrecido dos pastores, e além de aparecer, ele diz categoricamente: "eu tenho o evangelho", isto é "eu trago novas de grande alegria...". O evangelho de Jesus é comunicado aos insignificantes de seu tempo. Isso reflete uma mensagem libertadora a todos os que sofrem pelas privações financeiras de nosso tempo perverso. O evangelho reacende no coração humano a chama da valoração. Em uma sociedade que mercadeja a auto estima, o evangelho vem para trazer a estima que só pode vir do alto. E não é a toa que é um anjo celestial que traz as boas noticias aos assustados pastores. O significante se tornou elemento de grande alegria aos insignificantes. Isso é que é "evangelho"... é a a demonstração viva de que só por causa do Natal de Jesus todos os homens podem ter acesso à graça irresistível de um Deus que zela pelos que são Seus.
O segundo quadro que me vêm à mente é o da miserabilidade acolhe a grandiosidade. Gosto da fala do pr. Hernandes Dias Lopes: "Ele é o Rei que nasceu servo, o Deus que se fez homem, o transcendente que Se esvaziou de Sua glória. O dono do mundo não nasceu num berço de ouro, mas num coxo de palha. O Criador dos céus e da terra, o Deus encarnado, diferente dos nobres deste mundo, não nasceu debaixo das luzes da ribalta, dos flashes da popularidade; ao contrário, não havia lugar para ele em Belém.'
O retrato não poderia ser mais pueril e destituido de glória humana: um estábulo mal cheiroso, uma mulher prestes a dar a luz, prestes a entrar em "trabalho de parto", um homem desavisado (era o primeiro filho...) e animais compartilhando desse espetáculo cruento e ao mesmo tempo magnifico. O Deus que se tornou menino para demonstrar que a partir daquele momento todos os nascimentos cruentos na história da humanidade não seriam mais dessassistidos de graça. Somos pois, tratados agora com honra em nosso nascimento mais humilde, porque o maior de todos experimentou um nascimento também nas piores condições.
Ora, um nenem envolvido em faixas, algo comum dentre as famílias pobres da Palestina. Agora, em uma manjedoura, algo único. Pensando nessa direção Martinho Lutero refletiu: “Para socorrer nosso nascimento pobre e miserável, Deus enviou um outro nascimento, que precisou ser puro e sem mácula, caso quisesse purificar o nosso nascimento impuro e pecador. Este é, pois, o nascimento de Cristo, o Senhor, e seu Filho unigênito."
O terceiro quadro que me vem à mente é o da transcendência visitando a imanência. Em um mundo onde sobejam os exércitos que se preparam para a guerra... o desenho de um exército do céu preparado para a paz. A adoração invadiu as campinas de Belém. O céu desceu na terra para glorificar a Deus e trazer paz aos eleitos do Senhor.
Assisti ao filme "Senhor das Armas" com Nicolas Cage. É impressionante como a bárbarie humana que financia as guerras despreza completamente o valor do ser humano em seu lugar no planeta Terra. Sempre me lembro da fala de Martin Luther King, ou a gente aprende a conviver juntos como irmãos, ou pereceremos todos como loucos. Mas, o quadro derradeiro de Natal que vejo no texto me repete a um exército, a uma mílicia celestial, que estava se preparando para declarar Paz. E isso tudo ao melhor estilo:
"Glória a Deus nas maiores alturas e Paz na terra aos homens de Boa Vontade".
Aos homens de boa vontade não se deve em hipótese nenhuma mentalizar "homens com vontade de fazer o bem", isto porque o homem é enfermamente mau e inclinado ao pecado. O sentido correto do texto reporta-se a "homens a quem o Eterno Deus derrama sua Boa Vontade". Quem tem "boa vontade" é Deus não é o homem.
Tenho que me render a esse espetáculo angelical, no primeiro Coral de Anjos que encontramos nas Escrituras em um misto de temor e tremor. Que nesse Natal ao celebrarmos o nascimento do Infante Jesus venhamos a valorizar esses quadros que para mim remete-me à constatação bem humilde de que em minha humanidade eu sou carente da graça de Deus, e preciso desesperadamente me render ao arbítrio do Deus Eterno para que haja sempre "glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens de boa vontade".
Termino com as palavras de C.H. Spurgeon: "Não tinha havido paz na terra desde a queda de Adão. Porém, agora, quando o recém nascido Rei fez sua aparição, a faixa com a qual ele foi enrolado era a bandeira branca da paz. A manjedoura foi o lugar onde o tratado foi assinado, segundo o qual a guerra cessaria entre a consciência do homem e ele mesmo, entre a consciência do homem e seu Deus."
Um Feliz Natal!!!
sábado, 12 de dezembro de 2009
EM TERRA DE CEGO, QUEM TEM JESUS É FILHO DO REI!
Há poucos minutos atrás assisti ao filme "ensaio sobre a cegueira". Um típico conto existencialista sobre o vazio da humanidade sem Deus. Todos numa cidade ficam cegos por uma epidemia de "cegueira branca", exceto uma mulher que no filme desempenha o papel de uma guia motivadora, alguém cuja alma humana insistia em não se perder em meio à bárbarie, indecência e truculência causados pelo des-governo, insensibilidade e sofreguidão caótica!
O filme é de causar arrepios, é forte, contundente e massacrante! É o retrato fidedigno de uma sociedade que cultua a si mesmo e tem os seus olhos como símbolos do permissivismo e da lincensiodade. Todas as relações sociais são banalizadas, o casamento perde o vinculo da fidelidade, o sexo casual é animalesco e sem amor, os sonhos são abortados, o lixo do homem se transforma no homem do lixo! Tudo é vugaz! Eclesiastes retrata bem esse estado de coisas, sem ter os olhos de Saramago, o autor do livro que deu origem ao filme, um ateu confesso, autor português que ganhou o Nobel do mundo mas ainda não conheceu o Senhor do Mundo!
O clima que o filme gerou em minha alma foi de perturbação! Acabei lendo uma e outra página da Bíblia, relendo algo sobre avivamento (o tema da minha vida) e não me segurei: DEFINITIVAMENTE a única esperança para o mundo é Jesus!
É incrível, mas o homem ama as trevas, lembra-se do que João diz em seu Evangelho?
(João 3:19) - E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
(João 12:46) - Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
Cada vez mais eu me convenço em meu espírito que temos de gritar bem alto para o mundo inteiro ouvir: Só através de Jesus o homem encontra a luz que poderá livrá-lo desse absurdo de vida que se leva por ai... O verdadeiro evangelho não é aquele que diverte, é aquele que confronta! Vamos parar com os risos inconsequentes, com as piadas nos corredores da igreja, com os gracejos indecentes de nossas juventudes, está na hora de chorarmos! Está na hora de proclamarmos Jesus como aquele que nos orienta em meio à essa cegueira generalizada em nossa sociedade.
A impressão que eu tenho é que já chegamos ao fim do poço! Mas, como eu e você ainda estamos respirando, tenho que reconhecer que o poço é ainda mais embaixo! Agora, ao invés de ficar me envolvendo em discussões estéreis, papos amigáveis com o pecado e alianças estranhas com pessoas e instituições carnais, assumo o compromisso de irradiar a luz que há em Jesus, aquela que é suficientemente forte para trazer visão aos cegos e obscurecidos pelos seus próprios desejos tortos. Digo e repito: Em terra de cego, quem tem JESUS é Filho do Rei!
Ainda há esperança para você!
O filme é de causar arrepios, é forte, contundente e massacrante! É o retrato fidedigno de uma sociedade que cultua a si mesmo e tem os seus olhos como símbolos do permissivismo e da lincensiodade. Todas as relações sociais são banalizadas, o casamento perde o vinculo da fidelidade, o sexo casual é animalesco e sem amor, os sonhos são abortados, o lixo do homem se transforma no homem do lixo! Tudo é vugaz! Eclesiastes retrata bem esse estado de coisas, sem ter os olhos de Saramago, o autor do livro que deu origem ao filme, um ateu confesso, autor português que ganhou o Nobel do mundo mas ainda não conheceu o Senhor do Mundo!
O clima que o filme gerou em minha alma foi de perturbação! Acabei lendo uma e outra página da Bíblia, relendo algo sobre avivamento (o tema da minha vida) e não me segurei: DEFINITIVAMENTE a única esperança para o mundo é Jesus!
É incrível, mas o homem ama as trevas, lembra-se do que João diz em seu Evangelho?
(João 3:19) - E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
(João 12:46) - Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
Cada vez mais eu me convenço em meu espírito que temos de gritar bem alto para o mundo inteiro ouvir: Só através de Jesus o homem encontra a luz que poderá livrá-lo desse absurdo de vida que se leva por ai... O verdadeiro evangelho não é aquele que diverte, é aquele que confronta! Vamos parar com os risos inconsequentes, com as piadas nos corredores da igreja, com os gracejos indecentes de nossas juventudes, está na hora de chorarmos! Está na hora de proclamarmos Jesus como aquele que nos orienta em meio à essa cegueira generalizada em nossa sociedade.
A impressão que eu tenho é que já chegamos ao fim do poço! Mas, como eu e você ainda estamos respirando, tenho que reconhecer que o poço é ainda mais embaixo! Agora, ao invés de ficar me envolvendo em discussões estéreis, papos amigáveis com o pecado e alianças estranhas com pessoas e instituições carnais, assumo o compromisso de irradiar a luz que há em Jesus, aquela que é suficientemente forte para trazer visão aos cegos e obscurecidos pelos seus próprios desejos tortos. Digo e repito: Em terra de cego, quem tem JESUS é Filho do Rei!
Ainda há esperança para você!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
PICADEIROS GOSPEL!
O que vemos multiplicando-se em todo o pais são os "picadeiros gospel", encontros quase sempre financiados pelo poder público que atraem multidões enfeitizadas pelos cantores e bandas de maior sucesso na parada "evangélica".
Semana passada, Angra assistiu a mais uma edição do "Angra Expo", agora uma feira de cultura, lazer e entretenimento, desde já destacando a real finalidade de seus encontros regados com muita música evangélica, vendas de livros de sucesso (que vão desde Spurgeon a Augusto Cury) e espaços para publicidade de firmas de pessoas que pertencem ao chamado terceiro setor, que são empresários privados identificados com marcas atrativos ao público igrejeiro.
Muitos dos crentes estiveram envolvidos em suas idas aos palcos internos e externos para aclamar os vendedores de CD´s e DVD´s com conteúdos rasos de profundidade bíblica (na maioria dos casos) e intenções reais de lucro pessoal. Trata-se do reino da Terra, a saciedade do prazer carnal e pressão por lucros cada vez mais infernais, mesmo em canções que falam do céu!
Nesses "picadeiros" tudo vale a pena enquanto a alma cada vez mais é pequena! São ditos clichês de auto-ajuda, promessas mirabolantes de prosperidade material, mantras extravagantes, convites a pula-pulas irresponsáveis, e, como não poderia faltar uma e outra fala de tom politiqueiro e eleitoral (as eleições federais e estaduais estão se aproximando...).
Enquanto isso, os "santos de plantão" não deixaram suas igrejas locais esvaziadas, vieram servir a Deus com seus irmãos, ouvindo a mensagem do mesmo pastor e cultuando o Deus não dos Valadões apenas, mas o Deus também (e sobretudo) dos "pobres de espírito".
Que o Senhor nos livre do espírito circense dos cantores e animadores de palco comprometidos com os valores cada vez mais mundanos das gravadoras gospel e que, também acene com juizo sobre os exploradores dos que não tem discernimento para julgar entre o "arroz e feijão" saudável que é servido semanalmente em suas igrejas do venenoso "caviar" dos promotores de Expo!
Semana passada, Angra assistiu a mais uma edição do "Angra Expo", agora uma feira de cultura, lazer e entretenimento, desde já destacando a real finalidade de seus encontros regados com muita música evangélica, vendas de livros de sucesso (que vão desde Spurgeon a Augusto Cury) e espaços para publicidade de firmas de pessoas que pertencem ao chamado terceiro setor, que são empresários privados identificados com marcas atrativos ao público igrejeiro.
Muitos dos crentes estiveram envolvidos em suas idas aos palcos internos e externos para aclamar os vendedores de CD´s e DVD´s com conteúdos rasos de profundidade bíblica (na maioria dos casos) e intenções reais de lucro pessoal. Trata-se do reino da Terra, a saciedade do prazer carnal e pressão por lucros cada vez mais infernais, mesmo em canções que falam do céu!
Nesses "picadeiros" tudo vale a pena enquanto a alma cada vez mais é pequena! São ditos clichês de auto-ajuda, promessas mirabolantes de prosperidade material, mantras extravagantes, convites a pula-pulas irresponsáveis, e, como não poderia faltar uma e outra fala de tom politiqueiro e eleitoral (as eleições federais e estaduais estão se aproximando...).
Enquanto isso, os "santos de plantão" não deixaram suas igrejas locais esvaziadas, vieram servir a Deus com seus irmãos, ouvindo a mensagem do mesmo pastor e cultuando o Deus não dos Valadões apenas, mas o Deus também (e sobretudo) dos "pobres de espírito".
Que o Senhor nos livre do espírito circense dos cantores e animadores de palco comprometidos com os valores cada vez mais mundanos das gravadoras gospel e que, também acene com juizo sobre os exploradores dos que não tem discernimento para julgar entre o "arroz e feijão" saudável que é servido semanalmente em suas igrejas do venenoso "caviar" dos promotores de Expo!
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