Passei três dias no fim de semana passado em Sumidouro, em uma região rural, entre Teresópolis e Nova Friburgo. Meu pai é pastor na região de uma igreja acolhedora e carinhosa, a IB Boas Novas, em um lugarejo de nome, "São Lourenço". Eu posso dizer que fui visitado pelo Senhor neste fim de semana! Foi um tempo de meditação, oração e reflexão bíblica como há muito tempo eu não tinha!
Ainda estou vivendo os efeitos de tudo o que experimentei em Deus. Eu fui para fazer uma série de conferências doutrinárias. Me preparei para falar sobre o aspecto prático da nossa fé em Deus, e usei três narrativas bíblicas para endossar o meu tema: Daniel 3, Atos 27 e Marcos 5, mas quero confessar que eu fui muito mais ministrado do que ministrador!
O clima estava propício à aplicação das verdades bíblicas: um povo atento e amoroso em relação às Escrituras. Fui bastante prático em minhas exposições, nada de teoremas ou postulados clássicos da exegese, ministrei vida na vida daquela gente, com rostos queimados pelo sol, em sua maioria lavradores que contam com o milagre diário de germinação da semente para a colheita de frutos em tempo aprazado! Talvez gente, eu não tenha visto um tempo mais próprio para três grandes reflexões acerca da vida:
01. Estamos aqui na vida para colher o que semeamos.
Quando eu penso nas sementes que tenho plantado, lembro-me imediatamente do Salmo 126 e confesso que fico pasmado em apenas pensar que, minhas lágrimas são companheiras inseparáveis de minha semeadura, e que, preciso "levar a semente para semear andando e chorando". Tenho convicção plena de que o meu tempo de colher os meus feixes de trigo estão chegando! Olho para o meu coração e percebo que muita coisa passei neste ano (sobretudo no primeiro semestre) justamente para poder visualizar um tempo de colheita incrível que o Senhor tem guardado para mim, agora não posso deixar de prestar atenção ao fato de que: eu colho o que semeio!
Se eu semeio ressentimento, eu colho aborrecimentos; se eu semeio mentiras, eu colho arbitrariedades; se eu semeio ira, eu colho destruição; se eu semeio desconfianças, eu colho traições, e por ai vai o rosário de tragédias que se sucedem justamente quando eu não observo a qualidade das minhas sementes. A vida pode ser forrada de frutos abençoados quando eu me esmero em semear apenas aquilo que for para a edificação e crescimento da minha vida e do meu próximo. Sabe qual o segredo para se ter apenas sementes de Deus? Encher o coração de pensamentos bíblicos, de expressões de fé e de alegria de um Deus desejoso de se fazer transbordar em nós. Que sejamos como John Bunyan (nas palavras de C. H. Spurgeon), um "sangue bíblico".
02. Na vida precisamos estar preparados para o sol e para a chuva.
Vez por outra vejo pessoas assustadas pelo aparecimento de crises previsíveis no casamento e na vida pessoal. Ora, até parecem que eles vêem à vida apenas pelo prisma dos contentamentos, dos dias de sol, e quando vem a chuva, não suportam o sofrimento e a luta e acabam capitulando cedo demais da batalha, em outras palavras, desistem com extrema facilidade. Eu tenho pedido a Deus pele de rinoceronte, prudência de uma serpente e mansidão de um cordeiro para liderar a igreja do Senhor Jesus neste tempo de crise!
Percebo que o espírito desse século tem sido o do descontentamento por questões mínimas, o desafio constante à autoridade estabelecida, a maldade de fazer de sua opinião pessoal a única expressão da verdade e se isso tudo não fosse suficiente: a tendência de se fazer de "vitima" no contexto de uma repreensão pastoral mais dura! Gente ensimesmada, que aprendeu no inferno a amar apenas a si mesmo e que, ainda costuma se utilizar da famosa artimanha do tamanduá para fazer seus estragos na igreja! O tamanduá quando quer destruir um formigueiro lança sua lingua no orificio do habitat das formiguinhas que insistem em ficar queimando a lingua do predator com suas mordidas, mas elas não sabem, que ao se colarem à lingua do tamanduá estão se tornando presas fáceis!
É assim que acontece com a fofoca no meio da igreja! O diabo lança sua lingua atiçada pelo inferno e atrai os que gostam de ter suas posições reconhecidas pelo status ministerial e com isso, liberam os pseudocrentes a professarem suas criticas descabidas e sem compaixão a respeito de seus líderes sem ao menos permitir que os mesmos se manifestem! E fazem com que outros também "mordam a lingua do diabo" com seus comentários e impressões, e quando o diabo tira a sua lingua, consegue arrebanhar pessoas, que até mesmo há algum tempo eram puras mas foram contaminadas por maus pensamentos e teses que, mesmo que não sejam verdades, passam a ser defendidas, em alguns casos com a própria vida! É o tempo da chuva, das lutas, tribulações que precisam ser encaradas por homens e mulheres de Deus como sendo permissão de Deus visando o nosso crescimento!
03. Na vida tudo depende do solo que estamos plantados.
Uma coisa interessante em tudo isso é que, o solo precisa ser fértil! Pero Vaz de Caminha registrou em uma carta escrita ao rei D. Manuel por ocasião do descobrimento do Brasil, em idos de 1500, "aqui, em se plantando tudo dá!". Brasil, terra fértil. Eu sonho com o dia em que o Brasil será terra fértil também de missões! Um pais onde os crentes se unirão para compartilhar da água que pode desedentar o pecador, sem partidarismos, igrejismos ou divisões! Eu fico triste ao perceber que um candidado a prefeito consegue unir mais pastores do que uma campanha de evangelização de nossa cidade! Tente marcar um encontro de oração entre os pastores de Angra! Com dependência de Deus (como estamos fazendo mensalmente) reunimos 08... deixa o prefeito e seu candidato marcar um almoço! Vão 30 "homens de Deus"!
Homens de Deus precisam ouvir mais a Deus do que aos homens, precisa se humilhar mais diante de Jesus no reconhecimento de nossa total carência e dependência do Eterno. Quero terminar esse artigo com um trecho do texto de A. W.Tozer, um renomado avivalista canadense do século passado que certa vez disse "precisamos novamente de homens de Deus!":
"Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito."
Que Deus nos mande esses homens para a nossa cidade! Que eu e você sejamos estes! E que, essa reflexão sobre minha ida a Sumidouro faça de mim e de você (amado e amada de Deus) alguém que deseja ser plantado em terra fértil, encarando o sol e a chuva provenientes da providência divina e que, na lei da semeadura e da colheita estejamos certos de que: "aquele que eu nós começou a boa obra, há de aperfeiçoar-nos até o dia de Cristo!" (Filipenses 1.6)
terça-feira, 30 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
"EU PRECISO MUDAR!"
"Aqui é o fim do assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu semblante se mudou; mas guardei estas coisas no coração". (Daniel 7.28)
Depois da visão apavorante dos animais que sairam do mar, espaço de confusão ideológica, para o espectro dos reinos humanos que sucederiam ao forte império babilônico em seu tempo representado pelo jovem petulante Belsazar, Daniel se vê assustado com o desfecho da visão onde aparece uma figura enigmática com dentes de ferro, pés massacradores e com chifres expondo domínio e poder. E se isso não fosse suficiente, esse último animal, representado o ímpério romano, ainda havia dentre os chifres do fantasmagórico animal um que, com olhos de homem e lingua afiada, lançava acusações em relação aos santos de Deus.
Daniel fica consternado pelo que aconteceria aos "santos do Altissimo", representação pictórica do povo de Deus, a igreja do Novo Testamento que sofreria horrores nas mãos do espírito de Roma, também chamado ao meu ver em II Tessalonicenses 2.3-10 de Anticristo! Esse enviado do inferno não é apenas uma pessoa, representa um espírito que age a partir de dentro da igreja para dominar o mundo com valores contraditórios em relação à Cristo e seu propósito salvífico.
Mas, temos sabido que os "santos do Altíssimo" são defendidos pelo "ancião de dias" (o próprio Deus) que confere todo o poder ao "filho do homem" (JESUS) para dominar por completo as estrategemas malignas do espírito do Anticristo, fazendo-nos desfrutar de uma vitória cabal em relação ao diabo e seus demônios aliados. Não temos o que temer!
Mas Daniel me ensina neste texto que eu preciso mudar no que diz respeito ao modo como eu encaro o desfecho dessa batalha cósmica que terá espaço no tempo na vinda do Senhor Jesus para buscar a sua igreja gloriosa. Não posso ter uma visão meramente triunfalista como que dizendo aos quatro cantos: "a vitória pertence a Jesus" se eu não viver uma vida que tenha marcas dessa vitória no meu dia a dia.
Pensando nessa encarnação da vitória de Cristo na minha vida particular, me pus a pensar em atitudes que preciso tomar para que na mudança proposta eu venha a servir ao meu Deus de maneira mais inteira e dedicada. Transcrevo essas mal traçadas linhas na intenção de que elas também impactem à sua vida para mudar também comigo, e a nos ajudarmos a fim de não esquecermos de nenhum destes pontos preciosos:
(a) Preciso ter os meus pensamentos perturbados.
Há muita passividade vez por outra na minha mente. Pensamentos por demais alocados que impedem uma reviravolta naqueles instantes em que o Espírito Santo me cobra posturas mais radicais em relação ao nível de cristianismo que eu vivo. Fico imaginando que os primeiros cristãos que alvoroçaram o mundo não eram cristãos medianos, pragmáticos em sua fé, percebo neles uma inquietante busca para algo mais profundo! E é isso que tenho de buscar ir além do que o comum, o trivial na vida cristã.
Terminei hoje de ler o livro de Richard Foster, o "Celebração da Disciplina". Confesso que esse livro me nocauteou, eu estou "na lona"! Mas, eu aprendi que preciso apelar para horários mais intensos em meditação, oração e estudo. Preciso marcar horários regulares de jejum! E também tenho que ouvir mais os conselheiros espirituais da igreja para a tomada de decisões importantes, bem como levar a adoração e a celebração comunitárias mais à sério com investimentos na qualidade de nossos cultos e encontros na igreja.
Enfim, olho para dentro de mim e me vejo em um momento ou outro vazio, e faço a oração do falecido pr. Antonio Elias, "Senhor, me encha do que estou vazio, e me esvazie do que estou cheio!", e assim vou caminhando junto com o meu povo! Creio que vamos ver coisas incriveis acontecendo em nossa igreja neste fim de ano, já posso antever vitórias estrondosas, mas não usarei nenhuma delas para tripudiar em cima de meus desafetos e opositores! Persistirei em não expor nenhum dos que são contra um ponto ou outro de meu ministério e pessoa. Serei amável com os não amáveis!
(b) Preciso mudar o meu semblante.
Chega de risos inconsequentes! Chega de expor defeitos dos outros como motivos de boas piadas! Há muita brincadeira na casa de Deus. Há espaço para a alegria nas reuniões e ajuntamentos dos santos, mas precisamos tomar cuidado para que o sarcasmo não seja algo constante. Tenho me preocupado com os nossos jovens que vez por outra, elegem um do grupo para rotularem, e às vezes de modo muito vil, temos que acabar com isso, alegria agora só a sadia provocada pelo Espírito.
Semblante mudado reflete um coração quebrantado! Bob Pierce, o fundador de uma organização que atende vários países do mundo com projetos sociais, certa feita orou assim: "Quero ser quebrantado com aquilo que quebranta o coração de Deus!". Preciso fazer essa mesma oração! E quebrantamento amado e amada, é "quebra" mesmo! Não se trata de uma suave consternação, ou um aliviado senso de responsabilidade, não, na realidade, quebrantamento tem a ver com quebra de resistências pessoais, é aquilo que alguém já disse: "submissão é abrir mão de direitos pessoais"!
Em nosso tempo temos muitos "crentes" que não admitem envergarem-se diante de nenhum pastoreamento. São ensimesmados, pensam apenas em si mesmos, e quando as coisas não caminham segundos seus curtos pontos de vista, logo trabalham para que o projeto esteja dando errado! São vis e improducentes! Mas, ainda bem que, quando o nosso semblante expressa quebrantamento e dependência de Deus, tudo muda, e o Senhor Jesus aplica a sua justiça no nosso assunto e questão, e logo temos o resultado: as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus e pertencem ao grupo dos seus eleitos! (Romanos 8.28).
(c) E, por fim, preciso guardar mais coisas de Deus em meu coração.
Temos de ser como Maria, que por duas vezes, em situações contraditórias, ela optou em guardar as coisas no seu coração. Quando os pastores apressadamente foram homenagear o menino Jesus (LUcas 2.19) e por ocasião da situação em que Jesus fica no templo para conversar com os entendidos da lei, e Maria fica a pensar de que de fato, a missão de seu filho seria nobre e salvadora!
Naquilo que não entendemos, temos de fazer conforme Jesus vez por outra preceituava, "não temas, crê somente!". Existem mistérios nos céus e na terra que nunca serão precisados por nós, meros mortais, por isso temos de fazer como o sábio Daniel, "guardar tudo no coração".
Se ficássemos mais em silêncio, guardando as coisas no coração, erraríamos menos! A fala é um dom de Deus, sem dúvida, mas o silêncio também é! No silêncio nós meditamos nas grandezas de Deus a absorvemos da sua mente! Dai, você e eu poderemos soletrar amorosamente uma das poesias de Frederixk W. Faber: "Só sentar-se e pensar em Deus, ah, que júbilo isso dá! Pensar o pensamento, o Nome respirar, na terra maios bem-aventurança não há!".
Olha, ter pensamentos perturbados, mente mudada e coração cheio de impressões divinas é o meu segredo pessoal para buscar uma vivência com Deus mais intensa e significativa. Vou ficar muito feliz ao saber que não estou sozinho nessa busca. Caso essa seja a sua também, vamos entrar em contato um com o outro sempre, para fazer valer a realidade de uma devocionalidade mais profunda e mergulhada no mistério divino.
Depois da visão apavorante dos animais que sairam do mar, espaço de confusão ideológica, para o espectro dos reinos humanos que sucederiam ao forte império babilônico em seu tempo representado pelo jovem petulante Belsazar, Daniel se vê assustado com o desfecho da visão onde aparece uma figura enigmática com dentes de ferro, pés massacradores e com chifres expondo domínio e poder. E se isso não fosse suficiente, esse último animal, representado o ímpério romano, ainda havia dentre os chifres do fantasmagórico animal um que, com olhos de homem e lingua afiada, lançava acusações em relação aos santos de Deus.
Daniel fica consternado pelo que aconteceria aos "santos do Altissimo", representação pictórica do povo de Deus, a igreja do Novo Testamento que sofreria horrores nas mãos do espírito de Roma, também chamado ao meu ver em II Tessalonicenses 2.3-10 de Anticristo! Esse enviado do inferno não é apenas uma pessoa, representa um espírito que age a partir de dentro da igreja para dominar o mundo com valores contraditórios em relação à Cristo e seu propósito salvífico.
Mas, temos sabido que os "santos do Altíssimo" são defendidos pelo "ancião de dias" (o próprio Deus) que confere todo o poder ao "filho do homem" (JESUS) para dominar por completo as estrategemas malignas do espírito do Anticristo, fazendo-nos desfrutar de uma vitória cabal em relação ao diabo e seus demônios aliados. Não temos o que temer!
Mas Daniel me ensina neste texto que eu preciso mudar no que diz respeito ao modo como eu encaro o desfecho dessa batalha cósmica que terá espaço no tempo na vinda do Senhor Jesus para buscar a sua igreja gloriosa. Não posso ter uma visão meramente triunfalista como que dizendo aos quatro cantos: "a vitória pertence a Jesus" se eu não viver uma vida que tenha marcas dessa vitória no meu dia a dia.
Pensando nessa encarnação da vitória de Cristo na minha vida particular, me pus a pensar em atitudes que preciso tomar para que na mudança proposta eu venha a servir ao meu Deus de maneira mais inteira e dedicada. Transcrevo essas mal traçadas linhas na intenção de que elas também impactem à sua vida para mudar também comigo, e a nos ajudarmos a fim de não esquecermos de nenhum destes pontos preciosos:
(a) Preciso ter os meus pensamentos perturbados.
Há muita passividade vez por outra na minha mente. Pensamentos por demais alocados que impedem uma reviravolta naqueles instantes em que o Espírito Santo me cobra posturas mais radicais em relação ao nível de cristianismo que eu vivo. Fico imaginando que os primeiros cristãos que alvoroçaram o mundo não eram cristãos medianos, pragmáticos em sua fé, percebo neles uma inquietante busca para algo mais profundo! E é isso que tenho de buscar ir além do que o comum, o trivial na vida cristã.
Terminei hoje de ler o livro de Richard Foster, o "Celebração da Disciplina". Confesso que esse livro me nocauteou, eu estou "na lona"! Mas, eu aprendi que preciso apelar para horários mais intensos em meditação, oração e estudo. Preciso marcar horários regulares de jejum! E também tenho que ouvir mais os conselheiros espirituais da igreja para a tomada de decisões importantes, bem como levar a adoração e a celebração comunitárias mais à sério com investimentos na qualidade de nossos cultos e encontros na igreja.
Enfim, olho para dentro de mim e me vejo em um momento ou outro vazio, e faço a oração do falecido pr. Antonio Elias, "Senhor, me encha do que estou vazio, e me esvazie do que estou cheio!", e assim vou caminhando junto com o meu povo! Creio que vamos ver coisas incriveis acontecendo em nossa igreja neste fim de ano, já posso antever vitórias estrondosas, mas não usarei nenhuma delas para tripudiar em cima de meus desafetos e opositores! Persistirei em não expor nenhum dos que são contra um ponto ou outro de meu ministério e pessoa. Serei amável com os não amáveis!
(b) Preciso mudar o meu semblante.
Chega de risos inconsequentes! Chega de expor defeitos dos outros como motivos de boas piadas! Há muita brincadeira na casa de Deus. Há espaço para a alegria nas reuniões e ajuntamentos dos santos, mas precisamos tomar cuidado para que o sarcasmo não seja algo constante. Tenho me preocupado com os nossos jovens que vez por outra, elegem um do grupo para rotularem, e às vezes de modo muito vil, temos que acabar com isso, alegria agora só a sadia provocada pelo Espírito.
Semblante mudado reflete um coração quebrantado! Bob Pierce, o fundador de uma organização que atende vários países do mundo com projetos sociais, certa feita orou assim: "Quero ser quebrantado com aquilo que quebranta o coração de Deus!". Preciso fazer essa mesma oração! E quebrantamento amado e amada, é "quebra" mesmo! Não se trata de uma suave consternação, ou um aliviado senso de responsabilidade, não, na realidade, quebrantamento tem a ver com quebra de resistências pessoais, é aquilo que alguém já disse: "submissão é abrir mão de direitos pessoais"!
Em nosso tempo temos muitos "crentes" que não admitem envergarem-se diante de nenhum pastoreamento. São ensimesmados, pensam apenas em si mesmos, e quando as coisas não caminham segundos seus curtos pontos de vista, logo trabalham para que o projeto esteja dando errado! São vis e improducentes! Mas, ainda bem que, quando o nosso semblante expressa quebrantamento e dependência de Deus, tudo muda, e o Senhor Jesus aplica a sua justiça no nosso assunto e questão, e logo temos o resultado: as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus e pertencem ao grupo dos seus eleitos! (Romanos 8.28).
(c) E, por fim, preciso guardar mais coisas de Deus em meu coração.
Temos de ser como Maria, que por duas vezes, em situações contraditórias, ela optou em guardar as coisas no seu coração. Quando os pastores apressadamente foram homenagear o menino Jesus (LUcas 2.19) e por ocasião da situação em que Jesus fica no templo para conversar com os entendidos da lei, e Maria fica a pensar de que de fato, a missão de seu filho seria nobre e salvadora!
Naquilo que não entendemos, temos de fazer conforme Jesus vez por outra preceituava, "não temas, crê somente!". Existem mistérios nos céus e na terra que nunca serão precisados por nós, meros mortais, por isso temos de fazer como o sábio Daniel, "guardar tudo no coração".
Se ficássemos mais em silêncio, guardando as coisas no coração, erraríamos menos! A fala é um dom de Deus, sem dúvida, mas o silêncio também é! No silêncio nós meditamos nas grandezas de Deus a absorvemos da sua mente! Dai, você e eu poderemos soletrar amorosamente uma das poesias de Frederixk W. Faber: "Só sentar-se e pensar em Deus, ah, que júbilo isso dá! Pensar o pensamento, o Nome respirar, na terra maios bem-aventurança não há!".
Olha, ter pensamentos perturbados, mente mudada e coração cheio de impressões divinas é o meu segredo pessoal para buscar uma vivência com Deus mais intensa e significativa. Vou ficar muito feliz ao saber que não estou sozinho nessa busca. Caso essa seja a sua também, vamos entrar em contato um com o outro sempre, para fazer valer a realidade de uma devocionalidade mais profunda e mergulhada no mistério divino.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
FUI AO RIO GRANDE DO SUL E.... FIQUEI IMPACTADO!
"Porque o que se compadece deles os guiará e os levará mansamente aos mananciais das águas". (Isais 49.10b)
Estivemos (eu, Alberto e Leonardo) em viagem missionária ao Rio Grande do Sul nestes últimos 06 dias. Foi um tempo de muito crescimento pessoal e ministerial onde vimos os desafios que o campo gaúcho reserva para aqueles que amam a causa missionária.
Tenho pensado já há algum que tempo que missões existe para a glória de Deus e o motivo principal do avanço da igreja é justamente esse: dar a todos a oportunidade de glorificarem a Deus com suas vidas!
O que vimos no Rio Grande do Sul foram cidades enormes, com estruturas formidáveis e com uma carência espiritual sem paralelos! Reparem comigo: Porto Alegre, a capital com 1500000 habitantes tem apenas 12 igrejas batistas (e a maior tem 300 membros!). Há possibilidades também na plantação de igrejas em cidades que possui acima de 300 mil habitantes como Caxias do Sul, Pelotas e Canoas.
Em todo o estado são 30 mil terreiros de macumbas, um materialismo cega grande parte da população engessada por tradições alegres e envolventes, mas que escondem uma barreira emocional em relação ao evangelho, dai o Rio Grande do Sul ter a menor taxa de crescimento evangélico do Brasil!
A despeito de ser o estado com maior qualidade de vida e renda per capita do Brasil, o Rio Grande do Sul também acaba colecionando um título nada honroso: é o campeão brasileiro de suicídios! Mata-se no Rio Grande do Sul por ano, seis vezes o número de vítimas daquele acidente de avião na rota Porto Alegre e São Paulo da TAM no ano passado!
Conversamos com pessoas especiais lá: pr. Marcelo Saldanha (um dos pastores da Igreja Batista Boas Novas em Novo Hamburgo), um jovem preparado academicamente e com um espírito gauchesco de amor ao seu estado, com requintes de piedade e bom senso de humor! Também estivemos em reunião com o Diretor Executivo da Convenção Batista do Rio Grande do Sul, irmão Egon Grimm, com sua visão arrojada de plantação de igrejas e um espírito despreendido com a obra missionária!
O nosso foco no Rio Grande do Sul era a nossa congregação em Taquara: uma importante cidade, com seus mais de 60 mil habitantes, com rota de acesso à outras cidades como Cachoerinha, Parobé, Santo Antônio da Patrulha, Três Coroas, dentre outras com baixissima presença evangélica.
Em Taquara, temos uma familia de obreiros sustentados por nossa igreja (e algumas igrejas amigas, como Primeira Igreja Batista em Nova Aurora, Belford Roxo e Igreja Batista em Campinas, Sumidouro) Gilberto, Cinara, Júlia e Débora. Vimos ali uma familia abnegada que buscará recursos próprios para que, nesse tempo tenham condições de se sustentarem condignamente a fim de que o nosso investimento ali seja investido numa mudança necessária da congregação para o centro da cidade!
A congregação na realidade não está localizada de modo estratégico, precisamos ir para o centro da cidade. E temos lá um salão que comporta cerca de 50 pessoas, com um estacionamento e área social com o custo de R$ 800,00! No centro, um apartamento para a nossa família de obreiros ficará em torno de R$ 350,00! Com isso, o Gilberto precisará de um emprego (orem por isso!) para dar à sua família o mínimo de dignidade nesse primeiro tempo de plantação de igreja.
Participamos lá de um chá de mulheres na congregação. Que emoção! E, como são fortes as mulheres gaúchas! Percebemos que o trabalho lá promete! Agora, precisamos de apoio!
Abraçamos e conversamos com o pr. Mauro Jacques, de Igrejinha, um ardoroso plantador de igrejas que tem feito, em conformidade com a sua visão, um trabalho especial no Rio Grande do Sul.
Agora, sei que chegou o tempo de darmos à nossa contribuição para desedentar boa parte daquela região. Junte-se a nós! Mande-me um email (amanciomarins@oi.com.br) e me pergunte o que você deve fazer para ajudar nessa obra missionária! Nós vimos jovens, adultos, criaças, jovens e adolescentes sorrirem em Taquara! Eles precisam conhecer o segredo da verdadeira alegria!
Que tal, investirmos no Rio Grande do Sul?
Estivemos (eu, Alberto e Leonardo) em viagem missionária ao Rio Grande do Sul nestes últimos 06 dias. Foi um tempo de muito crescimento pessoal e ministerial onde vimos os desafios que o campo gaúcho reserva para aqueles que amam a causa missionária.
Tenho pensado já há algum que tempo que missões existe para a glória de Deus e o motivo principal do avanço da igreja é justamente esse: dar a todos a oportunidade de glorificarem a Deus com suas vidas!
O que vimos no Rio Grande do Sul foram cidades enormes, com estruturas formidáveis e com uma carência espiritual sem paralelos! Reparem comigo: Porto Alegre, a capital com 1500000 habitantes tem apenas 12 igrejas batistas (e a maior tem 300 membros!). Há possibilidades também na plantação de igrejas em cidades que possui acima de 300 mil habitantes como Caxias do Sul, Pelotas e Canoas.
Em todo o estado são 30 mil terreiros de macumbas, um materialismo cega grande parte da população engessada por tradições alegres e envolventes, mas que escondem uma barreira emocional em relação ao evangelho, dai o Rio Grande do Sul ter a menor taxa de crescimento evangélico do Brasil!
A despeito de ser o estado com maior qualidade de vida e renda per capita do Brasil, o Rio Grande do Sul também acaba colecionando um título nada honroso: é o campeão brasileiro de suicídios! Mata-se no Rio Grande do Sul por ano, seis vezes o número de vítimas daquele acidente de avião na rota Porto Alegre e São Paulo da TAM no ano passado!
Conversamos com pessoas especiais lá: pr. Marcelo Saldanha (um dos pastores da Igreja Batista Boas Novas em Novo Hamburgo), um jovem preparado academicamente e com um espírito gauchesco de amor ao seu estado, com requintes de piedade e bom senso de humor! Também estivemos em reunião com o Diretor Executivo da Convenção Batista do Rio Grande do Sul, irmão Egon Grimm, com sua visão arrojada de plantação de igrejas e um espírito despreendido com a obra missionária!
O nosso foco no Rio Grande do Sul era a nossa congregação em Taquara: uma importante cidade, com seus mais de 60 mil habitantes, com rota de acesso à outras cidades como Cachoerinha, Parobé, Santo Antônio da Patrulha, Três Coroas, dentre outras com baixissima presença evangélica.
Em Taquara, temos uma familia de obreiros sustentados por nossa igreja (e algumas igrejas amigas, como Primeira Igreja Batista em Nova Aurora, Belford Roxo e Igreja Batista em Campinas, Sumidouro) Gilberto, Cinara, Júlia e Débora. Vimos ali uma familia abnegada que buscará recursos próprios para que, nesse tempo tenham condições de se sustentarem condignamente a fim de que o nosso investimento ali seja investido numa mudança necessária da congregação para o centro da cidade!
A congregação na realidade não está localizada de modo estratégico, precisamos ir para o centro da cidade. E temos lá um salão que comporta cerca de 50 pessoas, com um estacionamento e área social com o custo de R$ 800,00! No centro, um apartamento para a nossa família de obreiros ficará em torno de R$ 350,00! Com isso, o Gilberto precisará de um emprego (orem por isso!) para dar à sua família o mínimo de dignidade nesse primeiro tempo de plantação de igreja.
Participamos lá de um chá de mulheres na congregação. Que emoção! E, como são fortes as mulheres gaúchas! Percebemos que o trabalho lá promete! Agora, precisamos de apoio!
Abraçamos e conversamos com o pr. Mauro Jacques, de Igrejinha, um ardoroso plantador de igrejas que tem feito, em conformidade com a sua visão, um trabalho especial no Rio Grande do Sul.
Agora, sei que chegou o tempo de darmos à nossa contribuição para desedentar boa parte daquela região. Junte-se a nós! Mande-me um email (amanciomarins@oi.com.br) e me pergunte o que você deve fazer para ajudar nessa obra missionária! Nós vimos jovens, adultos, criaças, jovens e adolescentes sorrirem em Taquara! Eles precisam conhecer o segredo da verdadeira alegria!
Que tal, investirmos no Rio Grande do Sul?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
SIMPLIFIQUE A SUA VIDA!
É sem dúvida alguma expressão de loucura o que vemos em nosso tempo na cabeça de líderes que usam o nome de Deus, mas menosprezam uma das mais importantes disciplinas espirituais: o descanso. Fico embasbacado ao perceber rotinas estressantes que caem sobre os ombros daqueles que deveriam cultivar a simplicidade de vida e exigências mais realistas a respeito de si mesmos.
Richard Foster em seu clássico “Celebração da Disciplina” dedica um capítulo sobre a simplicidade e a ela vou tecer algumas considerações. É fato de que precisamos nos despertar para o fato de que a nossa conformação com os valores de nossa sociedade doente está nos adoecendo.
Daí ele trabalha em três aspectos que nos fazem pensar do por que devemos aliar o nosso trabalho ao descanso, a fim de fugirmos da pressão do imediatismo.
(a) Precisamos considerar tudo que possuímos como dádiva de Deus.
Não é o nosso trabalho que nos faz ter o que temos, tudo que temos vem de Deus. Nossas mãos permaneceriam vazias se não fôssemos agraciados com um Deus que é glorificado quando nos satisfazemos nEle!
(b) Precisamos entender que é de Deus a responsabilidade de cuidar do que temos.
Nesse aspecto lembro-me do Salmo 127:1,2: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem”.
Temos de ser precavidos, mas o fato é que, se na nossa precaução assumimos o pensamento que estamos protegidos por conta de nossa habilidade em antever o perigo, ficamos ansiosos e roubamos de Deus o direito de governo sobre nossas vidas. Temos de descansar porque temos um Deus que cuida daquilo que é nosso!
(c) Precisamos colocar o que temos à disposição do outro.
Temos de vencer o medo em relação ao futuro, acreditando que o que hoje temos é nos dado pelo “conta gotas” divino! É o maná diário! É seguir a máxima da oração ensinada por Jesus, “o pão nosso de cada dia nos dá hoje!” (Mateus 6.11)
Por fim, temos de receber no coração o que foi dito pelo filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard: “Existe uma coisa que nem todas as astúcias de Satanás nem todas as ciladas da tentação conseguem pegar de surpresa, e essa coisa é a simplicidade”.
Somente um coração encharcado de simplicidade pode fazer frente às pressões que recebemos diariamente, e para a alma cansada do missionário deve haver um ponto de refrigério, tudo é de Deus, Ele cuida de tudo, e ainda, lhe abençoa para que através daquilo que você tem, outros venham a ser poderosamente tocados com Graça.
Richard Foster em seu clássico “Celebração da Disciplina” dedica um capítulo sobre a simplicidade e a ela vou tecer algumas considerações. É fato de que precisamos nos despertar para o fato de que a nossa conformação com os valores de nossa sociedade doente está nos adoecendo.
Daí ele trabalha em três aspectos que nos fazem pensar do por que devemos aliar o nosso trabalho ao descanso, a fim de fugirmos da pressão do imediatismo.
(a) Precisamos considerar tudo que possuímos como dádiva de Deus.
Não é o nosso trabalho que nos faz ter o que temos, tudo que temos vem de Deus. Nossas mãos permaneceriam vazias se não fôssemos agraciados com um Deus que é glorificado quando nos satisfazemos nEle!
(b) Precisamos entender que é de Deus a responsabilidade de cuidar do que temos.
Nesse aspecto lembro-me do Salmo 127:1,2: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem”.
Temos de ser precavidos, mas o fato é que, se na nossa precaução assumimos o pensamento que estamos protegidos por conta de nossa habilidade em antever o perigo, ficamos ansiosos e roubamos de Deus o direito de governo sobre nossas vidas. Temos de descansar porque temos um Deus que cuida daquilo que é nosso!
(c) Precisamos colocar o que temos à disposição do outro.
Temos de vencer o medo em relação ao futuro, acreditando que o que hoje temos é nos dado pelo “conta gotas” divino! É o maná diário! É seguir a máxima da oração ensinada por Jesus, “o pão nosso de cada dia nos dá hoje!” (Mateus 6.11)
Por fim, temos de receber no coração o que foi dito pelo filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard: “Existe uma coisa que nem todas as astúcias de Satanás nem todas as ciladas da tentação conseguem pegar de surpresa, e essa coisa é a simplicidade”.
Somente um coração encharcado de simplicidade pode fazer frente às pressões que recebemos diariamente, e para a alma cansada do missionário deve haver um ponto de refrigério, tudo é de Deus, Ele cuida de tudo, e ainda, lhe abençoa para que através daquilo que você tem, outros venham a ser poderosamente tocados com Graça.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
MISSÕES, DESAFIO DE NOSSO TEMPO!
Quando se pára a fim de pensar se é possível para a igreja alcançar as quatro áreas geográficas de Atos 1.8: “Jerusalém, Judéia, Samária e até os confins da terra”, deve-se permitir-se ser orientado nos três desafios missionários de nosso tempo. E eu percebo que “missões transculturais” tem a ver com o desafio da igreja de alcançar todos os povos da terra com a mensagem do evangelho.
Um conceito missiológico importante que retiro de uma palestra de Samuel Escobar é: “Evangelização é, então, a chamada a esses que estão fora para que entrem como filhos do Pai na abundância da vida eterna em Cristo pelo Espírito, e na alegria de uma comunidade amorosa, na comunhão da igreja”.
Deus tem os seus filhos eleitos que, no tempo aprazado se achegarão ao filho conduzidos pelo Espírito (João 6.37, Romanos 8.14) e consiste em necessidade por parte da igreja de uma abordagem que vença sim, os obstáculos culturais, lingüísticos, geográfico e de pensamentos diversos para consumação da obra do Senhor Jesus em nosso tempo.
(a) Temos de orar.
A oração é a chave para resolvermos o grande “problema missionário” que é justamente a distância que existe entre a igreja que envia, e pensa que por conta disso já tem a sua consciência aliviada e abandona o missionário no campo com suas crises humanas, desconsiderando por completo que o mesmo é gente, e vez por outra, enfraquecida pelos desafios do seu hercúleo trabalho!
Pela oração o crente da igreja local faz missões! Ele não apenas se embebeda de informações e pelos números eloqüentes do trabalho além das suas fronteiras, mas ele participa, “veste a camisa”, sua o suor do missionário!
(b) Temos de contribuir.
Não gosto muito das atuais pesquisas expedidas por entidades denominacionais, inclusive a minha, que fala em termos de 1 real por crente brasileiro para missões! Não considero que seja justo fazer tal maquiagem numérica, isso porque não contempla com reconhecimento daqueles que se sacrificam a ponto de passarem os meses de campanha missionária tendo de sobreviver com parcos recursos para dedicar 30%, 50% e até 90% dos seus ordenados, tudo pela causa missionária!
A matemática fria enfraquece o coração, porque não leva em conta o fato de que, se há crentes medíocres que não colaboram em nada para a obra missionária, também podemos verificar nas mais diversas denominações evangélicas de nosso pais homens e mulheres que se doam para missões transculturais com a alma cheia de contentamento e gozo espirituais!
(c) Temos de ir.
Edison Queiroz denuncia: “Hoje em dia verificamos uma falta de compromisso no meio do povo evangélico. O povo quer somente receber. Poucos estão dispostos a dar, servir e trabalhar para o reino de Deus”. Li essa semana um artigo muito interessante de Robinson Cavalcanti em que ele suspira de saudades pelo tempo em que ser evangélico em nosso pais não era status, e sim martírio. Há jovens em nossas igrejas dispostos a ir para os campos, mas não se inclinam para a obediência porque estão ainda contaminados pelo espírito do deus desse século, Mamom (divindade das riquezas materiais).
Sei que muitos dos nossos futuros missionários vão ficar em nossas cidades mesmo. É conveniente afirmarmos que esta certo a observação logo no inicio do texto sobre “missões transculturais” em nossa apostila. E, concordo que isso não é desperdício e sim propósito divino. Agora não me sossega o coração saber que, muitos não estão indo, porque falta na igreja uma visão de entrega e de priorização das coisas genuinamente espirituais. Ora, numa igreja em que um tijolo vale mais do que um missionário, está decretada a falência da visão espiritual desse rebanho, e no lugar de Cristo já está entronizado um falso deus, e o consumismo terá ganhado a batalha contra o cristianismo!
Um conceito missiológico importante que retiro de uma palestra de Samuel Escobar é: “Evangelização é, então, a chamada a esses que estão fora para que entrem como filhos do Pai na abundância da vida eterna em Cristo pelo Espírito, e na alegria de uma comunidade amorosa, na comunhão da igreja”.
Deus tem os seus filhos eleitos que, no tempo aprazado se achegarão ao filho conduzidos pelo Espírito (João 6.37, Romanos 8.14) e consiste em necessidade por parte da igreja de uma abordagem que vença sim, os obstáculos culturais, lingüísticos, geográfico e de pensamentos diversos para consumação da obra do Senhor Jesus em nosso tempo.
(a) Temos de orar.
A oração é a chave para resolvermos o grande “problema missionário” que é justamente a distância que existe entre a igreja que envia, e pensa que por conta disso já tem a sua consciência aliviada e abandona o missionário no campo com suas crises humanas, desconsiderando por completo que o mesmo é gente, e vez por outra, enfraquecida pelos desafios do seu hercúleo trabalho!
Pela oração o crente da igreja local faz missões! Ele não apenas se embebeda de informações e pelos números eloqüentes do trabalho além das suas fronteiras, mas ele participa, “veste a camisa”, sua o suor do missionário!
(b) Temos de contribuir.
Não gosto muito das atuais pesquisas expedidas por entidades denominacionais, inclusive a minha, que fala em termos de 1 real por crente brasileiro para missões! Não considero que seja justo fazer tal maquiagem numérica, isso porque não contempla com reconhecimento daqueles que se sacrificam a ponto de passarem os meses de campanha missionária tendo de sobreviver com parcos recursos para dedicar 30%, 50% e até 90% dos seus ordenados, tudo pela causa missionária!
A matemática fria enfraquece o coração, porque não leva em conta o fato de que, se há crentes medíocres que não colaboram em nada para a obra missionária, também podemos verificar nas mais diversas denominações evangélicas de nosso pais homens e mulheres que se doam para missões transculturais com a alma cheia de contentamento e gozo espirituais!
(c) Temos de ir.
Edison Queiroz denuncia: “Hoje em dia verificamos uma falta de compromisso no meio do povo evangélico. O povo quer somente receber. Poucos estão dispostos a dar, servir e trabalhar para o reino de Deus”. Li essa semana um artigo muito interessante de Robinson Cavalcanti em que ele suspira de saudades pelo tempo em que ser evangélico em nosso pais não era status, e sim martírio. Há jovens em nossas igrejas dispostos a ir para os campos, mas não se inclinam para a obediência porque estão ainda contaminados pelo espírito do deus desse século, Mamom (divindade das riquezas materiais).
Sei que muitos dos nossos futuros missionários vão ficar em nossas cidades mesmo. É conveniente afirmarmos que esta certo a observação logo no inicio do texto sobre “missões transculturais” em nossa apostila. E, concordo que isso não é desperdício e sim propósito divino. Agora não me sossega o coração saber que, muitos não estão indo, porque falta na igreja uma visão de entrega e de priorização das coisas genuinamente espirituais. Ora, numa igreja em que um tijolo vale mais do que um missionário, está decretada a falência da visão espiritual desse rebanho, e no lugar de Cristo já está entronizado um falso deus, e o consumismo terá ganhado a batalha contra o cristianismo!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
MEU BALANÇO DE VIDA!
“Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”. (Salmo 90.12)
Nesta véspera do meu aniversário me proponho a sentar em meu gabinete a escrever algo que serve como balanço de minha vida e me ajudará a organizar meus pensamentos neste momento de séria reflexão sobre o que Deus tem feito na minha existência.
(1) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, não tenho do que reclamar de minha escolha em me render ao chamado do Senhor para o ministério pastoral. Percebo que foi uma atração irresistível do Pai em me conceder a honra de, mesmo sendo o menor de todos, assumir o cuidado espiritual de hoje, centenas de pessoas, que se reúnem numa expressão local da igreja do Senhor Jesus para me ouvir semana após semana no cultivo de uma fé bíblica e madura.
(2) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, escolheria me casar com a mesma pessoa que conheci em 1993, comecei o namoro em 1994 e me casei em 1995! Débora é minha companheira fidelíssima, que me completa em todos os sentidos! Devo a ele muitos “toques graciosos” que me ajudam a me posicionar de uma forma mais equilibrada, sobretudo em momentos de tensas crises. A escolha de uma esposa figura entre as questões de maior seriedade na vida, muitos choram lágrimas de sangue por não terem sido bem iluminados na condução do processo conjugal.
(3) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que eu persistiria em minha paixão pelo ensino teológico. Dou aulas em seminários desde 1997 e não me arrependo absolutamente de dedicar semanalmente, horas a fio em pesquisas, preparação de apostilas e enriquecimento de conteúdos e vivencias para serem compartilhadas em sala de aula para homens e mulheres que se vêem chamados para o ministério eclesiástico. Tive decepções imensas, mas também grandes surpresas e alegrias nessa caminhada!
(4) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que preciso fazer mais amigos! Reconheço que os meus relacionamentos com outros pastores, alguns lideres de confiança irrestrita, minha família, dentre outros grupos de pessoas precisa melhorar! Talvez eu tenha de chorar mais por não ter lágrimas para chorar em determinados momentos onde, tento ser mais forte do que o necessário. Preciso “entregar mais os pontos” no sentido de pura e simplesmente dizer para alguém próximo: “preciso de sua ajuda!”.
(5) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, olha, eu confiei em várias pessoas que me decepcionaram, mas em todos esses momentos de dor e desapontamento algo ficou em minha mente: eu cresci um pouco mais! Penso que eu nunca chegarei à maturidade se eu não errar em algumas escolhas. Sou humano e preciso me limitar a compreender que também sou falho, e que, mesmo tentando acertar, já errei (e persistirei errando).
(6) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, tenho de orar mais! Eu tenho crescido muito lendo sobre as “disciplinas espirituais”. Eu assumi o compromisso de, neste ano, enriquecer minha devocionalidade e percebo avanços: tenho tido mais garra e tenacidade em meus encontros no “quarto secreto”. Vejo que crescerei ainda mais! Gostaria muito de ter a companhia de mais pessoas nessa caminhada, e percebo que esse desejo já vai se tornando realidade neste tempo!
(7) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, que eu preciso brincar mais com o meu filho, João Marcos. Olha, ontem ouvi uma mensagem antes de ir para o culto em que o pregador dizia que o que os nossos filhos precisam não é de brinquedos caros, mas sim do nosso tempo! Coisa simples, mas contundente! Hoje fiquei um pouco mais com ele, tomei banho com ele, e confesso: vale a pena! Um dia desse ele me disse todo feliz: “você é o meu ursão!”. Quase chorei (e me preocupei com a minha barriga!!!).
(8) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que tenho realmente que me dedicar à pregação expositiva. Hoje eu percebo que prego melhor do que há algum tempo atrás! Deus tem se agraciado de mim. Tenho estudado e aprimorado esse método de pregação, que para Augustus Nicodemos não se trata de um estilo, mas sim, de uma postura séria diante do texto bíblico! Tenho exposto livro a livro na igreja desde o ano passado (já foi Jonas, Tiago, e agora estou com Daniel e João) e tenho vibrado! E a igreja tem crescido em maturidade bíblica, experimentando sinais de avivamento!
(9) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, que eu preciso cultivar alguns sonhos! Dentre eles, tenho desejo de fazer uma faculdade! Sei das limitações em nossa cidade, e de embaraços quanto ao meu tempo, mas tenho muita vontade de fazer um curso de “História”, isso enriqueceria muito o meu ministério e me alegraria muito!
(10) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, preciso persistir com meus valores, sobretudo os morais, intelectuais, familiares, no bom trato da vida pública, me afastando de pessoas inescrupulosas (dentro e fora do meio evangélico) e mantendo-me puro com a minha consciência. Sei das penalidades do erro moral e peço misericórdia ao Senhor para permanecer de pé!
Escrevi algumas considerações que, brotaram da minha alma, espero não ter cansado meus poucos leitores com essas divagações, que me entendam de que, o meu contentamento é resultado da minha satisfação em Deus, e isso acontece independente das circunstâncias. Não jogo de volta as lanças a mim direcionadas, apenas me ajoelho, na perspectiva de dizer em alto e bom som: “Que o Senhor me conceda a graça de ser um instrumento do seu amor!”.
Obrigado Senhor, pelos meus 34 anos a serem completados amanhã, 26 de agosto de 2008! Valeu pr. Marins (pai) e Zilda (mãe), pelo investimento de suas orações pela minha vida! Sou agradecido a Débora e João Marcos por serem um comigo! E devo à IBACEN a oportunidade de servir a Deus no ministério pastoral batista! Ao SETIAR e MAR, gratidão pelo privilégio de contribuir para a expansão do Reino de Deus entre nós! Aos amigos de perto e de longe, e também aos poucos desafetos, também minha generosa gratidão!
Nesta véspera do meu aniversário me proponho a sentar em meu gabinete a escrever algo que serve como balanço de minha vida e me ajudará a organizar meus pensamentos neste momento de séria reflexão sobre o que Deus tem feito na minha existência.
(1) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, não tenho do que reclamar de minha escolha em me render ao chamado do Senhor para o ministério pastoral. Percebo que foi uma atração irresistível do Pai em me conceder a honra de, mesmo sendo o menor de todos, assumir o cuidado espiritual de hoje, centenas de pessoas, que se reúnem numa expressão local da igreja do Senhor Jesus para me ouvir semana após semana no cultivo de uma fé bíblica e madura.
(2) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, escolheria me casar com a mesma pessoa que conheci em 1993, comecei o namoro em 1994 e me casei em 1995! Débora é minha companheira fidelíssima, que me completa em todos os sentidos! Devo a ele muitos “toques graciosos” que me ajudam a me posicionar de uma forma mais equilibrada, sobretudo em momentos de tensas crises. A escolha de uma esposa figura entre as questões de maior seriedade na vida, muitos choram lágrimas de sangue por não terem sido bem iluminados na condução do processo conjugal.
(3) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que eu persistiria em minha paixão pelo ensino teológico. Dou aulas em seminários desde 1997 e não me arrependo absolutamente de dedicar semanalmente, horas a fio em pesquisas, preparação de apostilas e enriquecimento de conteúdos e vivencias para serem compartilhadas em sala de aula para homens e mulheres que se vêem chamados para o ministério eclesiástico. Tive decepções imensas, mas também grandes surpresas e alegrias nessa caminhada!
(4) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que preciso fazer mais amigos! Reconheço que os meus relacionamentos com outros pastores, alguns lideres de confiança irrestrita, minha família, dentre outros grupos de pessoas precisa melhorar! Talvez eu tenha de chorar mais por não ter lágrimas para chorar em determinados momentos onde, tento ser mais forte do que o necessário. Preciso “entregar mais os pontos” no sentido de pura e simplesmente dizer para alguém próximo: “preciso de sua ajuda!”.
(5) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, olha, eu confiei em várias pessoas que me decepcionaram, mas em todos esses momentos de dor e desapontamento algo ficou em minha mente: eu cresci um pouco mais! Penso que eu nunca chegarei à maturidade se eu não errar em algumas escolhas. Sou humano e preciso me limitar a compreender que também sou falho, e que, mesmo tentando acertar, já errei (e persistirei errando).
(6) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, tenho de orar mais! Eu tenho crescido muito lendo sobre as “disciplinas espirituais”. Eu assumi o compromisso de, neste ano, enriquecer minha devocionalidade e percebo avanços: tenho tido mais garra e tenacidade em meus encontros no “quarto secreto”. Vejo que crescerei ainda mais! Gostaria muito de ter a companhia de mais pessoas nessa caminhada, e percebo que esse desejo já vai se tornando realidade neste tempo!
(7) Eu chego à conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, que eu preciso brincar mais com o meu filho, João Marcos. Olha, ontem ouvi uma mensagem antes de ir para o culto em que o pregador dizia que o que os nossos filhos precisam não é de brinquedos caros, mas sim do nosso tempo! Coisa simples, mas contundente! Hoje fiquei um pouco mais com ele, tomei banho com ele, e confesso: vale a pena! Um dia desse ele me disse todo feliz: “você é o meu ursão!”. Quase chorei (e me preocupei com a minha barriga!!!).
(8) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, de que tenho realmente que me dedicar à pregação expositiva. Hoje eu percebo que prego melhor do que há algum tempo atrás! Deus tem se agraciado de mim. Tenho estudado e aprimorado esse método de pregação, que para Augustus Nicodemos não se trata de um estilo, mas sim, de uma postura séria diante do texto bíblico! Tenho exposto livro a livro na igreja desde o ano passado (já foi Jonas, Tiago, e agora estou com Daniel e João) e tenho vibrado! E a igreja tem crescido em maturidade bíblica, experimentando sinais de avivamento!
(9) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, que eu preciso cultivar alguns sonhos! Dentre eles, tenho desejo de fazer uma faculdade! Sei das limitações em nossa cidade, e de embaraços quanto ao meu tempo, mas tenho muita vontade de fazer um curso de “História”, isso enriqueceria muito o meu ministério e me alegraria muito!
(10) Eu chego a conclusão de que, ao chegar aos meus 34 anos, preciso persistir com meus valores, sobretudo os morais, intelectuais, familiares, no bom trato da vida pública, me afastando de pessoas inescrupulosas (dentro e fora do meio evangélico) e mantendo-me puro com a minha consciência. Sei das penalidades do erro moral e peço misericórdia ao Senhor para permanecer de pé!
Escrevi algumas considerações que, brotaram da minha alma, espero não ter cansado meus poucos leitores com essas divagações, que me entendam de que, o meu contentamento é resultado da minha satisfação em Deus, e isso acontece independente das circunstâncias. Não jogo de volta as lanças a mim direcionadas, apenas me ajoelho, na perspectiva de dizer em alto e bom som: “Que o Senhor me conceda a graça de ser um instrumento do seu amor!”.
Obrigado Senhor, pelos meus 34 anos a serem completados amanhã, 26 de agosto de 2008! Valeu pr. Marins (pai) e Zilda (mãe), pelo investimento de suas orações pela minha vida! Sou agradecido a Débora e João Marcos por serem um comigo! E devo à IBACEN a oportunidade de servir a Deus no ministério pastoral batista! Ao SETIAR e MAR, gratidão pelo privilégio de contribuir para a expansão do Reino de Deus entre nós! Aos amigos de perto e de longe, e também aos poucos desafetos, também minha generosa gratidão!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
ORAÇÃO NÃO É UM CAMINHO, É O CAMINHO!
“Estava Jesus em certo lugar orando e, quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos”. (Lucas 11.1)
Estou saindo agora de um encontro de compartilhamento entre pastores que começou curiosamente às 05h00min, depois para mim de uma noite de descanso e ao mesmo tempo busca por um renovo do Senhor. Tenho vivido dias difíceis! Mas, tenho aprendido que a oração não é um caminho, ela é o caminho para se achegar a Deus com intimidade.
Jesus tinha uma prática constante de oração em seu ministério, em momentos específicos ele passava noites inteiras em clamor ao Pai. O pedido dos seus discípulos “ensina-nos a orar” apresenta para cada um de nós alguns princípios importantes para a nossa compreensão do que vem a ser a oração:
01) Oração é desespero da alma por Deus.
Há uma fome no nosso coração neste tempo por mais de Deus. Na oração nos alimentamos de Deus, e nesse processo de se encher mais dos valores divinos aprendemos também a esvaziarmos de nós mesmos! Por isso que uma oração de um homem de Deus foi “Senhor, esvazia-me do que estou cheio e encha-me do que estou vazio”.
Uma canção que marcou um dos avivamentos que o Pais de Gales presenciou tem em sua letra uma oração que precisa ser repetido por todos nós quando queremos buscar a face de Deus:
Enche-me Espírito, mais que cheio quero estar
Eu menor dos Teus vasos, posso muito transbordar!
Oh dá-me falar cada dia, com salmos hinos de amor
Oh dá-me viver cada dia com gratidão e louvor!
Oh dá-me viver cada dia com sobriedade e temor
Em sujeição uns aos outros como convém no Senhor!
Enche-me Espírito, mais que cheio quero estar
Eu menor dos Teus vasos, posso muito transbordar!
02) Oração é algo que se aprende na escola do Espírito.
Agora eu aprendo “aos pés” de Richard Foxter que trinta anos atrás lançou o livro “Celebração da Disciplina”, que é justamente o nosso devocionário em nossos encontros de pastores que em seu livro apresenta alguns princípios importantíssimos.
Um dos valores que ele apresenta é que orar é realizar uma pesquisa na escola do Espírito Santo, citando P.T. Forsythe: “A oração representa para a religião aquilo que a pesquisa representa para a ciência”. Temos de crescer no entendimento acerca da oração, na realidade como Paulo disse aos corintios, “não sabemos orar como convém” (Romanos 8.26) e por conta disso precisamos estar matriculados nessa escola!
Na escola do Espírito Santo aprendemos a orar com base nas nossas fraquezas e não naquilo que temos de bom e de melhor! Não é a toa que Gordon Macdonald vai orar assim: “Senhor, as minhas orações nascem daquilo que não sou, mas espero que as suas respostas me ajudem a ser o que devo ser”.
Olha amados e amadas, diante das lutas que temos travado em nossa própria humanidade eu não tenho dúvidas que precisamos ser tratados por Deus naquilo que é debilidade do nosso homem interior! O Senhor Deus nesse tempo está chamando homens e mulheres comprometidos com o verdadeiro evangelho para fazer diferença em nossa nação!
Sem sombra de dúvida, nossa igreja não precisa ser inundada por óleo “ungido” que desce por um helicóptero repleto de pastores sinceramente enganados, mas sim de um espírito de unidade que parta do princípio de que o Senhor quer nos levar a desfrutar um tempo de quebrantamento e humilhação.
Nesse tempo de consternação pelos nossos pecados, os púlpitos de nossas igrejas não estarão mais sendo ocupados por politiqueiros e sim por profetas, não por homens que estão interessados em conchavos, mas sim por corajosos de Deus que tem um ultimato para apresentar à essa tão prejudicada sociedade!
Tenho de terminar com uma citação muito pertinente de Tomaz Germanovix: “Quanto mais próximos da manifestação do anticristo neste mundo, mas a ‘igreja’ sofrerá as pressões do maligno. Satanás usará todos os artifícios para manter o povo de Deus distraído. Ele tem derramado toda a sujeira do inferno sobre os santos com a intenção de traga-los. Espíritos demoníacos de sensualidade e lascívia estão atacando sem trégua aqueles que já foram comprados por bom preço. É triste admitir, mas muitos filhos de Deus têm sucumbido aos ataques satânicos”.
A verdade é essa: basta de “Angra Expo”, é tempo de quebrantamento e oração. A oração não é um caminho, ela é o caminho!
Estou saindo agora de um encontro de compartilhamento entre pastores que começou curiosamente às 05h00min, depois para mim de uma noite de descanso e ao mesmo tempo busca por um renovo do Senhor. Tenho vivido dias difíceis! Mas, tenho aprendido que a oração não é um caminho, ela é o caminho para se achegar a Deus com intimidade.
Jesus tinha uma prática constante de oração em seu ministério, em momentos específicos ele passava noites inteiras em clamor ao Pai. O pedido dos seus discípulos “ensina-nos a orar” apresenta para cada um de nós alguns princípios importantes para a nossa compreensão do que vem a ser a oração:
01) Oração é desespero da alma por Deus.
Há uma fome no nosso coração neste tempo por mais de Deus. Na oração nos alimentamos de Deus, e nesse processo de se encher mais dos valores divinos aprendemos também a esvaziarmos de nós mesmos! Por isso que uma oração de um homem de Deus foi “Senhor, esvazia-me do que estou cheio e encha-me do que estou vazio”.
Uma canção que marcou um dos avivamentos que o Pais de Gales presenciou tem em sua letra uma oração que precisa ser repetido por todos nós quando queremos buscar a face de Deus:
Enche-me Espírito, mais que cheio quero estar
Eu menor dos Teus vasos, posso muito transbordar!
Oh dá-me falar cada dia, com salmos hinos de amor
Oh dá-me viver cada dia com gratidão e louvor!
Oh dá-me viver cada dia com sobriedade e temor
Em sujeição uns aos outros como convém no Senhor!
Enche-me Espírito, mais que cheio quero estar
Eu menor dos Teus vasos, posso muito transbordar!
02) Oração é algo que se aprende na escola do Espírito.
Agora eu aprendo “aos pés” de Richard Foxter que trinta anos atrás lançou o livro “Celebração da Disciplina”, que é justamente o nosso devocionário em nossos encontros de pastores que em seu livro apresenta alguns princípios importantíssimos.
Um dos valores que ele apresenta é que orar é realizar uma pesquisa na escola do Espírito Santo, citando P.T. Forsythe: “A oração representa para a religião aquilo que a pesquisa representa para a ciência”. Temos de crescer no entendimento acerca da oração, na realidade como Paulo disse aos corintios, “não sabemos orar como convém” (Romanos 8.26) e por conta disso precisamos estar matriculados nessa escola!
Na escola do Espírito Santo aprendemos a orar com base nas nossas fraquezas e não naquilo que temos de bom e de melhor! Não é a toa que Gordon Macdonald vai orar assim: “Senhor, as minhas orações nascem daquilo que não sou, mas espero que as suas respostas me ajudem a ser o que devo ser”.
Olha amados e amadas, diante das lutas que temos travado em nossa própria humanidade eu não tenho dúvidas que precisamos ser tratados por Deus naquilo que é debilidade do nosso homem interior! O Senhor Deus nesse tempo está chamando homens e mulheres comprometidos com o verdadeiro evangelho para fazer diferença em nossa nação!
Sem sombra de dúvida, nossa igreja não precisa ser inundada por óleo “ungido” que desce por um helicóptero repleto de pastores sinceramente enganados, mas sim de um espírito de unidade que parta do princípio de que o Senhor quer nos levar a desfrutar um tempo de quebrantamento e humilhação.
Nesse tempo de consternação pelos nossos pecados, os púlpitos de nossas igrejas não estarão mais sendo ocupados por politiqueiros e sim por profetas, não por homens que estão interessados em conchavos, mas sim por corajosos de Deus que tem um ultimato para apresentar à essa tão prejudicada sociedade!
Tenho de terminar com uma citação muito pertinente de Tomaz Germanovix: “Quanto mais próximos da manifestação do anticristo neste mundo, mas a ‘igreja’ sofrerá as pressões do maligno. Satanás usará todos os artifícios para manter o povo de Deus distraído. Ele tem derramado toda a sujeira do inferno sobre os santos com a intenção de traga-los. Espíritos demoníacos de sensualidade e lascívia estão atacando sem trégua aqueles que já foram comprados por bom preço. É triste admitir, mas muitos filhos de Deus têm sucumbido aos ataques satânicos”.
A verdade é essa: basta de “Angra Expo”, é tempo de quebrantamento e oração. A oração não é um caminho, ela é o caminho!
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